Serato parte para os controladores com o Serato ITCH, mas sem midi

Mais um fabricante se aventura no mundo dos controladores, e dessa vez é a Serato, co-responsável pelo “unânime” Serato Scratch Live (a outra ponta é a Rane, tradicional fabricante de equipamentos de áudio que faz o hardware do SSL). Depois de 3 anos fazendo constantes mas pequenas atualizações no Serato, mas sem atualizar o danado (que ainda é uma caríssima caixa preta USB 1.1), o Serato ITCH é uma plataforma de software feita para ser integrada a controladores com comunicação direta no hardware, sem usar o protocolo midi. Isso mesmo. Diz o press release que a idéia é ter um protocolo de comunicação eficiente, já todo mapeado de fábrica, em que você tira da caixa, espeta numa porta USB e sai usando, e com performance superior aos controladores midi. Diz ainda que quando os fabricantes de hardware (Vestax e Numark) perguntaram “quanto espaço de dados na conexão USB vocês precisam?”, a resposta foi “o máximo que vocês puderem deixar pra gente”, algo que os surpreendeu pois os outros fabricantes de software (leia-se Native Instruments) solicitaram muito pouco. Vamos ver o que vai acontecer. De cara, eu fico cético pois: - Não usar o padrão MIDI? Isso é loucura. Mais uma vez eles pensam em hardware proprietário. Você gasta sua grana com um controlador que só vai rodar no programa deles, como era o Serato SSL no começo (até que, sob pressão, eles finalmente liberaram o mesmo pra funcionar como placa de som). - Vestax e Numark como parceiros iniciais. Estranho, deveria ser a Rane, que é um dos grandes pontos fortes do SSL, pelo excelente fabricante de hardware que é. Vestax está se mostrando uma empresa muito incompetente pra lidar com hardware digital, e a Numark tem feito tantos produtos novos que dá até vontade de rir, pela falta de foco. - Mais uma vez, a Serato parte pra fazer uma solução estanque, que não anda com as próprias pernas. Como aconteceu na parceira da Stanton e da Native Instruments no FS2, comprar soluções que dependam de terceiros pra funcionar é algo muito complicado. Basta uma briga e pronto, você fica na mão. A indústria já mostrou que soluções mais amarradas só trazem benefícios pro usuário, pois o suporte e as decisões importantes vêm de um lugar só. É assim no mundo Apple, no mundo dos games, de muitos celulares e palms. Me dou a liberdade de especular: eu acho que a Rane está pulando fora do barco. Indícios não faltam. A Serato é fabricante apenas de software, aliás, um excelente fabricante (exceto na parte das interfaces, porque meu deus, será que na Nova Zelândia não existem designers? Duvido). Pra ela, o negócio é fazer programas, e a prova está aí. Depois de ver a Native dominar o mercado dos controladores midi ano passado com o Traktor 3 LE e o selo Built For Traktor, onde fechou parcerias com Behringer, Numark, Vestax, Allen & Heath, Hercules e tantos outros, era mais que natural que a Serato partisse pra uma solução assim. Já a Rane ganha grana é montando a caixa preta do SSL. E é engraçado que um sistema de simulação de vinil que venda tão bem e já tenha conquistado tantos adeptos não tenha sofrido um upgrade sequer. É muito dificil você se manter 3 anos atualizando software, drivers e mantendo uma mesma linha de montagem sem arrancar um centavo dos seus clientes. Não tem plano de negócios que feche assim. A Rane deveria estar doida pra soltar uma versão nova da caixa preta do Serato SSL, mas isso não aconteceu até hoje. E motivos não faltam: o protocolo USB foi atualizado pra 2.0 (se a Serato diz que precisa tanto de largura de banda assim, porque não atualizar o bicho?), a caixa continua grande, existem esquemas de cabos hoje muito mais práticos como no Conectiv e no Traktor Scratch, e mais entradas e saídas seriam algo muito legal também. Mas nada disso aconteceu. Só o TTL-56M (bela sigla, PQP), que pelo preço deve ter vendido uma dúzia no máximo, hehe. Agora, veio essa. E sem MIDI. Eles vão agora alimentar o mito da performance, fechando a plataforma. Burrice danada, é como se o protocolo MIDI não tivesse sido inventando pra tocar instrumentos ao vivo, ou seja, ele entrega velocidades animais, e eu nunca vi um controlador que sofresse de latência – normalmente esse problema está no computador ou na placa de som. Bom, em todo o caso, a novidade é sempre bem vinda. E assim o mercado se aquece, só temos a ganhar! ...

2008-01-18 · 4 min · 755 words · Submusica

SC System: Stanton levanta do túmulo e revoluciona o mercado de DJs

Neste fim de semana começa a NAMM 2008, o grande evento onde os fabricantes de equipamentos de áudio revelam suas novidades para o ano. E é justamente agora que eu volto das minhas férias e começo a trazer as novidades. A primeira fica por conta da Stanton, que revela o tal produto que fez ela abandonar o Final Scratch 2: o Stanton SC System. Se você é DJ profissional ou amador, e independente do que você usa, vinil, CDs, mp3, vale muito a pena conferir este lançamento, pois estamos falando de algo que vai ser um grande passo na forma como se toca, diferente de tudo que já saiu até hoje. Que entender o motivo? Ano passado, quando a Stanton detonou de vez o Final Scratch 2, ela o fez porque supostamente iria lançar um produto revolucionário. 2007 passou e ela ficou morta em seu canto, sem lançar absolutamente nada. Pra mim, a Stanton já era passado. A NAMM 2008 começa amanhã. Ano passado foi o ano dos controladores midi, com soluções vindas de todos os lados, como já vimos aqui no Submusica. Mas o fato é, todas as soluções vieram de novos e pequenos fabricantes, ou então do pessoal que fabrica instrumentos para produção de áudio, como a M-Audio. As únicas exceções foram a Vestax e a Numark. A Stanton resolveu esperar todos arrebentarem a cara e entrou de sola com um equipamento, que, nas palavras dela, “ao contrário dos outros controladores pra DJ, ela oferece qualidade de construção profissional, sem comprometimentos. Cada knob, fader, led e tela de lcd utilizam componentes de qualidade, e mesmo a carcaça é desenhada para suportar anos de uso exigente na vida real, tanto em estúdio como ao vivo”. “Enter The System” lembra o “Enter The Matrix” O site oficial do SC System responde no endereço www.enterthesystem.com, que me faz lembrar o velho e bom “Enter The Matrix”. Ao mesmo tempo que quer dizer “apresentando a Matrix”, também quer dizer “entre na Matrix”. E o caso aqui é: este é O sistema. Stanton: entre no sistema. Note que usaram um laptop Acer, o mais popular entre os DJs no momento O sistema consiste em dois módulos, 100% midi. O primeiro chama-se SCS.1M, e substitui o mixer, e o segundo é um deck virtual com um prato de vinil motorizado (giratório), que pode ser usado para controlar mais de 1 deck, o SCS.1D. SCS.1M, o mixer midi O SCS-1M é um controlador em forma de mixer, com áudio firewire profissional – se for igual ao do ScratchAmp do Final Scratch 2, vai deixar toda a concorrência no chinelo. Além de oferecer inúmeros controles que você pode mapear livremente ao gosto do freguês, ele também tem entradas e saídas para as necessidades do seu estúdio. O módulo principal do sistema, o controlador em forma de mixer, SCS.1M Possui controles totalmente flexíveis e adequados para trabalho com software. Por exemplo: os knobs são do tipos de voltas infinitas, ou seja, eles giram 360 graus. A posição deles é marcada por leds. Isso acaba com aquela pentelhação de ter que acertar a posição dos knobs com o que está na tela do software, comum em todos os controladores do mercado. • Primeiro mixer 100% dedicado a DJs digitais e mobile • 4 canais com knobs e leds de volume similares aos mixers analógicos • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Mapeamento fácil para a maioria dos programas de DJing e VJing • Seção de navegação para escolha de músicas e arquivos • Entradas de microfone, line in e phono, para uso nos mixes e conversão digital • Som firewire compatível com Mac e Windows • Pode ser usado sozinho ou em conjunto com o deck SCS.1D • Saídas TRS balanceadas para o PA, saída RCA estéreo para o retorno (booth) e plug de 1/4" para fones de ouvido • Entrada para controlador de pedais midi Controles midi: • 24 Potenciometros (MIDI CC) • 37 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 4 faders de 45mm (MIDI CC) • 1 crossfader de 45mm (MIDI CC) • 1 codificador rotacional (MIDI CC ou Incremental CC) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 6 medidores de led de 9 segmentos. Um para cada canal e um par para a saída master (L & R), tudo controlável por MIDI Dimensões • 2,71 kg • 10.75" x 3" x 16.75" (LAP) SCS.1D, o deck virtual com disco de vinil motorizado O SCS.1D é um deck virtual, que usa um chassis e formato parecido com os atuais CDJs da Stanton. A diferença é que ele é totalmente MIDI, mas possui um prato motorizado, que utiliza um disco de vinil de verdade para controle dos scratches, no tamanho 10 polegadas – algo que eu acho perfeito para a finalidade: nem muito grande, nem muito pequeno. O SCS.1D, diferente do seu irmão SCS.1M, não tem placa de som. Ele é apenas controlador midi, mas que oferece o esquema de controle mais preciso do mercado. Ele possui um pitch motorizado, que acompanha as modificações feitas via software, e que se ajusta automaticamente conforme o deck que você selecionou. Imagine que você está usando apenas um deck SCS.1D para controlar as músicas dos players A (cujo pitch está no +3%) e B (cujo pitch está em +1%). Ao usar um pedal para mudar qual player você está comandando, o slider do pitch vai automaticamente para a posição correta, do +3% para o +1% (se você mudou o controle do player A para o B). SCS.1D: simplesmente o melhor controlador midi já inventado até o momento. Vamos ver como fica na prática O deck é bastante completo e promissor. Pode ser o acessório ideal pra quem já possui um belo mixer e um par de decks em casa, e quer apenas colocar o laptop pra tocar junto, já que ele pode ser usado com qualquer programa que suporte midi (Traktor, Virtual DJ, Mixvibes, Deckadance, etc), e que pode ser usado com qualquer placa de som (com um pouco de latência se você usar o som onboard do seu computador, claro). Vamos às especificações: • Primeiro deck motorizado totalmente midi e compatível com qualquer programa de DJing ou VJing • Prato motorizado de alto torque de 10" e com superfície de vinil • Pitch motorizado de 100mm que se ajusta para se manter em sincronia com o software • Pads com sensibilidade de velocidade para disparo de samples e quick cues • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Seção de transporte da música com controles tradicionais (play, pause, etc) • Permite controlar mais de um deck ao mesmo Controles midi: • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 1 fader motorizado de 100mm (MIDI CC) Botões e chaves • 4 pads de trigger com sensibilidade de velocidade (MIDI Note On) • 46 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 1 display de posição do cue, com o indicador do deck controlado atualmente (MIDI SysEX controllable) Dimensões • 6,29 kg • 16,75" x 3,25" x 14,5" (LAP) Prato motorizado: • Tipo de motor: 16 poles, 3 phases, sem escovas • Velocidades: 33 1/3 ou 45 rpm • Torque: >4.5 kgf/cm • Tempo de start: 0,2 seg • Tempo de break: 0,2 seg Flexiblidade na hora de montar o seu estúdio Essas são as primeiras peças do sistema SC da Stanton. Provavelmente vem mais por aí, mas o grande legal do projeto (que está há 4 anos no forno) é que você tem fexlibilidade total para comprar somente as peças que precisa e integrar totalmente ao setup do seu estúdio. Veja alguns exemplos: O SC System permite que qualquer DJ ingresse no mundo midi da maneira que achar melhor Realmente se enquadra em qualquer setup, conforme o gosto do freguês. E permite que o DJ faça uma transição suave pro mundo digital, sem ter que vender tudo de uma vez e comprar tudo de uma vez – isso é, se ele realmente quiser migrar 100% pro mundo digital. Conclusão: agora sim, temos um fabricante pegando no batente Até então, só nomes menores fizeram as coisas acontecerem até agora. A Stanton, fabricante do qual ainda guardo uma certa mágoa pelo que fizeram com o Final Scratch 2, mostra que pensou bem no que estava fazendo e entregou um pacote bastante promissor. Isso mostra uma análise que já tinha feito nos comentários da notícia sobre o CDJ-400, e mostra bem que a coisa vai caminhando para o que o Memê profetizou aqui no Submusica, na entrevista que ele nos deu ano passado: estamos ainda num perído de transição, onde os grandes fabricantes ainda vão entrar nesse mercado de MIDI, e muita coisa há de mudar. Se o SC System entregar o que está sendo prometido, ele é um forte concorrente a colocar de novo o nome da Stanton na história da mudança de como os DJs trabalham. Ela fez isso no passado com o Final Scratch, e tem tudo pra fazer com o SC System. Porém, este é um mercado competitivo, onde se você der mole, ser pioneiro não adianta muito – vide que hoje a referência em simuladores de vinil é o atrasado Serato Scratch Live, da Rane/Serato. Eu acredito na visão do Memê que, no final, vamos ter apenas uma “caixa”, onde você joga seus arquivos e faz tudo nela, sem conectar cabos, computadores, parafernálias, e etc. O iDJ2 foi um grande passo nesse sentido, e o SC System, apesar de depender de um laptop, permite que um DJ tenha um sistema mais integrado, e sem aquela pinta de “brinquedo” que os outros controladores têm até agora. Talvez o melhor desse sistema é que você pode ingressar aos poucos. Eu vou observar mais um pouco, mas acredito que, hoje, dia 17 de janeiro de 2008, eu montaria um setup em casa composto de 2 decks SCS.1D com um SCS.1M, e um laptop. Ou então apenas um SCS.1M e um par de Technics MK2 com o Conectiv ou o Traktor Scratch, caso eu ainda prefira usar os pouco vinis que ainda me restam – mas é pouco provável, pois é uma solução bem cara. Pra mim o mais legal é que, no meu caso, onde trabalho 100% com arquivos digitais, o SCS.1M matou mixers elaborados como o DJM700 e DJM-800. Ainda pretendo passar meu Xponent pra frente (depois de fazer um review mais completo) e pegar um iDJ2 da Numark. Depois, quem sabe não vou pro SC System da Stanton. Temos que esperar, pois o mercado está em constante mutação. O fato é, quem está preso ao vinil ou ao CDJ está com os dias contados, não adianta chorar. É como tentar pegar um emprego sem saber mexer em um computador e no MS Office… Para saber mais, visite o site: www.enterthesystem.com ...

2008-01-17 · 9 min · 1879 words · Submusica

Curso, loja e estúdio para DJs e músicos: conheça a DJBAN

Entrar no mundo da produção musical e da discotecagem nunca foi tão fácil como hoje. Equipamentos estão cada vez mais acessíveis e com uma qualidade mais do que bacana pra quem vai se aventurar dentro do seu quarto. Mas será que é apenas uma questão de comprar equipamento? Basta ligar aquele par de decks na tomada ou instalar programas no computador e sair fazendo mixes ou tunes dignas dos top DJs e produtores? Definitivamente, não. Além de saber o que comprar, conforme seu orçamento e seu nível técnico, é preciso aprender e treinar muito. Se enfiar em um estúdio, conversar com alguém que entende muito de equipamentos, ou ter aulas com um artista de verdade, com dicas que você não vai pegar em nenhum site ou manual em PDF. O Submusica visitou a DJBAN, um verdadeiro centro para DJs e músicos localizado no bairro da Consolação, em São Paulo. Conheça um pouco do que um lugar especializado para músicos e DJs pode fazer por você. Conhecendo a DJBAN: loja, estúdio e curso para DJs e músicos Sabe aquela sensação de chegar no parque de diversões e ficar desesperado pra andar em todos os brinquedos, de tanta coisa legal que você vê por lá? É assim que eu fico quando entro na DJBAN. O motivo é simples: é um espaço que tem tudo pra quem é fã de música, independente do estilo. Iniciada em 2001, a DJBAN é capitaneada pelo incansável DJ Bunnys, um veterano de longos e longos anos de estrada. No currículo do grupo tem de tudo: desde a tradicional venda de discos como também a venda de equipamentos, indo da agulha às caixas de som (algo difícil de encontrar em um lugar só); até a sonorização e produção de eventos de grande porte, como as quatro edições da E-Center, que aconteceu no Playcenter de SP, que reuniu mais de 70.000 pessoas. Seu negócio não é música eletrônica? Ora, não tem problema: a DJBAN tem um estúdio dedicado para gravação de instrumentos acústicos A DJBAN é um espaço onde qualquer pessoa pode chegar sem saber nada e vai encontrar todas as ferramentas para desenvolver seu talento e se tornar um profissional. Além do material de trabalho (equipamentos e discos), a DJBAN oferece estúdios para cursos de discotecagem e produção, e também para ensaios e masterização – ideal para quem tem vizinhos de “audição sensível” como os meus… Diversos DJs e produtores de renome já passaram por ali, e muitos vivem passando por lá para conferir as novidades, ou utilizar os serviços dos estúdios. É comum você encontrar feras como Pet Duo, Camilo Rocha e Alex S dando as caras por lá, entre muitos outros. Estúdios de mixagem e masterização: uma “lan house” de DJs e produtores Estúdio de masterização e sonorização da DJBAN. O único detalhe que falta na foto é a belíssima mesa ProjectMix I/O, da M-Audio Um dos principais atrativos da DJBAN são os estúdios para ensaios e masterização, o que, na minha opinião, é uma sacada de gênio para quem mora em apartamentos, como o meu caso. Sabe aquele dia em que você quer fazer aquela gravação de um mixtape e os vizinhos começam a reclamar do barulho execessivo? Pois é, muito prazer, sofremos do mesmo problema. Pensando nisso, a DJBAN disponibiliza algumas salas com ótimo isolamento acústico e um pequeno mas possante PA, com equipamento de primeira, os quais você pode alugar por hora, no melhor estilo “lan house”. É chegar com seus discos ou laptop e sentar a lenha no som, sem medo de ser feliz, e aproveitar pra pilotar os decks ou a mesa de masterização com o volume alto e claro. Um dos booths para DJs, que pode receber mais equipamentos conforme a necessidade do DJ Eu por exemplo, estou mergulhado em controladores midi e sem espaço pros tradicionais toca-discos. Mas vira e mexe dou um pulo lá e pego duas horas nos decks, para manter a prática e ouvir música como ela foi feita pra ser escutada: tremendo as paredes! Brincadeiras à parte, este por si só já é um dos motivos pelos quais vale a pena visitar o espaço. Mas ainda tem muito mais. Curso DJBAN: o único que oferece pós para DJs e produtores Sala de aula da DJBAN, com recursos de sobra para todo tipo de aula em turma A DJBAN oferece cursos ministrados por grandes profissionais da música, como Bungle, Demu Mix e o próprio DJ Bunnys, entre outros. Além do tradicional curso de formação de DJs (que possui modalidade intensiva, pra quem quer mergulhar no assunto), tem também o curso de performance, voltado para o turntablism, onde se aprende as manhas de scratch, back2back, backspins e cia. Já na área de produção musical, tem Reason, Cubase e Sonar, além de cursos de sonorização, para quem deseja ficar fera na montagem de equipamentos e PAs, e de produção sonora, onde o foco é a criação de spots e vinhetas para rádio e televisão. Mas o grande destaque que diferencia a DJBAN dos demais cursos é que ela oferece cursos pós-formação. Pois é, ao contrário do cursinho perto da sua casa que só vai te ensinar a mexer nos equipamentos e depois vai te largar na selva musical, a DJBAN tem módulos que você pode fazer e que focam exclusivamente nas características de toca-discos, CDJs, Final Scratch, Serato, masterização musical e muitos outros. Estes módulos extras já dão a deixa sobre a preocupação constante do grupo DJBAN em oferecer recursos pra todo o tipo de situação. Mesmo DJs veteranos com vários anos de discotecagem na bagagem encaram os módulos de upgrade para atualizar suas técnicas, principalmente agora em época de migração para os meios de discotecagem digital. Eu sei de muito DJ bom por aí que precisa se atualizar, pois ainda se encontra tocando com vitrola movida à manivela. Loja VIP DJBAN: onde o nome VIP não é à toa Quem é leitor assíduo do Submusica já deve ter me visto indicando compra de equipamentos na DJBAN nos comentários dos artigos. E não é pra menos: a DJBAN oferece todo o tipo de equipamento que você possa precisar: de fones e agulhas de toca-discos a controladores e caixas de som e monitoração profissional. Todo o material vendido na DJBAN é ofertado com preços competitivos, nota fiscal e garantia, sem piruetas e esquemas. Eles oferecem condições de pagamento facilitadas, e se por um acaso o equipamento que você quiser não estiver disponível lá, é só dar um toque que o pessoal corre atrás pra você. Vale a pena, pois não tem coisa pior do que você procurar importar algo “naquele esquema” e depois seu produto dar defeito (algo que acontece demais hoje em dia). Se você comprar pela DJBAN, pode ficar sossegado com relação a isso. A BAN trabalha com fornecedores oficiais no Brasil, e também trabalha com venda de equipamentos usados e reformados, sempre com garantia e flexibilidade na hora de comprar. Conclusões finais Mais um dos estúdios voltados para produtores musicais fazerem masterização de seus trabalhos Bom, vou deixar claro uma coisa: este não é um artigo pago. Ao contrário, se temos uma política aqui no Submusica é de sermos completamente livres e só falarmos de coisas que gostamos e que valham a pena ser informadas para nossos leitores. Eu mesmo já deixei de publicar muita coisa aqui por concluir que não valeria a pena, como a cobertura do evento do Serato no Brasil, que aconteceu em novembro. Assim como tenho prazer em noticiar um novo equipamento, um novo software ou um novo disco, a mesma coisa acontece no caso da DJBAN. E pelo que vejo nos comentários das dezenas de artigos daqui do Submusica e nos tópicos do nosso fórum, o SubDJs, muita gente se mete em problemas na hora de comprar equipamentos e procurar cursos. O motivo é simples: falta informação. Já conheci muitas lojas de discos, equipamentos e estúdios, mas nunca conheci um lugar que concentre isso tudo e muito mais, e principalmente, feito com honestidade e caráter, com amor ao ofício como o pessoal da DJBAN faz. As idéias e as diferenças falam alto e defendem o que estou dizendo: são serviços e atendimento que só poderiam ser oferecidos por quem realmente gosta da coisa. Eu recomendo muito uma visita se você estiver em São Paulo, ou um contato por e-mail ou telefone. Converse, diga que foi indicado pelo Submusica, e tenho certeza que você receberá tratamento VIP. Mesmo se você é daquele tipo metido à malandro que sempre procura levar vantagem no preço, ainda assim, faça uma força e procure ter uma experiência de compra com o pessoal da DJBAN, e eu garanto que você vira cliente assíduo. Enfim, fica aqui a análise sobre a DJBAN, loja de equipamentos e discos, cursos, estúdio e sonorização para DJs e músicos. Esta o Submusica recomenda! Serviço: DJBAN http://www.djban.com Rua Vinicius de Moraes, 2.777 - Consolação - São Paulo (ver mapa) Telefone: (11) 6854-5870 E-mail: djban@djban.com Horário: Seg. a Sexta das 10 às 22:00h - Sábados até 20:00h ...

2007-12-27 · 8 min · 1503 words · Submusica

Atenção chegou chatuba, ops, Ableton Live 7!

E hoje é o grande dia para usuários do Ableton Live do mundo todo: saiu a versão 7, que promete ser uma das maiores evoluções do produto rumo àsua maturidade. Resumidamente, a lista de novidades é seguinte: - A engine de áudio foi refeita do zero, produzindo sons e efeitos com qualidade muito superior, com especial destaque para o compressor; - O Live agora aceita instrumentos físicos que podem operar como se fossem plugins. Agora você já pode usar aquele seu rack de efeitos e equalização junto com o software; - Função “nudge”, também conhecida como pitch bend, pra alegria de quem se apresenta ao vivo. Isso mesmo, você pode mapear o jog wheels do seu controlador midi favorito; - Um novo rack de bateria que consolida várias etapas de trabalho, desde fatiar as batidas até associá-las a pads no seu controlador, criando cadeias complexas de samples, sintetizadores e efeitos pra cada um dos pads. - Agora são duas versões do Ableton: o tradicional Ableton Live, e o Ableton Suite, que vem com algumas centas de instrumentos e efeitos, a exemplo do Logic Studio 8, da Apple. Claro, tem muito mais novidades. Mas a real é essa: a versão 7 do Ableton Live tem uma sonoridade muito melhor, consegue agora atender DJs do jeito que eles precisavam, e introduz um novo esquema de edição de bateria que vai atrair fãs do Recycle no Reason, e tantos outros. Acesse agora o site da Ableton e baixe a versão demo. [Via Create Digital Music] ...

2007-11-30 · 2 min · 252 words · Submusica

DJ Ban lança case exclusivo para os Behringer BCD2000 e BCD3000

Essa é mais que especial para quem tem um controlador midi BCD2000 ou BCD3000 da Behringer e que curte cuidar do seu equipamento e não descuidar na hora do transporte. A DJ Ban, sempre ligada no que o consumidor realmente quer, encomendou uma série especial de cases de ninguém menos que a Incase, um dos mais conhecidos fabricantes de cases no Brasil, para modelar um case que suprisse uma demanda de quem precisa levar o equipamento pra trabalhar e mantê-lo protegido em suas gigs. O case realmente é show de bola, já pude conferir em mãos. Possui bom acabamento, tem proteção interna que garante com que o controlador não fique sambando dentro da caixa, e melhor de tudo: vai ter serventia para qualquer controlador da Behringer, não só para os BCD. Quem tem um BCR2000, BCF2000 ou BCA2000 vai poder utilizar também os cases sob medida. Eles também já possuem cases pro Xponent, além de vários outros para equipamentos mais tradicionais. Outra coisa legal é que a DJ Ban está fazendo uma promoção com preço super camarada que realmente merece nosso destaque: três parcelas de 80 reais. Pra quem ficou curioso, recomendo a visita à Loja VIP da DJ Ban, tem várias fotos por lá. Entre em contato com o pessoal de lá, dizendo que conheceu o site através do Submusica, e você vai receber tratamento mais que VIP. E não, não estamos ganhando jabá ou comissão alguma. Estamos indicando porque a trupe do DJ Bunnys e cia. estão de parabéns mesmo! Acesse e confira o case para BCD2000 da DJ Ban ...

2007-11-28 · 2 min · 262 words · Submusica

Faça Você Mesmo: Ajustando a firmeza do pitch

Quem já usou os toca-discos Technics SL 1200 sabe muito bem que uma de suas maiores qualidades são os seus controles de pitch. Muito firmes e com uma resistência bem agradável, eles dão uma excelente precisão na hora de fazer ajustes finos, principalmente pra quem sabe mixar usando apenas o pitch, sem colocar as mãos nos discos. E realmente, não tem coisa pior que se acostumar com isto e depois ter que encarar um pitch de plástico molenga como o de um CDJ. Pra alguns chega a ser desesperador, pra outros nem tanto, mas também impede o DJ de abusar um pouco mais nas passagens. No comparativo sobre os controladores Vestax VCI-100 e o Xponent, uma das minhas maiores críticas foi justamente esta questão: o pitch do Xponent é bem melhor por ter maior comprimento e mais precisão. Porém, ele peca por ser extremamente molenga, ao ponto de qualquer toquinho resultar numa mudança na velocidade. Mas calma, pra tudo tem um jeito! Eis aqui uma solução caseira rápida e fácil que muita gente não conhece, e que pode ser feita em alguns minutos – e sem a necessidade de abrir o equipamento. Esta modificação serve para diversos tipos de decks, sejam eles CDJs, controladores midi ou até mesmo alguns toca-discos como da Stanton e da Numark. Confira aqui no Submusica este tutorial exclusivo, em um passo a passo no melhor esquema “receita de bolo”, com muitas fotos. Esta modificação é muito simples, pois ela se baseia no seguinte: os controles de pitch do seu deck são bons, só são soltos, frouxos demais. O que vamos fazer é dar um pouco de aderência ao slider, o controle deslizante. Isso é feito usando algum feltro que vai ficar entre o pegador do slider e a superfície externa. O ideal é você comprar um daqueles feltros auto-adesivos que sempre rolam nas seções de utilidades domésticas de qualquer supermercado, marcenarias e afins. Mas você pode usar qualquer feltro disponível. Vamos ao passo a passo: Você vai precisar de pouca coisa para fazer esta modificação: um par de feltros auto-adesivos (ou material similar, mas não-aderente), tesoura ou estilete, e uma chave de fenda. Retire o pegador do slider usando a chave de fenda. Dependendo do seu aparelho, você nem precisará da chave de fenda, mas é melhor utilizá-la como alavanca para evitar forçar o mecanismo do pitch. Não tenha medo, esta peça é removível e não costuma ter nenhum tipo de lacre ou coisa parecida. É só puxar. Retirado o pegador do pitch, o que vamos fazer é cortar um fundo pra ele. Aqui você confere a parte inferior do pegador do pitch do M-Audio Xponent. Coloque o pegador do pitch por cima do feltro, e marque bem as medidas dele. Se preferir, utilize um lápis para marcar as dimensões, facilitando na hora de cortar. Recorte o feltro na medida do pegador de pitch. Dependendo da espessura do feltro que você comprou, você pode cortar mais, deixando ele menor do que o próprio pegador. Quanto mais grosso, maior a tendência a ele se esparramar, então convém cortar ele um pouco menor. No meu exemplo, utilizei um feltro muito grosso, você pode comprar um com 1 milímetro de espessura que dá pro gasto numa boa. Lembre-se de perfurar o feltro antes de encaixá-lo, para que você não force o mecanismo do pitch afundando-o na hora de encaixar o feltro. Antes de prosseguir, confira se o corte está bem feito: compare o calço que você criou usando o feltro com o pegador do pitch, e veja se não tem bordas sobrando. Se tiver, livre-se delas. É preferível que ele fique menor do que mais largo que o próprio pegador do slider de pitch. Agora é hora de aplicar o calço no controle deslizante do pitch. Se você está usando algum tipo de feltro auto-adesivo, primeiro encaixe-o no slider, com a parte adesiva virada para cima, e só depois retire o papel que cobre a cola. Assim você evita que ela se desgaste enquanto manipula o feltro. Chegou a hora de finalizar a modifiação: retire o papel da parte adesiva e encaixe novamente o pegador do pitch no seu devido lugar, fazendo um “sanduíche de feltro”. Faça um leve pressão para dar firmeza no encaixe, mas sem exagerar. Pronto! Sua modificação está terminada, e agora você conta com um pitch muito mais firme e mais preciso na hora de manipular! O resultado? Confira no vídeo abaixo a diferença entre um pitch modificado (o primeiro) contra outro sem a modificação: Viu como é fácil? O mais legal é que isto vale pra todo tipo de controle deslizante de vários aparelhos. Desde toca-discos a CDJs, passando por controladores midi, mesas de som, etc. E você, sabe de outra modificação ou macete parecido? Deixe a dica pros leitores nos comentários abaixo! ...

2007-11-09 · 4 min · 800 words · Submusica

Serato Scratch Live Clinic com DJ Jazzy Jay em São Paulo

Hoje o pessoal da Rane e sua distribuidora no Brasil, a SLM Brazil, recebem convidados na Dubmusic, em São Paulo, para o evento Scratch Live Clinic. O evento será apresentado por ninguém menos que uma das lendas dos decks, o DJ Jazzy Jay (foto). Jazzy Jay é uma das lendas da discotecagem mundial. Originário das ruas do Bronx, em NY (EUA), Jay foi um dos primeiros apresentadores de rádio a ter um programa voltado para o hip hop, ainda na década de 80. Jay foi também produtor de grandes sucessos sob o pseudônimo Jazzy 5, entre eles a parceria com Afrika Bambaataa e The Soul Sonic Force para “Planet Rock”, um dos maiores clássicos do hip hop e percursora do miami bass. Jazzy Jay também foi co-fundador do selo Def Jam. No evento, ele estará apresentando tanto o Serato Scratch Live, como também o mixer Rane TTM 57SL, compatível com o Serato. A idéia é mostrar tudo que a plataforma é capaz de fazer, principalmente agora, que o Serato alcança a versão 1.8 e finalmente começa a apresentar os recursos que faltavam pra ele se tornar mais que um mero substituto de vinis. Estarei lá no evento reprsentando o Submusica, e assim que voltar dele conto o que rolou, com fotos, vídeos e o que mais acontecer. ...

2007-11-07 · 2 min · 217 words · Submusica

Duelo de controladores: Vestax VCI-100 versus M-Audio Xponent

Ultimamente não tenho escrito muito aqui no Submusica. Estou de férias cuidando de assuntos pessoais, mas fazendo um dos comparativos mais esperados: o duelo entre os melhores controladores midi do mercado, o Vestax VCI-100, que já analisei aqui, e o M-Audio Xponent, que recebi pela DJ Ban, loja de São Paulo especializada em equipamentos e cursos para DJs e produtores. Seria complicado dar um veredito agora. Afinal, já estou com o VCI-100 em mãos há muito tempo, e domino o Traktor há quase 10 anos. Falta debruçar mais sobre o Xponent e o software Torq. Mas já rola tirar algumas conclusões interessantes. Se você está em dúvidas sobre qual controlador comprar, este artigo é pra você. Controladores midi: o que são, e o que esperar de um Antes de começar: já falamos aqui no Submusica sobre os diversos tipos de controladores midi voltados pra DJs que começaram a pipocar no mercado de equipamentos neste ano de 2007. Se você chegou por aqui sem saber do que se trata, recomendo ler o artigo Midi, a revolução sem volta, e também a parte 2 do mesmo artigo. De todos os controladores apresentados até o momento, o M-Audio Xponent é o mais completo, o mais caro e também o mais promissor. Afinal, trata-se da M-Audio, um dos maiores fabricantes de controladores midi do mercado, uma verdadeira pioneira no assunto. Além de possuir muitos controles, é um dos poucos que oferecem áudio integrado e um software completamente pensado nele. Mais que isso, a M-Audio criou uma laboratório de especialistas chamado SynchroScience, um time responsável por todo o desenvolvimento de soluções voltadas para DJs na era digital. E, logicamente, a expectativa em cima de um Xponent é enorme. Afinal, até o momento todos os controladores de respeito são feitos por empresas do ramo de equipamentos para DJs: mixers, toca-discos, CDJs, processadores de efeitos, e nenhuma delas está acostumada com os problemas inerentes ao mundo dos computadores. Ou seja, o desafio é grande. O M-Audio Xponent “out-of-the-box” (logo que sai da caixa) Sempre que você recebe um produto que acabou de comprar, não tem momento mais legal do que a hora de desembrulhar o pacote, não é? Esse momento é tão mágico pra tantas pessoas que um site gringo se especializou na arte de filmar e fotograr produtos sendo abertos: o Unboxing. Seja um mixer, um celular, aquele box de DVDs da temporada de sua série favorita, até mesmo um Ferrorama, é sempre um momento legal. ...

2007-11-07 · 15 min · 3060 words · Submusica

Conheça a Mbox2 Micro: o Pro Tools cabendo no bolso

Depois do lançamento do Logic 8, da Apple, era de se esperar que o mercado fosse reagir. Mas confesso que eu nāo esperava uma reaçāo tāo rápida: a Digidesign acaba de dar mais um grande passo em liberar os usuários do Pro Tools da amarraçāo física de suas interfaces de áudio com o lançamento da Mbox2 Micro, que você confere na foto aí ao lado. Com formato de um simples pen drive, a Digidesign vai dar uma boa sacudida no mercado de produçāo com este lançamento. Entenda o motivo. O legado do Pro Tools: ancorado à estaçāo de trabalho Quem é das antigas vai lembrar que ter Pro Tools significava ter que comprar uma placa de som PCI enorme que ficava presa dentro do gabinete de um computador. Como naquela época laptops eram muito, muito caros, e deviam em termos de potência e expansibilidade quando comparados aos computadores desktop, era normal você ter um poderoso PC ou Mac capitaneando um estúdio. A coisa melhorou muito recentemente, com a linha Mbox se tornando um grande alívio pra turma que migrou para os laptops e Macbooks, afinal, rodar Pro Tools passou a ser muito mais fácil, pois bastava carregar uma caixinha a mais na mochila, e pronto. Você está livre pra poder ir até a casa daquele seu parceiro e trabalhar em conjunto com ele, sem grandes perdas de tempo. Mas agora a Digidesign deu o passo certo: colocou uma Mbox2 dentro de um pen drive, a grosso modo. Pra quem já tem uma Mbox2, pouco importa esse novo lançamento. Afinal, elas já estāo acostumadas com a rotina de trabalhar apenas em estúdio, e pra quem vem pilotando Pro Tools desde a década passada, carregar uma Mbox2 nāo é inconveniente algum. ...

2007-10-28 · 4 min · 793 words · Submusica

Vestax VCI-100 + botões de fliperama = "Controlerismo"

Essa eu vou deixar pra você comentar: o DJ Tech Tools postou um vídeo de uma modificação feita no VCI-100 da Vestax -- aquele mesmo que eu analisei há pouco tempo. Eu já tinha visto uma foto antes, no fórum da Native Instruments, mas não tinha acreditado. E hoje achei uma demonstração dele em vídeo. Segundo o autor, Ean Golden, a idéia é fazer o que o pessoal está começando a chamar de “controlerismo”: uma analogia ao termo turntablism, em que DJs fazem as tradicionais peripécias e manobras usando controladores midi. O problema é que ainda não temos controladores realmente bons para isso. Eis que ele teve uma idéia e fez uma modificação inusitada em seu Vestax VCI-100: colocou botões de fliperama (!). Quem já matou umas horas no fliperama quando moleque sabe muito bem que não tem controle mais resistente e com melhor resposta. Agora, e aí? Tosco? Genial? Assista ao vídeo e diga pra gente o que você achou. ...

2007-10-22 · 1 min · 161 words · Submusica