Os efeitos sonoros de Star Wars

Mesmo 30 anos depois do lançamento do seu primeiro filme, a série Guerra Nas Estrelas ainda surpreende com seus efeitos sonoros. Assista um vídeo com os melhores efeitos sonoros de Star Wars, e saiba como eles foram produzidos Que a série Guerra Nas Estrelas (Star Wars) é um marco no cinema, ninguém duvida. Seus efeitos visuais e narrativa seduziram diversas gerações, desde o episódio original, de 1977. Porém existe um aspecto surpreendente da série e que pouco se fala a respeito: a sonorização. Além da maravilhosa trilha musical de John Williams, os efeitos sonoros de Star Wars sempre surpreendem. Mesmo os criados há 30 anos atrás pelo mestre Ben Burtt continuam a causar impacto e parecem usar os mais modernos sintetizadores e técnicas de produção da atualidade. O site Unindentified Sound Object compilou um vídeo com os 10 melhores efeitos sonoros de Guerra Nas Estrelas. Vamos � ele: Os 10 melhores efeitos sonoros da série Guerra Nas Estrelas O vídeo dá destaque � alguns sons que passam desapercebidos de qualquer um, como por exemplo o som dos geradores da Estrela da Morte sendo desligados por Obi Wan Kenobi. Ben Burtt é o grande cérebro na criação e concepção destes efeitos sonoros e de muitos outros sucessos, como a série Indiana Jones e o filme ET, o Extraterrestre. E mostra sua genialidade não só nos filmes, mas também aonde foi buscar inspiração e matéria prima para o seu trabalho. Depois de um pouco de pesquisa, eis aqui uma pequena lista com a origem de alguns dos efeitos sonoros mais clássicos da série. ...

2007-06-09 · 5 min · 984 words · Submusica

Laptops e problemas de postura

Com o preço cada vez mais baixo e a popularização das redes sem fio, mais e mais pessoas estão aderindo aos laptops. E com isto, um aumento exponencial de pessoas com problemas musculares, segundo os especialistas. A cada dia, aumenta o número de pessoas que correm o risco de causar “dano irrecuperável” às suas espinhas dorsais, nucas, costas e ombros. Tudo por causa da má postura ao usarem seus laptops. Milhões de pessoas correm este risco, e especialistas dizem que 4 em cada 5 pacientes causam dano crônico aos nervos por trabalharem com computadores portáteis. ...

2007-06-01 · 4 min · 640 words · Submusica

Binaural Recording: som 5.1 em fones

Hoje em dia todo mundo quer ter um home-theater com caixas de som 5.1 (ou mais) para curtir toda aquela imersão sonora que o som espacial permite. Porém, existe uma técnica muito ignorada que dá um efeito muito superior, e usando fones de ouvido comuns: o esquema Binaural Recording, ou “gravação bináurea”. Não, não estamos falando daqueles fones multimídia que possuem 3 conectores estéreo, que são ligados às saídas de uma placa de som 5.1 e que reproduzem todas elas dentro do fone. Nada disso. Estamos falando de você usar fones de ouvido comuns e sentir uma imersão que não deixa nada a desejar ao melhor home-theater em termos de imersão, uma sensação que é simplesmente indescritível. Então, nada melhor do que ouvir uma demo do efeito chamada “Luigi’s Virtual Haircut”, que simula uma ida a um engraçado barbeiro italiano e seu assistente Manuel – o áudio está em inglês, mas mesmo assim a demonstração não deixa de impressionar. Confira – sem esquecer dos fones de ouvido: [podcast]/download/18/[/podcast] [download=18] Incrível, não? Isto é possível usando um esquema de gravação com dois microfones, cada um dedicado a captar o que seria um dos ouvidos, que ficam afastados a cerca de 18 centímetros um do outro. Em tese, isto simula a zona neutra que existe entre nosso ouvidos e permite a captação do som de maneira mais real. Mas não é só isso: o processo mais profissional inclui ainda microfones de alta sensibilidade, que são colocados dentro de um molde de uma cabeça humana, de forma a simular todo caminho percorrido pelas ondas sonoras através de nossas orelhas. O esquema Binaural Recording emprega dois microfones posicionados a simular a posição dos ouvidos humanos Este é o segredo do tal “efeito”. Porque, como diz o próprio personagem Luigi, da demonstração acima, não há efeito algum, e sim o processamento natural do cérebro, que distingue variações de força, tom e equalização e calcula, automaticamente, a distância e a posição do que é escutado. Ao tocar o arquivo em fones de ouvido, nosso cérebro é automaticamente enganado e nos leva a acreditar que o que estamos ouvindo está se posicionando de maneiras diferentes. Apesar de parecer novidade, o esquema de gravação bináurea foi inventado em 1881, e veio se popularizar 40 anos depois, na década de 20. Naquela época, uma rádio de Connecticut (EUA) chegou a transmitir concertos usando este padrão de som. Porém, como naquela época não havia transmissão de rádio em estéreo, ela transmitia o canal esquerdo em uma estação, e o direito em outra. Era necessário que o ouvinte tivesse dois aparelhos de rádio, algo caríssimo naquela época. Apesar da imersão oferecida, o sistema caiu em esquecimento nas décadas seguintes. Como ele precisa ser apreciado usando fones de ouvido, as pessoas nunca deram muita bola, pois até a chegada do lendário walkman, fones de ouvido eram vistos como algo incômodo – as pessoas só se preocupavam em consumir música que fosse possível ouvir no aparelho de som em casa ou no carro. A mais recente trilogia de Guerra Nas Estrelas usa e abusa do esquema de gravação bináureo Recentemente, na constante luta por oferecer uma experiência melhor, a indústria cinematográfica acabou resgatando o efeito, que tem sido plenamente utilizado na masterização sonora de filmes atuais – a nova trilogia de Guerra Nas Estrelas, de George Lucas, é um belo exemplo disto. O grande barato é que essa experiência só acontece usando fones de ouvido. Ao usar caixas de som convencionais, o efeito se perde, pois novamente entra em ação o sistema de escuta humano e suas características, anulando o efeito. O experimento é um ótimo exemplo de temas que vamos abordar aqui no Submusica no futuro: sobre como diferentes tipos de música e áudio requerem diferentes tipos de equipamento para serem escutados. Isso explica porque tanta gente vê graça em certos estilos musicais, enquanto outras não. Muitas vezes, é uma questão de imersão. Agradecimentos ao Daniel Sollero do Eisso.org pela dica! ...

2007-05-30 · 4 min · 681 words · Submusica

Rádios online em extinção

No dia 3 de março de 2007, o CRB (Copyright and Royalties Board), grupo que coordena as ações referentes a direitos autorais dos EUA, mudou as regras do jogo para as rádios da Internet, aumentando a taxação em até 1200%. A partir do dia 5 de julho de 2007, se nada for feito, inúmeras rádios online irão fechar as portas. Por conta de um pedido da RIAA, a famigerada associação da indústria de gravadoras que já causou fechamentos de vários sites e serviços de P2P, como o lendário Napster, o CRB ignorou o fato que as rádios online já são obrigadas a pagar o dobro do que pagam as rádios por satélite em relação � execução das músicas, e aumentaram as taxas ainda mais. Em 2005, a taxa era de 0,0007 de dólar por cada música executada por streaming. Pela nova regra, em 2010 a taxa será de 0,0019 centavo. Parece pouco, não é? Mas só que este modelo de taxação é um repeteco do mesmo modelo que é aplicado nas rádios tradicionais, como as rádios FM que você escuta no seu carro. E é aí que o bicho começa a pegar. Uma rádio tradicional transmite suas músicas para sua audiência, e paga pela execução daquela música. Só que apenas uma música é transmitida por vez. Ou seja, se ela tem 1 milhão de ouvintes, ou apenas 3, todos eles estarão ouvindo a mesma música. Rádios online que oferecem serviço do tipo “on demand”, onde você escolhe o que quer escutar, como a Last.fm e a Pandora, por exemplo, estão transmitindo diferentes músicas pra cada ouvinte ao mesmo tempo. Se um deles tiver uma audiência de 1 milhão de ouvintes ao mesmo tempo, provavelmente estará transmitindo quase 1 milhão de músicas diferentes ao mesmo tempo. A grosso modo, é como se ela tivesse 1 milhão de estações. E pagaria 1 milhão de vezes mais impostos. “Pirate Radio”, arte por Asaf Hanuka (www.asafhanuka.com) Para rádios online menores, havia uma opção de pagar um percentual sobre o que a rádio faturava, uma opção muito mais justa, afinal a quantidade de músicas que se executa por dia em cada estação é a mesma, independente do porte da rádio. Porém isso acaba também com a nova regra. O grupo SoundExchange, entidade responsável pelo recolhimento dessas taxas, diz que quer pegar os peixes grandes – as rádios online de empresas como AOL e Yahoo!, por exemplo. Mas o fato é que com esta nova forma de tarifação, as rádios pequenas já vão levar uma porrada muito grande nos seus custos de operação, e quanto mais crescerem suas audiências, pior a situação fica. Sim, pois ter mais audiência pra uma rádio online significa ter mais custos, afinal cada ouvinte consome banda dos servidores que transmitem o áudio – diferentemente das rádios convencionais, onde o sinal trafega livre pelo ar, e onde um aumento de 15% de audiência de um mês pro outro não muda absolutamente nada em termos de custos. Outro ponto é que operar uma rádio tradicional requer maquinário e profissionais dedicados. O tamanho da operação é sempre proporcional ao porte da rádio. Já uma rádio online dá muito menos trabalho, e não � toa temos rádios enormes como a Last.fm, que hoje é a maior da Internet, com menos de 100 funcionários. A Pandora tem menos de 40 funcionários. São empresas pequenas e que não faturam tanto, pois conteúdo em áudio ainda é difícil de ser rentabilizado, já que a tecnologia atual para entregar anúncios ainda não é tão eficiente como a que é usada para entregar banners e links patrocinados em páginas web. SaveNetRadio: contagem regressiva para o em que a música morre E outro ponto importantíssimo: se os usuários escolhem o que querem ouvir, como replicar a indústria do jabá, que é o que sustenta canais de tv e rádio abertos pelo mundo todo? Sem poder empurrar as boy bands, grupos de axé e rappers metidos � marginal na goela abaixo da audiência, como se ganha dinheiro? A situação fica ainda mais feia pois estas rádios já pagam direitos de execução aos artistas. E aí você se pergunta: mas que raio de briga é essa então? Acontece que o grupo SoundExchange fazia parte da famigerada RIAA até 3 anos atrás. Ou seja, sua diretoria ainda está carregada de tubarões das gravadoras. Que querem morder um pedaço maior do bolo, principalmente depois da virada de mesa das lojas de música online que concorrem com o iTunes, da Apple. Pois, para concorrer com a gigante da música digital e dona do iPod, a solução para as outras lojas digitais foi casar a oferta de rádio online e assinatura: você paga uma mensalidade fixa para consumir o quanto quiser de música. Isto, é claro, não agradou às gravadoras, que não tinham outra saída, pois ninguém vai concorrer vendendo música no varejo com a Apple nesta altura do campeonato. Bom, este é o cenário desenhado. A partir do dia 05 de julho de 2007, alguma coisa vai acontecer: ou as apelações ao congresso americano vão gerar algum efeito, ou a SoundExchange vai finalmente passar a cobrar suas taxas pela nova regra – que já está em vigor desde o começo do ano, ela apenas “foi legal” e deu esse prazo de carência pra que as rádios online arrumem a casa – mas malandramente, ela vai cobrar os atrasados. Aqui no Brasil não temos muito o que temer, mas sabemos que todas as sacanagens que acontecem lá sempre são repetidas aqui, colonizados disfarçados que somos. É torcer pra que o movimento SaveNetRadio consiga conquistar mais e mais adeptos, e que mais uma vez, as comunidades que perambulam a Grande Rede façam algo pra salvar uma das mais clássicas vantagens de se acessar a Internet: poder escutar música onde o dial do seu rádio nunca sonhou alcançar. ...

2007-05-26 · 5 min · 973 words · Submusica

Aaron Spectre no ARS Electronica

O projeto Drumcorps, do produtor americano Aaron Spectre, recebeu honras de distinção pelo trabalho no album Grist, na última edição do festival Ars Electronica, que acontece anualmente na Áustria. Um reconhecimento muito importante para uma das melhores revelações da música eletrônica nos últimos anos . O produtor Aaron Spectre é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores talentos da música eletrônica atual. Muito conhecido pelos ouvintes do gênero raggacore, o produtor se destaca pela versatilidade em suas produções, que vão do dubstep até ao ambient, passando pelo hardcore, drum n’bass e, claro, raggacore – uma das suas especialidades. O produtor Aaron Spectre durante uma de suas apresentações ao vivo Aaron está hoje radicado na Alemanha, mas é um verdadeiro cidadão do mundo: vive em turnê por diversos países da Europa, América do Norte e ”sia, e só pára em seu estúdio para dar continuidade às produções. Entre seus diversos projetos, que incluem um genial Live PA onde utiliza diversos controladores midi, existe o projeto Drumcorps, que acrescenta o peso de guitarras ao vivo ao já intenso som do jovem produtor. Aaron já possui uma discografia de respeito, ainda que curta. Colecionando o respeito de nomes do calibre de Mary Anne Hobbes, host da Radio1 (BBC UK), e de publicações importantes como a revista XLR8R, o produtor obteve mais uma importante conquista: uma honra do festival austríaco ARS Electronica pela distinção do seu trabalho � frente do projeto Drumcorps, com o álbum Gist. O álbum Grist, do projeto Drumcorps, de Aaron Spectre O ARS Electronica é um festival que já premiou diversos medalhões da música eletrônica mundial. Aphex Twin, Chris Cunningham, Peter Gabriel, Sunn((O))), Plastikman e Autechre são apenas alguns que já foram agraciados no passado, indicando não só o compromisso do festival em reconhecer talentos que realmente trazem inovação � música eletrônica, mas também demonstrando o peso e a importância desta indicação na carreira do jovem Aaron Spectre. Ele, que se diz muito honrado com a conquista, promete um belíssimo set ao vivo na noite de gala do festival, que vai acontecer no dia 07 de Setembro deste ano. O álbum Grist já possui versão em CD disponível para venda, e a versão em vinil de 12" chega às lojas este mês. Vídeo da apresentação do Drumcorps no Japão: barulho e insanidade nunca combinaram tão bem O produtor ainda encontra tempo para manter seus trabalhos solo em andamento. O CD Lost Tracks está no forno e deve chegar às ruas em algumas semanas, e algumas faixas já podem ser escutadas no Virb do produtor. Vale muito a pena conferir. Nós do Submusica ficamos na torcida pelo sucesso do Aaron Spectre e aguardando ansiosamente pela visita do mesmo ao Brasil. Afinal, pessoas como Aaron são fundamentais para que haja inovação na música eletrônica. Abra sua mente e comece a escutar coisas diferentes. Pode até soar esquisito no começo, mas se dê a chance de conhecer o trabalho. Todos que o fizeram não se arrependeram, e o prêmio da ARS Electronica só confirma que o cara realmente manda bem. Ouça a faixa principal do álbum Grist, do projeto Drumcorps: [display_podcast] ...

2007-05-25 · 3 min · 536 words · Submusica

O Código Tarantino no Youtube

Corre Internet afora um link de um vídeo no Youtube chamado de “Tarantinos Mind”. Trata-se de um curta-metragem de 10 minutos, estrelado por Selton Mello e Seu Jorge, e que desvenda todas as interconexões entre as personagens dos filmes do diretor Quentin Tarantino. Assista aqui. O curta, uma excelente produção nacional, virou febre e não pára de pipocar nos messengers e e-mails da rede afora. Fala sobre dois amigos em um bar, conversando sobre diversos assuntos, em um diálogo que faz jus ao constante uso de meta-linguagem, característica marcante dos filmes de Tarantino. Confira: ...

2007-05-22 · 1 min · 120 words · Submusica

Dor de cabeça pode valer 5.000 reais

Um bando de vídeos com um tema inusitado assola o Youtube: é o Festival de Curtas Neosaldina, uma gincana onde valem vídeos filmados usando qualquer mídia, até o celular. O motivo de tanto agito? Além do tema engraçado, o vencedor vai faturar 5.000 reais. Haja dor de cabeça! O Youtube está sendo tomado de assalto. Tudo porque os 10 vídeos mais votados pela Internet no concurso de curtas serão os finalistas do festival. Os melhores concorrem ao prêmio de R$ 5.000,00, e serão exibidos na programação do canal MTV, e ainda no site e na revista da emissora. O site www.curtasneosaldina.com.br já se encontra com dezenas de vídeos, além dos três feitos pela produção do festival para inspirar os internautas a fazerem suas filmagens: Confira mais sobre o festival visitando www.curtasneosaldina.com.br ...

2007-05-16 · 1 min · 131 words · Submusica

Bungle: drum n'bass por uma boa causa

O brasileiro André Sobota, mais conhecido como Bungle , está com a corda toda: além de ter acabado de excursionar pela Europa, em tour de lançamento do seu primeiro álbum solo “Down To Earth”, ainda descolou um tempo para se filiar à entidade de ações sociais Bottletop, da Inglaterra. Bungle não pára quieto. Depois de colocar na rua seu primeiro álbum solo “Down To Earth”, publicado pelo selo CIA, da dupla Total Science, foi pra Europa excursionar para divulgar o novo trabalho, e já aterrisou no Brasil com o desafio de encarar a tenda Marky & Friends do último Skol Beats. Isto tudo em meio a lançamentos constantes de singles com diversos parceiros como DJ Marky, Ney Faustini e Maurex (Index), como aponta sua discografia no site Rolldabeats. E como se não bastasse o turbilhão de trabalho, ainda sobrou tempo para ajudar uma causa nobre. Bottletop é uma organização sem fins lucrativos, que funda projetos de impacto positivo na saúde e bem estar de jovens no mundo todo. A Bottletop dá foco em iniciativas educacionais, com ênfase em orientação sexual para jovens sem acesso à qualquer tipo de informação – prevenindo-os, por exemplo, de DSTs como o virus da AIDS. Uma das formas de ajudar a organização é a partir do levantamento de fundos através de moda e música. Bungle filiou-se à causa da Bottletop, e está participando do novo álbum da entidade chamado “Sound Affects: Brasil”. Sound Affects: Brazil, com Bungle e Nu Tone Neste álbum, Bungle remixa uma faixa, que ao lado de um remix do experiente Nu Tone, será lançada em vinil formato single: a. Tenório Jr. – Nebulosa (Nu Tone remix) aa. Bazeado – Segunda Feira (Bungle remix) O remix já do Bungle para a faixa “Segunda-Feira” já pode ser escutada no MySpace do produtor. ...

2007-05-15 · 2 min · 308 words · Submusica

Use o Google para baixar mp3

Está no trabalho e na pilha de baixar uma musica? Em casa usa-se Bit Torrent, Emule, Soulseek, mas no trabalho nunca é permitido instalar este tipo de programa. Tudo bem: o G2P.org usa o Google para buscar mp3, pdf, ringtones e mais uma pá de coisa. Apresentando o G2P.org, um site que serve para você encontrar arquivos que normalmente você só encontraria usando programas de P2P. Nele você digita o que deseja, escolhe o tipo de arquivo que você está querendo, e pronto: ele te ajuda a fazer uma complexa busca no Google para encontrar o que você deseja! G2P.org: use para encontrar mp3, pdf, ringtones, albums e muito mais Você pode escolher por buscar os seguintes tipos de arquivos: - Músicas em MP3 - Ã?lbuns de música (CDs) comprimidos em RAR ou ZIP - Programas - Livros em formato PDF - Ringtones E tem ainda a opção “proxify”, que serve para você navegar em sites bloqueados no trabalho usando o próprio Google para puxar as páginas que você quer navegar pra você. O que o G2P faz é elaborar complexas buscas que varrem o que o Google achou pelos sites afora. Muita gente curte colocar suas musicas prediletas em um diretorio escondido em seu proprio site, para acessá-las de onde estiver. Acontece que esses diretorios nem sempre estão tão escondidos assim, e o Google acaba descobrindo-os. É claro que todas estas opções não funcionam 100% e muitas vezes não encontram o que queremos. Mas é uma belíssima opção que pode salvar a pátria quando se está com acesso bloqueado a algumas coisas. Experimente agora mesmo: www.g2p.org ...

2007-05-11 · 2 min · 267 words · Submusica

A história do house em vídeo

Raridade que muitos procuraram feito loucos tempos atrás, a série de documentários “Pump Up The Volume” foi parar completinha no Google Video. Composta de três partes, a série conta todo a história da house music em um total de três horas ricas de vídeo. Confira abaixo os vídeos que foram publicados no Google Vídeo, e aproveite antes que os memos saiam do ar. Infelizmente os mesmos estão em inglês e sem legendas, mas mesmo assim vale uma passada de olho, nem que seja pra ouvir a trilha sonora: Pump Up The Volume - Parte 1: Pump Up The Volume - Parte 2: Pump Up The Volume - Parte 3: E graças ao usuário djwampus do forum da Native Instruments, alguns links para download direto, em formato Real Vídeo. Ainda não tivemos tempo de testar, mas parece que estão com qualidade um pouco melhor: ...

2007-05-07 · 1 min · 160 words · Submusica