Numark NS7, o mais novo Serato. Pode chorar, meu filho.

Falamos agora há pouco do Serato ITCH, a coçadinha que deu no pessoal da Serato em ingressar no mundo dos controladores. Pois bem, eis aqui a primeira cria do namoro dela com a Numark (graaaaaande Numark), o NS7, mais um controlador midi a invadir o mercado. Peraí, MIDI? Ué, o pessoal da Serato não disse que ia usar um outro padrão? Pois é. Vai entender esses press-releases. O fato é que parece ser um belo controlador com dois pratos de vinis giratórios, no melhor estilo SC System, da Stanton. A diferença aqui é que é tudo uma peça só. Grande demais pra ser carregado, pequeno demais pra ser usado em estúdio. Com pratos de 7 polegadas, construção toda em metal, e placa de som de boa qualidade embutida, o dispositivo USB manda áudio muito mais rápido do que o padrão. O que isso quer dizer eu não sei, mas soa bonito. A parte do mixer possui 8 knobs, 8 controles giratórios e dois faders, além de um crossfader profissional (bocejo). Confira um desenho conceitual em alta, e visite o site Skratchworx para mais detalhes do chatíssimo press release. Na boa, se é pra esse caminho que o pessoal da Serato vai, melhor eles ficarem onde estão. Vamos ver como sai o da Vestax, que não anda mandando muito bem, na minha opinião. Fan boys do Serato, podem chorar, porque o único update que vocês vão ter por ora é esse. E sem essa de dizer que “não precisa” porque é o que vocês mais querem… ...

2008-01-18 · 2 min · 255 words · Submusica

Wavosaur, poderoso editor de áudio leve e grátis [Download Windows]

O Audacity é considerado o melhor editor gratuito de arquivos de áudio como wav e mp3. Ele é realmente muito bom, mas sofre de algumas pequenas limitações por ser um programa multi-plataforma: softwares que rodam em tudo costumam se privar de funcionalidades mais “nativas” de um sistema. O Sound Forge é unanimidade quando se trata de editar áudio no Windows, mas é caro e já está um pouco ultrapassado e entulhado de coisas um tanto quanto inúteis. Conheça o Wavosaur, o dinossauro dos arquivos wave, que serve para editar qualquer tipo de áudio no Windows, e é um executável minusculo, de poucos KB, que nem precisa mesmo ser instalado: basta extrair o zip pra qualquer lugar, dar dois cliques para executar e ser feliz. E o bicho é bem poderoso, e melhor: 100% gratuito. Bom, depois dessa descrição, nem preciso falar muito. É só baixar rapidinho e botar pra rodar, sem estresses. Vai lá e dá um confere, porque este infelizmente não tem pra Mac, mas promete ser o melhor amigo dos DJs que precisam dar uma editada rápida nas músicas, acertar volumes ou cortar pedaços de um set, e por aí vai… Visite o site do Wavossaur em www.wavosaur.com ...

2008-01-18 · 1 min · 200 words · Submusica

Serato parte para os controladores com o Serato ITCH, mas sem midi

Mais um fabricante se aventura no mundo dos controladores, e dessa vez é a Serato, co-responsável pelo “unânime” Serato Scratch Live (a outra ponta é a Rane, tradicional fabricante de equipamentos de áudio que faz o hardware do SSL). Depois de 3 anos fazendo constantes mas pequenas atualizações no Serato, mas sem atualizar o danado (que ainda é uma caríssima caixa preta USB 1.1), o Serato ITCH é uma plataforma de software feita para ser integrada a controladores com comunicação direta no hardware, sem usar o protocolo midi. Isso mesmo. Diz o press release que a idéia é ter um protocolo de comunicação eficiente, já todo mapeado de fábrica, em que você tira da caixa, espeta numa porta USB e sai usando, e com performance superior aos controladores midi. Diz ainda que quando os fabricantes de hardware (Vestax e Numark) perguntaram “quanto espaço de dados na conexão USB vocês precisam?”, a resposta foi “o máximo que vocês puderem deixar pra gente”, algo que os surpreendeu pois os outros fabricantes de software (leia-se Native Instruments) solicitaram muito pouco. Vamos ver o que vai acontecer. De cara, eu fico cético pois: - Não usar o padrão MIDI? Isso é loucura. Mais uma vez eles pensam em hardware proprietário. Você gasta sua grana com um controlador que só vai rodar no programa deles, como era o Serato SSL no começo (até que, sob pressão, eles finalmente liberaram o mesmo pra funcionar como placa de som). - Vestax e Numark como parceiros iniciais. Estranho, deveria ser a Rane, que é um dos grandes pontos fortes do SSL, pelo excelente fabricante de hardware que é. Vestax está se mostrando uma empresa muito incompetente pra lidar com hardware digital, e a Numark tem feito tantos produtos novos que dá até vontade de rir, pela falta de foco. - Mais uma vez, a Serato parte pra fazer uma solução estanque, que não anda com as próprias pernas. Como aconteceu na parceira da Stanton e da Native Instruments no FS2, comprar soluções que dependam de terceiros pra funcionar é algo muito complicado. Basta uma briga e pronto, você fica na mão. A indústria já mostrou que soluções mais amarradas só trazem benefícios pro usuário, pois o suporte e as decisões importantes vêm de um lugar só. É assim no mundo Apple, no mundo dos games, de muitos celulares e palms. Me dou a liberdade de especular: eu acho que a Rane está pulando fora do barco. Indícios não faltam. A Serato é fabricante apenas de software, aliás, um excelente fabricante (exceto na parte das interfaces, porque meu deus, será que na Nova Zelândia não existem designers? Duvido). Pra ela, o negócio é fazer programas, e a prova está aí. Depois de ver a Native dominar o mercado dos controladores midi ano passado com o Traktor 3 LE e o selo Built For Traktor, onde fechou parcerias com Behringer, Numark, Vestax, Allen & Heath, Hercules e tantos outros, era mais que natural que a Serato partisse pra uma solução assim. Já a Rane ganha grana é montando a caixa preta do SSL. E é engraçado que um sistema de simulação de vinil que venda tão bem e já tenha conquistado tantos adeptos não tenha sofrido um upgrade sequer. É muito dificil você se manter 3 anos atualizando software, drivers e mantendo uma mesma linha de montagem sem arrancar um centavo dos seus clientes. Não tem plano de negócios que feche assim. A Rane deveria estar doida pra soltar uma versão nova da caixa preta do Serato SSL, mas isso não aconteceu até hoje. E motivos não faltam: o protocolo USB foi atualizado pra 2.0 (se a Serato diz que precisa tanto de largura de banda assim, porque não atualizar o bicho?), a caixa continua grande, existem esquemas de cabos hoje muito mais práticos como no Conectiv e no Traktor Scratch, e mais entradas e saídas seriam algo muito legal também. Mas nada disso aconteceu. Só o TTL-56M (bela sigla, PQP), que pelo preço deve ter vendido uma dúzia no máximo, hehe. Agora, veio essa. E sem MIDI. Eles vão agora alimentar o mito da performance, fechando a plataforma. Burrice danada, é como se o protocolo MIDI não tivesse sido inventando pra tocar instrumentos ao vivo, ou seja, ele entrega velocidades animais, e eu nunca vi um controlador que sofresse de latência – normalmente esse problema está no computador ou na placa de som. Bom, em todo o caso, a novidade é sempre bem vinda. E assim o mercado se aquece, só temos a ganhar! ...

2008-01-18 · 4 min · 755 words · Submusica

SC System: Stanton levanta do túmulo e revoluciona o mercado de DJs

Neste fim de semana começa a NAMM 2008, o grande evento onde os fabricantes de equipamentos de áudio revelam suas novidades para o ano. E é justamente agora que eu volto das minhas férias e começo a trazer as novidades. A primeira fica por conta da Stanton, que revela o tal produto que fez ela abandonar o Final Scratch 2: o Stanton SC System. Se você é DJ profissional ou amador, e independente do que você usa, vinil, CDs, mp3, vale muito a pena conferir este lançamento, pois estamos falando de algo que vai ser um grande passo na forma como se toca, diferente de tudo que já saiu até hoje. Que entender o motivo? Ano passado, quando a Stanton detonou de vez o Final Scratch 2, ela o fez porque supostamente iria lançar um produto revolucionário. 2007 passou e ela ficou morta em seu canto, sem lançar absolutamente nada. Pra mim, a Stanton já era passado. A NAMM 2008 começa amanhã. Ano passado foi o ano dos controladores midi, com soluções vindas de todos os lados, como já vimos aqui no Submusica. Mas o fato é, todas as soluções vieram de novos e pequenos fabricantes, ou então do pessoal que fabrica instrumentos para produção de áudio, como a M-Audio. As únicas exceções foram a Vestax e a Numark. A Stanton resolveu esperar todos arrebentarem a cara e entrou de sola com um equipamento, que, nas palavras dela, “ao contrário dos outros controladores pra DJ, ela oferece qualidade de construção profissional, sem comprometimentos. Cada knob, fader, led e tela de lcd utilizam componentes de qualidade, e mesmo a carcaça é desenhada para suportar anos de uso exigente na vida real, tanto em estúdio como ao vivo”. “Enter The System” lembra o “Enter The Matrix” O site oficial do SC System responde no endereço www.enterthesystem.com, que me faz lembrar o velho e bom “Enter The Matrix”. Ao mesmo tempo que quer dizer “apresentando a Matrix”, também quer dizer “entre na Matrix”. E o caso aqui é: este é O sistema. Stanton: entre no sistema. Note que usaram um laptop Acer, o mais popular entre os DJs no momento O sistema consiste em dois módulos, 100% midi. O primeiro chama-se SCS.1M, e substitui o mixer, e o segundo é um deck virtual com um prato de vinil motorizado (giratório), que pode ser usado para controlar mais de 1 deck, o SCS.1D. SCS.1M, o mixer midi O SCS-1M é um controlador em forma de mixer, com áudio firewire profissional – se for igual ao do ScratchAmp do Final Scratch 2, vai deixar toda a concorrência no chinelo. Além de oferecer inúmeros controles que você pode mapear livremente ao gosto do freguês, ele também tem entradas e saídas para as necessidades do seu estúdio. O módulo principal do sistema, o controlador em forma de mixer, SCS.1M Possui controles totalmente flexíveis e adequados para trabalho com software. Por exemplo: os knobs são do tipos de voltas infinitas, ou seja, eles giram 360 graus. A posição deles é marcada por leds. Isso acaba com aquela pentelhação de ter que acertar a posição dos knobs com o que está na tela do software, comum em todos os controladores do mercado. • Primeiro mixer 100% dedicado a DJs digitais e mobile • 4 canais com knobs e leds de volume similares aos mixers analógicos • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Mapeamento fácil para a maioria dos programas de DJing e VJing • Seção de navegação para escolha de músicas e arquivos • Entradas de microfone, line in e phono, para uso nos mixes e conversão digital • Som firewire compatível com Mac e Windows • Pode ser usado sozinho ou em conjunto com o deck SCS.1D • Saídas TRS balanceadas para o PA, saída RCA estéreo para o retorno (booth) e plug de 1/4" para fones de ouvido • Entrada para controlador de pedais midi Controles midi: • 24 Potenciometros (MIDI CC) • 37 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 4 faders de 45mm (MIDI CC) • 1 crossfader de 45mm (MIDI CC) • 1 codificador rotacional (MIDI CC ou Incremental CC) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 6 medidores de led de 9 segmentos. Um para cada canal e um par para a saída master (L & R), tudo controlável por MIDI Dimensões • 2,71 kg • 10.75" x 3" x 16.75" (LAP) SCS.1D, o deck virtual com disco de vinil motorizado O SCS.1D é um deck virtual, que usa um chassis e formato parecido com os atuais CDJs da Stanton. A diferença é que ele é totalmente MIDI, mas possui um prato motorizado, que utiliza um disco de vinil de verdade para controle dos scratches, no tamanho 10 polegadas – algo que eu acho perfeito para a finalidade: nem muito grande, nem muito pequeno. O SCS.1D, diferente do seu irmão SCS.1M, não tem placa de som. Ele é apenas controlador midi, mas que oferece o esquema de controle mais preciso do mercado. Ele possui um pitch motorizado, que acompanha as modificações feitas via software, e que se ajusta automaticamente conforme o deck que você selecionou. Imagine que você está usando apenas um deck SCS.1D para controlar as músicas dos players A (cujo pitch está no +3%) e B (cujo pitch está em +1%). Ao usar um pedal para mudar qual player você está comandando, o slider do pitch vai automaticamente para a posição correta, do +3% para o +1% (se você mudou o controle do player A para o B). SCS.1D: simplesmente o melhor controlador midi já inventado até o momento. Vamos ver como fica na prática O deck é bastante completo e promissor. Pode ser o acessório ideal pra quem já possui um belo mixer e um par de decks em casa, e quer apenas colocar o laptop pra tocar junto, já que ele pode ser usado com qualquer programa que suporte midi (Traktor, Virtual DJ, Mixvibes, Deckadance, etc), e que pode ser usado com qualquer placa de som (com um pouco de latência se você usar o som onboard do seu computador, claro). Vamos às especificações: • Primeiro deck motorizado totalmente midi e compatível com qualquer programa de DJing ou VJing • Prato motorizado de alto torque de 10" e com superfície de vinil • Pitch motorizado de 100mm que se ajusta para se manter em sincronia com o software • Pads com sensibilidade de velocidade para disparo de samples e quick cues • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Seção de transporte da música com controles tradicionais (play, pause, etc) • Permite controlar mais de um deck ao mesmo Controles midi: • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 1 fader motorizado de 100mm (MIDI CC) Botões e chaves • 4 pads de trigger com sensibilidade de velocidade (MIDI Note On) • 46 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 1 display de posição do cue, com o indicador do deck controlado atualmente (MIDI SysEX controllable) Dimensões • 6,29 kg • 16,75" x 3,25" x 14,5" (LAP) Prato motorizado: • Tipo de motor: 16 poles, 3 phases, sem escovas • Velocidades: 33 1/3 ou 45 rpm • Torque: >4.5 kgf/cm • Tempo de start: 0,2 seg • Tempo de break: 0,2 seg Flexiblidade na hora de montar o seu estúdio Essas são as primeiras peças do sistema SC da Stanton. Provavelmente vem mais por aí, mas o grande legal do projeto (que está há 4 anos no forno) é que você tem fexlibilidade total para comprar somente as peças que precisa e integrar totalmente ao setup do seu estúdio. Veja alguns exemplos: O SC System permite que qualquer DJ ingresse no mundo midi da maneira que achar melhor Realmente se enquadra em qualquer setup, conforme o gosto do freguês. E permite que o DJ faça uma transição suave pro mundo digital, sem ter que vender tudo de uma vez e comprar tudo de uma vez – isso é, se ele realmente quiser migrar 100% pro mundo digital. Conclusão: agora sim, temos um fabricante pegando no batente Até então, só nomes menores fizeram as coisas acontecerem até agora. A Stanton, fabricante do qual ainda guardo uma certa mágoa pelo que fizeram com o Final Scratch 2, mostra que pensou bem no que estava fazendo e entregou um pacote bastante promissor. Isso mostra uma análise que já tinha feito nos comentários da notícia sobre o CDJ-400, e mostra bem que a coisa vai caminhando para o que o Memê profetizou aqui no Submusica, na entrevista que ele nos deu ano passado: estamos ainda num perído de transição, onde os grandes fabricantes ainda vão entrar nesse mercado de MIDI, e muita coisa há de mudar. Se o SC System entregar o que está sendo prometido, ele é um forte concorrente a colocar de novo o nome da Stanton na história da mudança de como os DJs trabalham. Ela fez isso no passado com o Final Scratch, e tem tudo pra fazer com o SC System. Porém, este é um mercado competitivo, onde se você der mole, ser pioneiro não adianta muito – vide que hoje a referência em simuladores de vinil é o atrasado Serato Scratch Live, da Rane/Serato. Eu acredito na visão do Memê que, no final, vamos ter apenas uma “caixa”, onde você joga seus arquivos e faz tudo nela, sem conectar cabos, computadores, parafernálias, e etc. O iDJ2 foi um grande passo nesse sentido, e o SC System, apesar de depender de um laptop, permite que um DJ tenha um sistema mais integrado, e sem aquela pinta de “brinquedo” que os outros controladores têm até agora. Talvez o melhor desse sistema é que você pode ingressar aos poucos. Eu vou observar mais um pouco, mas acredito que, hoje, dia 17 de janeiro de 2008, eu montaria um setup em casa composto de 2 decks SCS.1D com um SCS.1M, e um laptop. Ou então apenas um SCS.1M e um par de Technics MK2 com o Conectiv ou o Traktor Scratch, caso eu ainda prefira usar os pouco vinis que ainda me restam – mas é pouco provável, pois é uma solução bem cara. Pra mim o mais legal é que, no meu caso, onde trabalho 100% com arquivos digitais, o SCS.1M matou mixers elaborados como o DJM700 e DJM-800. Ainda pretendo passar meu Xponent pra frente (depois de fazer um review mais completo) e pegar um iDJ2 da Numark. Depois, quem sabe não vou pro SC System da Stanton. Temos que esperar, pois o mercado está em constante mutação. O fato é, quem está preso ao vinil ou ao CDJ está com os dias contados, não adianta chorar. É como tentar pegar um emprego sem saber mexer em um computador e no MS Office… Para saber mais, visite o site: www.enterthesystem.com ...

2008-01-17 · 9 min · 1879 words · Submusica

Vestax revela o VCM-100: mais midi, mas agora com áudio

Durante o PLASA, evento de fabricantes que aconteceu na Inglaterra, o site Skratchworx teve acesso exclusivo ao stand da Vestax. Entre segredos, algo chamou a atenção: o novo controlador midi da empresa, o VCM-100. Bem mais compacto que o VCI-100, o novo controlador é tido como ideal para a turma do house e DJs que prezam por mixagens suaves e precisas, já que ele não possui o tradicional jog-wheel e oferece grandes knobs para controlar o volume de cada canal. ...

2007-10-06 · 1 min · 140 words · Submusica

E o BCD3000 já está nas ruas

E a Behringer conseguiu: disponível na Europa, o BCD3000 começa a chegar nas mãos de usuários de todos os cantos do mundo. Até mesmo aqui no Brasil já é possível encontrá-lo pra vender. E o que os usuários que já compraram estão achando? Depois de muita espera e antecipação, o BCD3000 começa a chegar nas mãos de diversos usuários, afoitos com a atualização do já lendário BCD2000. O Submusica fez suas previsões há pouco tempo atrás, e agora que o mesmo já está à venda até no Mercado Livre, fomos colher opiniões nos fóruns da vida. ...

2007-07-03 · 3 min · 453 words · Submusica

Placas de som para DJs

Atendendo a pedidos, chegou a hora de falar de um item essencial para os DJs que estão partindo rumo às soluções digitais, sejam elas controladores midi, ou simuladores de vinil: as placas de som. Vamos dar uma rápida olhada no que o mercado oferece no momento. Quando se fala de placas de som, existe um mundo de possibilidades. Mas quando se trata de DJs, existem alguns aspectos que precisam ser levados em conta. Vamos à eles: ...

2007-05-31 · 7 min · 1419 words · Submusica

Áudio no Windows XP para DJs

O Windows Vista chegou, mas não agradou, e nem todos têm grana para um Mac. O jeito é continuar com o velho e bom Windows XP. Se você é DJ e se rendeu ao Final Scratch, Serato, Torq, BCD2000, ou outras formas de tocar com mp3, aqui tem dicas para fazer seu laptop rodar de maneira estável. Laptops (ou notebooks, se você preferir) são a bola da vez. Cada vez mais potentes e mais baratos, mesmo os modelos mais econômicos (na casa dos 2.500 reais) têm potência de sobra para encarar uma das muitas formas de discotecagem digital, seja por emulação com vinis, como no caso dos populares Final Scratch ou Serato Scratch Live; ou ainda através de controladores midi. Some ainda a dificuldade cada vez maior de se importar discos de vinil; o preço absurdo dos CDJs; as lojas de mp3 como Beatport e a Digital Tunes; a flexibilidade dos programas de DJing como o Traktor DJ Studio 3, MixVibes e Virtual DJ, e pronto, a conta fechou: é muito mais vantajoso partir pro mundo da discotecagem digital. A integração do Traktor DJ Studio 3 com o Beatport: compre e toque na mesma tela São muitas as vantagens, mas ainda há um sério problema: a instabilidade do Windows. Mesmo a versão mais nova, o Windows Vista, não resolveu boa parte dos problemas que afligem os DJs. Os Macbooks estão longe de sofrer destes problemas, mas infelizmente nem todos têm acesso a uma máquina Apple. Imagine se, no meio de uma apresentação, a máquina resolve engasgar, deixando a pista sem música no auge da festa? Depois de três anos lidando com Final Scratch 2 e com o Behringer BCD2000, juntei algumas dicas interessantes para você deixar o seu Windows XP nos trinques para tocar com mp3. Estas dicas servem não só pros sistemas acima, mas também para quem usa Ableton Live, ou mesmo para quem produz usando softwares de áudio como o Cubase, Reason ou o Logic. Vamos lá: 1 - Qual versão do Windows XP usar? Quem usa o XP há tempos sabe que depois do Service Pack 2 (SP2) ele ficou um pouco mais lento. Mas em compensação, vários problemas foram resolvidos, então, antes de mais nada, utilize sempre o Windows XP com o SP2 instalado. Afinal, velocidade sem estabilidade de nada adianta. Seu Windows parece que está colecionando ícones desde 1983? 2 - Windows instalado de fábrica? Nem pensar! Todo laptop que se preze vem com um Windows já instalado de fábrica, e os fabricantes sempre procuram colocar alguns programas a mais, com o objetivo de agregar valor. Porém, em muitos casos, estes programas mais atrapalham que ajudam, e você nunca sabe que tipos de problemas eles podem causar. Principalmente os notebooks das marcas Sony e Asus, os mais entulhados do mercado – os da Asus chegam ao cúmulo de carregar 16 ícones ao lado do relógio do Windows, e virem com mais de 20 programas instalados, deixando o sistema lento logo na primeira vez que você o roda. Logo, vença a preguiça: verifique se os seus CDs de instalação vêm com o Windows e os utilitários e drivers separados. Se sim, ótimo: reinstale o Windows e instale apenas os drivers essenciais, como os da placa de vídeo. Se não, vá até o site do fabricante e baixe os drivers um a um (lembre-se de fazer isto ANTES de reinstalar o Windows, pode ser que ele não reconheça sua placa de rede com ou sem fio). Desabilitando o gerenciamento de bateria do Windows XP (em inglês) 3 - Gerenciamento de bateria e dispositivos de áudio Um dos maiores causadores de engasgos no áudio do XP é o seu gerenciamento de bateria, que é ativado quando se instala o mesmo em um laptop. Ele é o responsável por desligar os periféricos a todo o momento, visando poupar energia. Acontece que um bug faz com que dispositivos de áudio como placas de som USB ou firewire sejam “desligados” a todo o momento, resultando em quedas no sistema de áudio. O resultado? O som é interrompido por alguns segundos de tempos em tempos. Isto acontece muito com usuários do BCD 2000 e do Final Scratch 2. Para resolver: - Clique em Iniciar / Configurações / Painel de Controle / Sistema. - Na janela Propriedades do Sistema, clique na aba Hardware. Clique em Gerenciador de Dispositivos. - No Gerenciador de Dispositivos, abra o item Baterias. Nele há dois itens, o “Adaptador AC” e o “Método de Controle de Bateria”. Em cada um deles, dê um clique com o botão direito do mouse e selecione a opção “Desabilitar”. Reinicie o seu computador em seguida. Pronto. Isto já deve resolver na maioria dos casos de quedas no sistema de áudio. A única diferença é que seu computador não saberá mais dizer quanto tempo de bateria resta, mas ela carregará e funcionará normalmente. Qualquer coisa, você pode ir lá e habilitar ambos. Você pode até dormir, mas seu laptop, não 4 - Impedindo que seu laptop durma O Windows tem outros esquemas para economizar energia. A Hibernação é um recurso que pode causar sérios problemas em diversos chipsets. Desabilite-a: - Clique em Iniciar / Configurações / Painel de Controle / Opções de Energia - Na aba “Hibernação”, desmarque a opção “Habilitar a hibernação” 5 - Evitando desligamentos acidentais Existem algumas teclas que, quando pressionadas, fazem o laptop entrar em modo de espera ou sair desligando sozinho. Isto nunca acontece sem você apertar algo, mas é melhor evitar acidentes e reconfigurar estas opções: - Clique em Iniciar / Configurações / Painel de Controle / Opções de Energia. - Na aba “Esquemas de energia”, ligue a opção “Sempre ligado”. Cerifique-se que o sistema nunca desligue os discos rígidos nem entre em estado de espera. - Na aba “Avançado”, configure para que o computador “não faça nada” quando você fechar a tampa do laptop, e “pergunte o que fazer” quando você apertar os botões de desligar ou suspender. 6 - Desligue o que for desnecessário Em casos mais extremos, pode-se desligar alguns periféricos e acessórios que podem atrapalhar sua performance. São eles: redes sem fio, bluetooth, drives externos, drives de CD/DVD, e demais periféricos USB que não estiverem em uso. Siga as instruções do manual do seu laptop para tal. 7 - Memória, muita memória Alguns programas como o Traktor ou o Final Scratch rodam com configurações modestas. Mas é sempre bom ter mais memória RAM, pois assim o programa poderá carregar os arquivos mp3 inteiros na memória, sem precisar ficar lendo os arquivos no disco rígido o tempo todo. 512 MB já rodam bem vários programas de áudio, mas prefira ter no mínimo 1 GB para poder trabalhar com segurança. No BCD2000 é possível conseguir até 4ms de latência, mas só se seu laptop aguentar! 8 - Latências ASIO: quanto menores, mais arriscadas Placas de som profissionais têm controle de latência ASIO que pode ser ajustado. Quanto menor a latência, menos tempa leva para que seus comandos interfiram no áudio – o que é essencial quando se está usando o computador para tocar. Porém, quanto menor a latência, mais suscetível à engasgos no áudio seu sistema fica: tudo depende da sua configuração. Tenha em mente que abaixo de 10ms o cérebro humano não consegue distinguir diferenças. A não ser que você pretenda fazer scratches ou manobras arrojadas, utilize algo em torno dos 15 ms. É mais seguro. Lembre-se do ditado: devagar e sempre. :) 9 - Atualizar? Nem sempre. Comumente vemos muita gente dizendo que sempre devemos manter drivers e tudo o mais atualizados. Bom, isto é verdade em parte: se algo não está quebrado, então não tente consertar. Faça atualizações somente se tiver certeza que vai resolver algum problema que está tendo, e se não está tendo problema algum, não mexa. Atualize, sim, anti-vírus e anti-spyware e correções de segurança de seus programas de Internet, mas quanto aos drivers e aplicativos essenciais, muito cuidado – pode ser que durante uma atualização alguma incompatibilidade aconteça. 10 - Windows saudável, performance saudável Por último, não poderia deixar de citar a clássica dica: mantenha seu Windows limpo e organizado. Evite instalar muitos programas, desfragmente o disco rígido regularmente, e desligue programas que não estiverem em uso – anti-vírus em especial. São várias dicas de otimização que podemos encontrar facilmente pela Internet, e que nem cabem citar aqui. Procure visitar sites como o Baboo e o Fórum PCs, eles estão repletos de dicas sobre como melhorar a performance do Windows e mantê-lo saudável. Tem mais alguma dica importante que ficou de fora? Então deixe ela em um comentário logo abaixo. Assim que tivermos mais dicas novas, vamos publicá-las aqui no Submusica. Até a próxima! ...

2007-05-09 · 7 min · 1445 words · Submusica