Xponent e Conectiv vão ganhar um banho de loja com o Torq 1.5

Inovação. Se tem uma palavra para definir o trabalho que a M-Audio e seu núcleo de produtos para DJs, o Synchro Science Labs, a palavra é esta. Inovação. Passada a NAMM 2008, o grande evento anual onde fabricantes de equipamentos de áudio mostram suas novidades, e onde vimos inúmeros equipamentos sendo apresentados, tudo o que o pessoal da M-Audio mostrou foi a nova versão do Torq 1.5. E aí você deve se perguntar: mas onde está então essa inovação sem lançar nenhum equipamento novo? Eu explico. Mas primeiro, vamos assistir aos vídeos que o pessoal do Skratchworx (sempre eles) gravou com a apresentação do novo Torq 1.5. E aí bater aquele rápido papo sobre as novas features e porquê o Submusica acha que muitas vezes não lançar um produto novo pode ser inovar. Nos vídeos gravados pelo pessoal do Skratchworx, o simpático Chad (um dos líderes da divisão Synchro Science, e o mesmo apresentador dos vídeos do site oficial do Torq) dá um passeio pelas principais novidades do Torq 1.5. O áudio está em inglês, mas vale a pena conferir mesmo assim, e já já comentamos sobre eles: Demonstração do Torq 1.5 e suas novas funcionalidades - Parte 1 Demonstração do Torq 1.5 e suas novas funcionalidades - Parte 2 Bom, pra quem não pegou as explicações, vamos a uma rápida passada sobre o que vem por aí: - Novo time stretch/master tempo : aquela clássica funcionalidade que temos nos CDJs e faz a alegria de muitos DJs, ao permitir que você altera a velocidade da música em alterar o tom (pitch), era um dos problemas do Torq atual. A nova versão vai vir com a tecnologia Élastique, a melhor que existe no mundo e que é usada no Ableton Live, Acid, Cubase, Traktor, Pro Tools e vários softwares profissionais de áudio. Finalmente vai ser possível acelerar a música aos extremos sem “esfarelar” o áudio. - Novo modo de BPM por seção : esta é uma das evoluções mais interessantes nos programas de DJing dos últimos anos. Normalmente, todos os programas detectam um valor de BPM (batidas por minuto) pra cada música. Isso funciona muito bem com grande parte das músicas, mas existem aquelas que mudam de velocidade em algumas partes – em rock isto é muito comum. O Torq vai permitir que você determine BPMs distintos ao longo de uma faixa, e assim seus efeitos e loops jogados por cima da música tocando caem completamente sincronizados e mantém o sincronismo à medida que a velocidade da música muda. - Barra de botõe s: uma nova toolbar permite que você ligue e desligue funcionalidades importantes que ficam escondidas nas opções, como o controle externo (usado com vinis e cds), amputate mode, snapshots e cia. - Anchor mode : apoiado pelas novidades acima, faz com que uma música fique presa em um determinado BPM. Vai ser a alegria dos DJs de rock, pois agora vai ser possível mixar músicas umas nas outras sem ter que se desesperar com a variação de velocidade de bateristas. O novo Torq 1.5, mantendo tudo no lugar e acrescentando novidades Respeito com o seu consumidor, algo que falta atualmente E isto é apenas o começo. O novo Torq 1.5 será um upgrade pago, no valor de 50 dólares. Muitos usuários ficaram chateados, mas infelizmente a realidade é que é impossível você continuar evoluindo um programa sem investir nele. Porém, ao contrário da concorrência, a M-Audio não está oferecendo novos equipamentos. Isto é simplesmente genial da parte deles, pois você vai apenas fazer um pequeno upgrade e ter várias funcionalidades novas, sem ter que quebrar mais um porquinho com suas economias. Vestax, Numark, Rane, Serato, Stanton, Hercules… são vários os fabricantes que se mantém completamente perdidos por não oferecem soluções completas, e o tempo todo se encontram empurrando upgrades pro usuário, seja na forma de hardware ou de software novo. Muitos vão dizer que o Serato Scratch Live (SSL), o simulador de vinil da Rane/Serato, oferece upgrades gratuitos. Mas isso é besteira: primeiro, tudo que foi feito até agora foram pequenas melhorias mais que obrigatórias como melhorar a qualidade do áudio, poder rodar o software sem o aparelho (algo que o Final Scratch 2 e o Traktor oferecem desde 2004), ou mesmo oferecer um modo “placa de som” (que não funciona direito, afinal o SSL ainda é um limitadíssimo aparelho USB 1.1). As melhores features do Serato, como a recente funcionalidade de tocar vídeos foram lançadas na forma de plugins, uma sacada de gênio para arrancar mais 200 (isso, duzentos) dólares de seus usuários. E ora, o SSL ainda mantém seu preço de 600 dólares, o mesmo de seu lançamento há quatro anos atrás. Compare com o preço do Conectiv, na casa dos 250… Alegria não só pros usuários do Xponent, mas do Conectiv também As novas funções parecem feitas só pra quem usa midi? Ledo engano, caro leitor. Olha só o que o DJ Revolution fez no booth da M-Audio com o novo Torq 1.5 usando o Conectiv e um controlador M-Audio Trigger Finger: DJ Revolution em uma demonstração do Conectiv: quem quer pagar o dobro por um Serato? E aqui vai um bônus pra quem ainda pensa que o Conectiv é pior que o Serato, desta vez nas mãos do DJ Masta Hanksta: Masta Hanksta @ NAMM 2008, apresentando o Conectiv e o Torq 1.5 - Parte 1 Masta Hanksta @ NAMM 2008, apresentando o Conectiv e o Torq 1.5 - Parte 1 Conclusões finais Se você ainda tem dúvidas sobre o que comprar, eu posso te dizer: hoje, em fevereiro de 2008, a melhor opção é sem dúvida a plataforma da M-Audio. Por um preço bem mais em conta e honesto, e com um pacote muito bem fechado e amarrado de software e hardware, não há sombra de dúvida que o Torq veio pra ficar. Para saber mais: Skratchworx Torq - Site oficial ...

2008-02-02 · 5 min · 979 words · Submusica

Hercules toma vergonha na cara com o DJ Console Rmx

Depois de muitos anos fabricando o fraco Hercules DJ Console e dúzias de outros brinquedos que nunca puderam ser levados a sério, a Hercules resolveu fazer o dever de casa e lançar um controlador um pouco mais profissional – ou seria menos amador? O Hercules DJ Console Rmx (sic) é uma alternativa bem mais interessante pra quem deseja brincar em casa ou em festinhas com os amigos. Não possui muitas funcionalidades, mas pelo menos agora possui um layout mais organizado e menos infantil. Vamos ver, mas pelo preço de 450 dólares, vai ter muito o que entregar frente à concorrência. Para saber mais e ver fotos em alta, visite o site da Hercules ...

2008-01-18 · 1 min · 113 words · Submusica

Vestax anuncia mais um controlador midi, o VCM-600

Mais uma novidade pra NAMM 2008 que acontece neste final de semana: o mixer midi VCM-600, que parece ser um peso-pesado pra competir com o excelente Korg Zero8, lançado ano passado. Não há muitas informações disponíveis ainda. Provavelmente foi só um teaser colocado pra fazer barulho antes do evento. Definitivamente esta NAMM está ainda mais explosiva e soterrando de vez não só o vinil como também os CDs, que com certeza morreram em 2007. Vamos ver o que vem por aí. Eu ando meio chateado com a Vestax, mas o aparelho parece muito bom tanto pra DJs como pra estúdios de produção. Mas definitivamente não é pra DJs mobile, uma tendência em todos os lançamentos até agora. Se bem que pra quem carregou cases de discos de vinil até hoje, nada disso chega perto. Interessante ver como uma marca tradicional como a Vestax caiu com tudo no mundo midi. Algo me diz que as vendas dos seus excelentes toca-discos não estavam indo bem das pernas… ...

2008-01-18 · 1 min · 165 words · Submusica

Serato parte para os controladores com o Serato ITCH, mas sem midi

Mais um fabricante se aventura no mundo dos controladores, e dessa vez é a Serato, co-responsável pelo “unânime” Serato Scratch Live (a outra ponta é a Rane, tradicional fabricante de equipamentos de áudio que faz o hardware do SSL). Depois de 3 anos fazendo constantes mas pequenas atualizações no Serato, mas sem atualizar o danado (que ainda é uma caríssima caixa preta USB 1.1), o Serato ITCH é uma plataforma de software feita para ser integrada a controladores com comunicação direta no hardware, sem usar o protocolo midi. Isso mesmo. Diz o press release que a idéia é ter um protocolo de comunicação eficiente, já todo mapeado de fábrica, em que você tira da caixa, espeta numa porta USB e sai usando, e com performance superior aos controladores midi. Diz ainda que quando os fabricantes de hardware (Vestax e Numark) perguntaram “quanto espaço de dados na conexão USB vocês precisam?”, a resposta foi “o máximo que vocês puderem deixar pra gente”, algo que os surpreendeu pois os outros fabricantes de software (leia-se Native Instruments) solicitaram muito pouco. Vamos ver o que vai acontecer. De cara, eu fico cético pois: - Não usar o padrão MIDI? Isso é loucura. Mais uma vez eles pensam em hardware proprietário. Você gasta sua grana com um controlador que só vai rodar no programa deles, como era o Serato SSL no começo (até que, sob pressão, eles finalmente liberaram o mesmo pra funcionar como placa de som). - Vestax e Numark como parceiros iniciais. Estranho, deveria ser a Rane, que é um dos grandes pontos fortes do SSL, pelo excelente fabricante de hardware que é. Vestax está se mostrando uma empresa muito incompetente pra lidar com hardware digital, e a Numark tem feito tantos produtos novos que dá até vontade de rir, pela falta de foco. - Mais uma vez, a Serato parte pra fazer uma solução estanque, que não anda com as próprias pernas. Como aconteceu na parceira da Stanton e da Native Instruments no FS2, comprar soluções que dependam de terceiros pra funcionar é algo muito complicado. Basta uma briga e pronto, você fica na mão. A indústria já mostrou que soluções mais amarradas só trazem benefícios pro usuário, pois o suporte e as decisões importantes vêm de um lugar só. É assim no mundo Apple, no mundo dos games, de muitos celulares e palms. Me dou a liberdade de especular: eu acho que a Rane está pulando fora do barco. Indícios não faltam. A Serato é fabricante apenas de software, aliás, um excelente fabricante (exceto na parte das interfaces, porque meu deus, será que na Nova Zelândia não existem designers? Duvido). Pra ela, o negócio é fazer programas, e a prova está aí. Depois de ver a Native dominar o mercado dos controladores midi ano passado com o Traktor 3 LE e o selo Built For Traktor, onde fechou parcerias com Behringer, Numark, Vestax, Allen & Heath, Hercules e tantos outros, era mais que natural que a Serato partisse pra uma solução assim. Já a Rane ganha grana é montando a caixa preta do SSL. E é engraçado que um sistema de simulação de vinil que venda tão bem e já tenha conquistado tantos adeptos não tenha sofrido um upgrade sequer. É muito dificil você se manter 3 anos atualizando software, drivers e mantendo uma mesma linha de montagem sem arrancar um centavo dos seus clientes. Não tem plano de negócios que feche assim. A Rane deveria estar doida pra soltar uma versão nova da caixa preta do Serato SSL, mas isso não aconteceu até hoje. E motivos não faltam: o protocolo USB foi atualizado pra 2.0 (se a Serato diz que precisa tanto de largura de banda assim, porque não atualizar o bicho?), a caixa continua grande, existem esquemas de cabos hoje muito mais práticos como no Conectiv e no Traktor Scratch, e mais entradas e saídas seriam algo muito legal também. Mas nada disso aconteceu. Só o TTL-56M (bela sigla, PQP), que pelo preço deve ter vendido uma dúzia no máximo, hehe. Agora, veio essa. E sem MIDI. Eles vão agora alimentar o mito da performance, fechando a plataforma. Burrice danada, é como se o protocolo MIDI não tivesse sido inventando pra tocar instrumentos ao vivo, ou seja, ele entrega velocidades animais, e eu nunca vi um controlador que sofresse de latência – normalmente esse problema está no computador ou na placa de som. Bom, em todo o caso, a novidade é sempre bem vinda. E assim o mercado se aquece, só temos a ganhar! ...

2008-01-18 · 4 min · 755 words · Submusica

SC System: Stanton levanta do túmulo e revoluciona o mercado de DJs

Neste fim de semana começa a NAMM 2008, o grande evento onde os fabricantes de equipamentos de áudio revelam suas novidades para o ano. E é justamente agora que eu volto das minhas férias e começo a trazer as novidades. A primeira fica por conta da Stanton, que revela o tal produto que fez ela abandonar o Final Scratch 2: o Stanton SC System. Se você é DJ profissional ou amador, e independente do que você usa, vinil, CDs, mp3, vale muito a pena conferir este lançamento, pois estamos falando de algo que vai ser um grande passo na forma como se toca, diferente de tudo que já saiu até hoje. Que entender o motivo? Ano passado, quando a Stanton detonou de vez o Final Scratch 2, ela o fez porque supostamente iria lançar um produto revolucionário. 2007 passou e ela ficou morta em seu canto, sem lançar absolutamente nada. Pra mim, a Stanton já era passado. A NAMM 2008 começa amanhã. Ano passado foi o ano dos controladores midi, com soluções vindas de todos os lados, como já vimos aqui no Submusica. Mas o fato é, todas as soluções vieram de novos e pequenos fabricantes, ou então do pessoal que fabrica instrumentos para produção de áudio, como a M-Audio. As únicas exceções foram a Vestax e a Numark. A Stanton resolveu esperar todos arrebentarem a cara e entrou de sola com um equipamento, que, nas palavras dela, “ao contrário dos outros controladores pra DJ, ela oferece qualidade de construção profissional, sem comprometimentos. Cada knob, fader, led e tela de lcd utilizam componentes de qualidade, e mesmo a carcaça é desenhada para suportar anos de uso exigente na vida real, tanto em estúdio como ao vivo”. “Enter The System” lembra o “Enter The Matrix” O site oficial do SC System responde no endereço www.enterthesystem.com, que me faz lembrar o velho e bom “Enter The Matrix”. Ao mesmo tempo que quer dizer “apresentando a Matrix”, também quer dizer “entre na Matrix”. E o caso aqui é: este é O sistema. Stanton: entre no sistema. Note que usaram um laptop Acer, o mais popular entre os DJs no momento O sistema consiste em dois módulos, 100% midi. O primeiro chama-se SCS.1M, e substitui o mixer, e o segundo é um deck virtual com um prato de vinil motorizado (giratório), que pode ser usado para controlar mais de 1 deck, o SCS.1D. SCS.1M, o mixer midi O SCS-1M é um controlador em forma de mixer, com áudio firewire profissional – se for igual ao do ScratchAmp do Final Scratch 2, vai deixar toda a concorrência no chinelo. Além de oferecer inúmeros controles que você pode mapear livremente ao gosto do freguês, ele também tem entradas e saídas para as necessidades do seu estúdio. O módulo principal do sistema, o controlador em forma de mixer, SCS.1M Possui controles totalmente flexíveis e adequados para trabalho com software. Por exemplo: os knobs são do tipos de voltas infinitas, ou seja, eles giram 360 graus. A posição deles é marcada por leds. Isso acaba com aquela pentelhação de ter que acertar a posição dos knobs com o que está na tela do software, comum em todos os controladores do mercado. • Primeiro mixer 100% dedicado a DJs digitais e mobile • 4 canais com knobs e leds de volume similares aos mixers analógicos • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Mapeamento fácil para a maioria dos programas de DJing e VJing • Seção de navegação para escolha de músicas e arquivos • Entradas de microfone, line in e phono, para uso nos mixes e conversão digital • Som firewire compatível com Mac e Windows • Pode ser usado sozinho ou em conjunto com o deck SCS.1D • Saídas TRS balanceadas para o PA, saída RCA estéreo para o retorno (booth) e plug de 1/4" para fones de ouvido • Entrada para controlador de pedais midi Controles midi: • 24 Potenciometros (MIDI CC) • 37 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 4 faders de 45mm (MIDI CC) • 1 crossfader de 45mm (MIDI CC) • 1 codificador rotacional (MIDI CC ou Incremental CC) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 6 medidores de led de 9 segmentos. Um para cada canal e um par para a saída master (L & R), tudo controlável por MIDI Dimensões • 2,71 kg • 10.75" x 3" x 16.75" (LAP) SCS.1D, o deck virtual com disco de vinil motorizado O SCS.1D é um deck virtual, que usa um chassis e formato parecido com os atuais CDJs da Stanton. A diferença é que ele é totalmente MIDI, mas possui um prato motorizado, que utiliza um disco de vinil de verdade para controle dos scratches, no tamanho 10 polegadas – algo que eu acho perfeito para a finalidade: nem muito grande, nem muito pequeno. O SCS.1D, diferente do seu irmão SCS.1M, não tem placa de som. Ele é apenas controlador midi, mas que oferece o esquema de controle mais preciso do mercado. Ele possui um pitch motorizado, que acompanha as modificações feitas via software, e que se ajusta automaticamente conforme o deck que você selecionou. Imagine que você está usando apenas um deck SCS.1D para controlar as músicas dos players A (cujo pitch está no +3%) e B (cujo pitch está em +1%). Ao usar um pedal para mudar qual player você está comandando, o slider do pitch vai automaticamente para a posição correta, do +3% para o +1% (se você mudou o controle do player A para o B). SCS.1D: simplesmente o melhor controlador midi já inventado até o momento. Vamos ver como fica na prática O deck é bastante completo e promissor. Pode ser o acessório ideal pra quem já possui um belo mixer e um par de decks em casa, e quer apenas colocar o laptop pra tocar junto, já que ele pode ser usado com qualquer programa que suporte midi (Traktor, Virtual DJ, Mixvibes, Deckadance, etc), e que pode ser usado com qualquer placa de som (com um pouco de latência se você usar o som onboard do seu computador, claro). Vamos às especificações: • Primeiro deck motorizado totalmente midi e compatível com qualquer programa de DJing ou VJing • Prato motorizado de alto torque de 10" e com superfície de vinil • Pitch motorizado de 100mm que se ajusta para se manter em sincronia com o software • Pads com sensibilidade de velocidade para disparo de samples e quick cues • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Seção de transporte da música com controles tradicionais (play, pause, etc) • Permite controlar mais de um deck ao mesmo Controles midi: • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 1 fader motorizado de 100mm (MIDI CC) Botões e chaves • 4 pads de trigger com sensibilidade de velocidade (MIDI Note On) • 46 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 1 display de posição do cue, com o indicador do deck controlado atualmente (MIDI SysEX controllable) Dimensões • 6,29 kg • 16,75" x 3,25" x 14,5" (LAP) Prato motorizado: • Tipo de motor: 16 poles, 3 phases, sem escovas • Velocidades: 33 1/3 ou 45 rpm • Torque: >4.5 kgf/cm • Tempo de start: 0,2 seg • Tempo de break: 0,2 seg Flexiblidade na hora de montar o seu estúdio Essas são as primeiras peças do sistema SC da Stanton. Provavelmente vem mais por aí, mas o grande legal do projeto (que está há 4 anos no forno) é que você tem fexlibilidade total para comprar somente as peças que precisa e integrar totalmente ao setup do seu estúdio. Veja alguns exemplos: O SC System permite que qualquer DJ ingresse no mundo midi da maneira que achar melhor Realmente se enquadra em qualquer setup, conforme o gosto do freguês. E permite que o DJ faça uma transição suave pro mundo digital, sem ter que vender tudo de uma vez e comprar tudo de uma vez – isso é, se ele realmente quiser migrar 100% pro mundo digital. Conclusão: agora sim, temos um fabricante pegando no batente Até então, só nomes menores fizeram as coisas acontecerem até agora. A Stanton, fabricante do qual ainda guardo uma certa mágoa pelo que fizeram com o Final Scratch 2, mostra que pensou bem no que estava fazendo e entregou um pacote bastante promissor. Isso mostra uma análise que já tinha feito nos comentários da notícia sobre o CDJ-400, e mostra bem que a coisa vai caminhando para o que o Memê profetizou aqui no Submusica, na entrevista que ele nos deu ano passado: estamos ainda num perído de transição, onde os grandes fabricantes ainda vão entrar nesse mercado de MIDI, e muita coisa há de mudar. Se o SC System entregar o que está sendo prometido, ele é um forte concorrente a colocar de novo o nome da Stanton na história da mudança de como os DJs trabalham. Ela fez isso no passado com o Final Scratch, e tem tudo pra fazer com o SC System. Porém, este é um mercado competitivo, onde se você der mole, ser pioneiro não adianta muito – vide que hoje a referência em simuladores de vinil é o atrasado Serato Scratch Live, da Rane/Serato. Eu acredito na visão do Memê que, no final, vamos ter apenas uma “caixa”, onde você joga seus arquivos e faz tudo nela, sem conectar cabos, computadores, parafernálias, e etc. O iDJ2 foi um grande passo nesse sentido, e o SC System, apesar de depender de um laptop, permite que um DJ tenha um sistema mais integrado, e sem aquela pinta de “brinquedo” que os outros controladores têm até agora. Talvez o melhor desse sistema é que você pode ingressar aos poucos. Eu vou observar mais um pouco, mas acredito que, hoje, dia 17 de janeiro de 2008, eu montaria um setup em casa composto de 2 decks SCS.1D com um SCS.1M, e um laptop. Ou então apenas um SCS.1M e um par de Technics MK2 com o Conectiv ou o Traktor Scratch, caso eu ainda prefira usar os pouco vinis que ainda me restam – mas é pouco provável, pois é uma solução bem cara. Pra mim o mais legal é que, no meu caso, onde trabalho 100% com arquivos digitais, o SCS.1M matou mixers elaborados como o DJM700 e DJM-800. Ainda pretendo passar meu Xponent pra frente (depois de fazer um review mais completo) e pegar um iDJ2 da Numark. Depois, quem sabe não vou pro SC System da Stanton. Temos que esperar, pois o mercado está em constante mutação. O fato é, quem está preso ao vinil ou ao CDJ está com os dias contados, não adianta chorar. É como tentar pegar um emprego sem saber mexer em um computador e no MS Office… Para saber mais, visite o site: www.enterthesystem.com ...

2008-01-17 · 9 min · 1879 words · Submusica

Vestax atualiza o VCI-100 e corrige vários problemas [Controladores]

Nosso amigo Ean Golden, do site DJ Tech Tools, deu um pulo no Japão e teve a oportunidade de conferir a nova versão do controlador VCI-100, da Vestax. Confira no vídeo ao lado uma rápida passada de olho no controlador que você já teve a oportunidade de conhecer aqui no Submusica. A atualização é bastante interessante: além da nova cor (o que facilita um pouco mais a leitura dos comandos na escuridão), a parte mecânica sofreu muitas alterações: leds azuis, mais fáceis de enxergar, knobs e faders emborrachados, botões com melhor resposta e novas placas de metal nos jogs, que oferecem uma resposta muito melhor. E, claro, correções no firmware, que vai contar com as modificações já criadas pelo próprio Ean. Mais um passo que promete aquecer bastante a competição no mundo midi. Se você planejava comprar um VCI-100, é melhor esperar: o controlador vai estar à venda nas lojas dos EUA a partir do mês que vem. E, a julgar pela atualização, comprar o aguardado VCM-100 é uma furada, uma vez que é certo que ele vá sofrer uma atualização parecida assim que a Vestax desovar o estoque já fabricado. Bom, como sempre, quem saiu na frente se deu mal. Ou, como eu costumo dizer na versão censurada: “early adopter só se fode”. Eu vou continuar de M-Audio Xponent por enquanto. ...

2007-12-12 · 2 min · 222 words · Submusica

Atenção chegou chatuba, ops, Ableton Live 7!

E hoje é o grande dia para usuários do Ableton Live do mundo todo: saiu a versão 7, que promete ser uma das maiores evoluções do produto rumo àsua maturidade. Resumidamente, a lista de novidades é seguinte: - A engine de áudio foi refeita do zero, produzindo sons e efeitos com qualidade muito superior, com especial destaque para o compressor; - O Live agora aceita instrumentos físicos que podem operar como se fossem plugins. Agora você já pode usar aquele seu rack de efeitos e equalização junto com o software; - Função “nudge”, também conhecida como pitch bend, pra alegria de quem se apresenta ao vivo. Isso mesmo, você pode mapear o jog wheels do seu controlador midi favorito; - Um novo rack de bateria que consolida várias etapas de trabalho, desde fatiar as batidas até associá-las a pads no seu controlador, criando cadeias complexas de samples, sintetizadores e efeitos pra cada um dos pads. - Agora são duas versões do Ableton: o tradicional Ableton Live, e o Ableton Suite, que vem com algumas centas de instrumentos e efeitos, a exemplo do Logic Studio 8, da Apple. Claro, tem muito mais novidades. Mas a real é essa: a versão 7 do Ableton Live tem uma sonoridade muito melhor, consegue agora atender DJs do jeito que eles precisavam, e introduz um novo esquema de edição de bateria que vai atrair fãs do Recycle no Reason, e tantos outros. Acesse agora o site da Ableton e baixe a versão demo. [Via Create Digital Music] ...

2007-11-30 · 2 min · 252 words · Submusica

DJ Ban lança case exclusivo para os Behringer BCD2000 e BCD3000

Essa é mais que especial para quem tem um controlador midi BCD2000 ou BCD3000 da Behringer e que curte cuidar do seu equipamento e não descuidar na hora do transporte. A DJ Ban, sempre ligada no que o consumidor realmente quer, encomendou uma série especial de cases de ninguém menos que a Incase, um dos mais conhecidos fabricantes de cases no Brasil, para modelar um case que suprisse uma demanda de quem precisa levar o equipamento pra trabalhar e mantê-lo protegido em suas gigs. O case realmente é show de bola, já pude conferir em mãos. Possui bom acabamento, tem proteção interna que garante com que o controlador não fique sambando dentro da caixa, e melhor de tudo: vai ter serventia para qualquer controlador da Behringer, não só para os BCD. Quem tem um BCR2000, BCF2000 ou BCA2000 vai poder utilizar também os cases sob medida. Eles também já possuem cases pro Xponent, além de vários outros para equipamentos mais tradicionais. Outra coisa legal é que a DJ Ban está fazendo uma promoção com preço super camarada que realmente merece nosso destaque: três parcelas de 80 reais. Pra quem ficou curioso, recomendo a visita à Loja VIP da DJ Ban, tem várias fotos por lá. Entre em contato com o pessoal de lá, dizendo que conheceu o site através do Submusica, e você vai receber tratamento mais que VIP. E não, não estamos ganhando jabá ou comissão alguma. Estamos indicando porque a trupe do DJ Bunnys e cia. estão de parabéns mesmo! Acesse e confira o case para BCD2000 da DJ Ban ...

2007-11-28 · 2 min · 262 words · Submusica

Pioneer CDJ-400: com scratch, midi e USB, pra quê CDs?

E a Pioneer continua descendo a ladeira com lançamentos consecutivos. Depois do DJM-700 e do SVM-1000, chegou a vez do CDJ-400, que foi apresentado ao público semana passada, durante o evento BPM, na Inglaterra. Basicamente uma evolução dos CDJ-100 e CDJ-200, desta vez o CD player da série econômica trouxe duas inovações àsérie: uma porta USB e um jog wheel com função de scratch. Apesar da alcunha “CDJ” no nome, o CDJ-400 se posiciona como “deck digital”. Ele pode ser espetado na USB de um computador e ser usado como controlador midi para o programa Pioneer DJS e o Serato Scratch Live, entre outros. Continue lendo para saber mais, assistir a um vídeo do pessoal do site Skratchworx, ver fotos e uma rápida análise pra saber se a brincadeira vale à pena. E o CDJ mais econômico encostou no mais caro Pode parecer bobagem, mas adicionar capacidades de scratch em um CDJ econômico é um passo importante na indústria de equipamentos. Em 2001, quando do surgimento do CDJ-1000, o aparelho assombrava com a capacidade de fazer scratches usando os tradicionais CDs. Era e sempre foi a assinatura do aparelho. Tivemos o CDJ-800, mas este não vingou, por ser apenas uma versão econômica com uma diferença de preço muito baixa ao ponto de não justificar. Agora, ao ofecer scratch no modelo mais básico, a Pioneer vai forçar uma forte mudança no mercado de aparelhos de CD players para DJs. Graças aos simuladores de vinil e controladores midi e a mudança na forma de consumir música, o CD está agonizando, e é preciso oferecer mais recursos por um preço melhor para sobreviver. A tendência é que agora função de scratch seja obrigatória em qualquer aparelho, além de oferecer portas USB, que fazem do CDJ um mero controlador quando utilizada. A concorrência que se cuide. Como diria Jack, O Matador, “todo mundo aqui vai dançar”. Neste momento, contudo, várias perguntas ficam sem resposta. O que vai acontecer com o CDJ-200? Ainda existe uma demanda fortíssima pelo CDJ-100, que por mais simples que seja, dá conta de boa parte do mercado. Afinal, se o negócio é realmente tocar CDs, o resto é apenas adicionais. E aí que mora o perigo pra Pioneer. O CDJ-200 começa a ampliar sua base agora, com muitos descobrindo a maravilha que é tocar com um CD-R repleto de arquivos mp3, e acabando com o troca-troca de mídias, a coisa que mais irrita qualquer DJ – mesmo os mais ágeis, já habituados com a rotina de trocar de disco a cada música, quando se toca com vinil, usam de estratégias de organização de seus cases para não perderem mixes por não conseguir achar uma música específica. Mas será que o danado é bom mesmo pra scratch? Sem dúvida, o grande atrativo mesmo é a funcionalidade de scratch. O pessoal do Skratchworx (sempre eles) invadiu o stand da Pionner no evento BPM, e meteu a mão na massa pra ver se o deck é bom. Eles gravaram um vídeo rapidamente com as manobras mais tradicionais, e o resultado, você confere no vídeo ao lado, com comentários em inglês. A moral da história: ele é realmente bom pra fazer scratches? Sim. Ele é. Mas com a velha ressalva de sempre: se o seu negócio é scratch mesmo, de verdade, o CDJ-400 é apenas mais um excelente brinquedo. Com seu jog wheel muito pequeno, assim como em controladores midi e todas as outras tentativas, você pode fazer algumas manobras mais básicas, mas nada muito avançado. É difícil sair de um discão de vinil de 12 polegadas para meter a mão em um disquinho de plástico de poucas polegadas de largura, a agilidade não é a mesma, é preciso muita adaptação por parte do DJ. Porém, se suas intenções nunca foram de tornar um DJ Q-Bert, pode cair dentro do CDJ-400 no que depender das capacidades de scratch. É realmente bem legal se considerarmos que este aparelho é voltado para orçamentos mais modestos que não podem encarar o já lendário CDJ-1000. O veredito: vamos esperar pegar um em mãos pra ver, mas… Eu acredito que este modelo vai ser, assim como os simuladores de vinil, um aparelho ideal para a transição de quem não tem muita intimidade com tecnologia. O lance da porta USB parece apetitoso, mas só que é apenas um quebra galho pra tocar uma musiquinha ou outra. Se você quisesse fazer um set inteiro só com arquivos digitais, precisaria de dois pen-drives com as mesmas músicas em cada. Tem que ter muito cuidado e fazer as contas antes de mais nada. Hoje um CDJ-200 sai na casa dos 1.200 reais, eu chuto que este CDJ-400 vá ficar na casa dos 1.500. Some um mixer básico como o Behringer VMX-300, cerca de 500 reais, e dois dois pen drives de 8 GB, de 200 reais cada, e chegamos a 3.900 reais. E sim, você ainda vai precisar de uma placa de som, pois pelo que eu entendi, este aparelho é apenas controlador, sem disponibilizar áudio. Por esse preço você pode comprar um laptop de segunda mão com potência de sobra para rodar qualquer programa de DJing (basta ter 512 MB de RAM, 1GB sendo o ideal), e um M-Audio Xponent. Enfim, o negócio é esperar pra ver. Eu acho legal o que a Pioneer vem fazendo, adotando midi de maneira sutil com todos os seus aparelhos atuais. Como eu sempre digo aqui, ela já está metida com o software, o Pioneer DVS, então falta apenas debutar no mercado de controladores. Porém, parece que está faltando algum pulo do gato. Vamos aguardar 2008. ...

2007-11-25 · 5 min · 974 words · Submusica

Faça Você Mesmo: Ajustando a firmeza do pitch

Quem já usou os toca-discos Technics SL 1200 sabe muito bem que uma de suas maiores qualidades são os seus controles de pitch. Muito firmes e com uma resistência bem agradável, eles dão uma excelente precisão na hora de fazer ajustes finos, principalmente pra quem sabe mixar usando apenas o pitch, sem colocar as mãos nos discos. E realmente, não tem coisa pior que se acostumar com isto e depois ter que encarar um pitch de plástico molenga como o de um CDJ. Pra alguns chega a ser desesperador, pra outros nem tanto, mas também impede o DJ de abusar um pouco mais nas passagens. No comparativo sobre os controladores Vestax VCI-100 e o Xponent, uma das minhas maiores críticas foi justamente esta questão: o pitch do Xponent é bem melhor por ter maior comprimento e mais precisão. Porém, ele peca por ser extremamente molenga, ao ponto de qualquer toquinho resultar numa mudança na velocidade. Mas calma, pra tudo tem um jeito! Eis aqui uma solução caseira rápida e fácil que muita gente não conhece, e que pode ser feita em alguns minutos – e sem a necessidade de abrir o equipamento. Esta modificação serve para diversos tipos de decks, sejam eles CDJs, controladores midi ou até mesmo alguns toca-discos como da Stanton e da Numark. Confira aqui no Submusica este tutorial exclusivo, em um passo a passo no melhor esquema “receita de bolo”, com muitas fotos. Esta modificação é muito simples, pois ela se baseia no seguinte: os controles de pitch do seu deck são bons, só são soltos, frouxos demais. O que vamos fazer é dar um pouco de aderência ao slider, o controle deslizante. Isso é feito usando algum feltro que vai ficar entre o pegador do slider e a superfície externa. O ideal é você comprar um daqueles feltros auto-adesivos que sempre rolam nas seções de utilidades domésticas de qualquer supermercado, marcenarias e afins. Mas você pode usar qualquer feltro disponível. Vamos ao passo a passo: Você vai precisar de pouca coisa para fazer esta modificação: um par de feltros auto-adesivos (ou material similar, mas não-aderente), tesoura ou estilete, e uma chave de fenda. Retire o pegador do slider usando a chave de fenda. Dependendo do seu aparelho, você nem precisará da chave de fenda, mas é melhor utilizá-la como alavanca para evitar forçar o mecanismo do pitch. Não tenha medo, esta peça é removível e não costuma ter nenhum tipo de lacre ou coisa parecida. É só puxar. Retirado o pegador do pitch, o que vamos fazer é cortar um fundo pra ele. Aqui você confere a parte inferior do pegador do pitch do M-Audio Xponent. Coloque o pegador do pitch por cima do feltro, e marque bem as medidas dele. Se preferir, utilize um lápis para marcar as dimensões, facilitando na hora de cortar. Recorte o feltro na medida do pegador de pitch. Dependendo da espessura do feltro que você comprou, você pode cortar mais, deixando ele menor do que o próprio pegador. Quanto mais grosso, maior a tendência a ele se esparramar, então convém cortar ele um pouco menor. No meu exemplo, utilizei um feltro muito grosso, você pode comprar um com 1 milímetro de espessura que dá pro gasto numa boa. Lembre-se de perfurar o feltro antes de encaixá-lo, para que você não force o mecanismo do pitch afundando-o na hora de encaixar o feltro. Antes de prosseguir, confira se o corte está bem feito: compare o calço que você criou usando o feltro com o pegador do pitch, e veja se não tem bordas sobrando. Se tiver, livre-se delas. É preferível que ele fique menor do que mais largo que o próprio pegador do slider de pitch. Agora é hora de aplicar o calço no controle deslizante do pitch. Se você está usando algum tipo de feltro auto-adesivo, primeiro encaixe-o no slider, com a parte adesiva virada para cima, e só depois retire o papel que cobre a cola. Assim você evita que ela se desgaste enquanto manipula o feltro. Chegou a hora de finalizar a modifiação: retire o papel da parte adesiva e encaixe novamente o pegador do pitch no seu devido lugar, fazendo um “sanduíche de feltro”. Faça um leve pressão para dar firmeza no encaixe, mas sem exagerar. Pronto! Sua modificação está terminada, e agora você conta com um pitch muito mais firme e mais preciso na hora de manipular! O resultado? Confira no vídeo abaixo a diferença entre um pitch modificado (o primeiro) contra outro sem a modificação: Viu como é fácil? O mais legal é que isto vale pra todo tipo de controle deslizante de vários aparelhos. Desde toca-discos a CDJs, passando por controladores midi, mesas de som, etc. E você, sabe de outra modificação ou macete parecido? Deixe a dica pros leitores nos comentários abaixo! ...

2007-11-09 · 4 min · 800 words · Submusica