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    <title>Digital on Submusica</title>
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    <description>Recent content in Digital on Submusica</description>
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      <title>Serato parte para os controladores com o Serato ITCH, mas sem midi</title>
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      <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 00:07:22 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Tela provisória do software Serato ITCH, a nova plataforma para DJs da Serato&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/serato_itch.jpg&#34;&gt;Mais um fabricante se aventura no mundo dos controladores, e dessa vez é a Serato, co-responsável pelo &amp;ldquo;unânime&amp;rdquo; Serato Scratch Live (a outra ponta é a Rane, tradicional fabricante de equipamentos de áudio que faz o hardware do SSL). Depois de 3 anos fazendo constantes mas pequenas atualizações no Serato, mas sem atualizar o danado (que ainda é uma caríssima caixa preta USB 1.1), o Serato ITCH é uma plataforma de software feita para ser integrada a controladores com comunicação direta no hardware, sem usar o protocolo midi. Isso mesmo.  Diz o press release que a idéia é ter um protocolo de comunicação eficiente, já todo mapeado de fábrica, em que você tira da caixa, espeta numa porta USB e sai usando, e com performance superior aos controladores midi. Diz ainda que quando os fabricantes de hardware (Vestax e Numark) perguntaram &amp;ldquo;quanto espaço de dados na conexão USB vocês precisam?&amp;rdquo;, a resposta foi &amp;ldquo;o máximo que vocês puderem deixar pra gente&amp;rdquo;, algo que os surpreendeu pois os outros fabricantes de software (leia-se Native Instruments) solicitaram muito pouco. Vamos ver o que vai acontecer. De cara, eu fico cético pois: - Não usar o padrão MIDI? Isso é loucura. Mais uma vez eles pensam em hardware proprietário. Você gasta sua grana com um controlador que só vai rodar no programa deles, como era o Serato SSL no começo (até que, sob pressão, eles finalmente liberaram o mesmo pra funcionar como placa de som). - Vestax e Numark como parceiros iniciais. Estranho, deveria ser a Rane, que é um dos grandes pontos fortes do SSL, pelo excelente fabricante de hardware que é. Vestax está se mostrando uma empresa muito incompetente pra lidar com hardware digital, e a Numark tem feito tantos produtos novos que dá até vontade de rir, pela falta de foco. - Mais uma vez, a Serato parte pra fazer uma solução estanque, que não anda com as próprias pernas. Como aconteceu na parceira da Stanton e da Native Instruments no FS2, comprar soluções que dependam de terceiros pra funcionar é algo muito complicado. Basta uma briga e pronto, você fica na mão. A indústria já mostrou que soluções mais amarradas só trazem benefícios pro usuário, pois o suporte e as decisões importantes vêm de um lugar só. É assim no mundo Apple, no mundo dos games, de muitos celulares e palms. Me dou a liberdade de especular: eu acho que a Rane está pulando fora do barco. Indícios não faltam. A Serato é fabricante apenas de software, aliás, um excelente fabricante (exceto na parte das interfaces, porque meu deus, será que na Nova Zelândia não existem designers? Duvido). Pra ela, o negócio é fazer programas, e a prova está aí. Depois de ver a Native dominar o mercado dos controladores midi ano passado com o Traktor 3 LE e o selo Built For Traktor, onde fechou parcerias com Behringer, Numark, Vestax, Allen &amp;amp; Heath, Hercules e tantos outros, era mais que natural que a Serato partisse pra uma solução assim. Já a Rane ganha grana é montando a caixa preta do SSL. E é engraçado que um sistema de simulação de vinil que venda tão bem e já tenha conquistado tantos adeptos não tenha sofrido um upgrade sequer. É muito dificil você se manter 3 anos atualizando software, drivers e mantendo uma mesma linha de montagem sem arrancar um centavo dos seus clientes. Não tem plano de negócios que feche assim. A Rane deveria estar doida pra soltar uma versão nova da caixa preta do Serato SSL, mas isso não aconteceu até hoje. E motivos não faltam: o protocolo USB foi atualizado pra 2.0 (se a Serato diz que precisa tanto de largura de banda assim, porque não atualizar o bicho?), a caixa continua grande, existem esquemas de cabos hoje muito mais práticos como no Conectiv e no Traktor Scratch, e mais entradas e saídas seriam algo muito legal também. Mas nada disso aconteceu. Só o TTL-56M (bela sigla, PQP), que pelo preço deve ter vendido uma dúzia no máximo, hehe. Agora, veio essa. E sem MIDI. Eles vão agora alimentar o mito da performance, fechando a plataforma. Burrice danada, é como se o protocolo MIDI não tivesse sido inventando pra tocar instrumentos ao vivo, ou seja, ele entrega velocidades animais, e eu nunca vi um controlador que sofresse de latência &amp;ndash; normalmente esse problema está no computador ou na placa de som. Bom, em todo o caso, a novidade é sempre bem vinda. E assim o mercado se aquece, só temos a ganhar!&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Duelo de controladores: Vestax VCI-100 versus M-Audio Xponent</title>
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      <pubDate>Wed, 07 Nov 2007 04:01:21 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Duelo de controladores: Vestax VCI-100 versus M-Audio Xponent&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/vestaxvci100_xponent.jpg&#34;&gt; Ultimamente não tenho escrito muito aqui no Submusica. Estou de férias cuidando de assuntos pessoais, mas fazendo um dos comparativos mais esperados: o duelo entre os melhores controladores midi do mercado, &lt;a href=&#34;../../2007/09/04/dando-uma-geral-completa-no-vestax-vci-100-com-fotos-e-video/&#34;&gt;o Vestax VCI-100, que já analisei aqui&lt;/a&gt;, e o M-Audio Xponent, que recebi pela &lt;a href=&#34;http://www.djban.com&#34;&gt;DJ Ban, loja de São Paulo especializada em equipamentos e cursos para DJs e produtores&lt;/a&gt;. Seria complicado dar um veredito agora. Afinal, já estou com o VCI-100 em mãos há muito tempo, e domino o Traktor há quase 10 anos. Falta debruçar mais sobre o Xponent e o software Torq. Mas já rola tirar algumas conclusões interessantes. Se você está em dúvidas sobre qual controlador comprar, este artigo é pra você.  &lt;strong&gt;Controladores midi: o que são, e o que esperar de um&lt;/strong&gt; Antes de começar: já falamos aqui no Submusica sobre os diversos tipos de controladores midi voltados pra DJs que começaram a pipocar no mercado de equipamentos neste ano de 2007. Se você chegou por aqui sem saber do que se trata, recomendo ler o artigo &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;Midi, a revolução sem volta&lt;/a&gt;, e também &lt;a href=&#34;../../2007/05/20/midi-a-revolucao-sem-volta-parte-2/&#34;&gt;a parte 2 do mesmo artigo&lt;/a&gt;. De todos os controladores apresentados até o momento, o M-Audio Xponent é o mais completo, o mais caro e também o mais promissor. Afinal, trata-se da M-Audio, um dos maiores fabricantes de controladores midi do mercado, uma verdadeira pioneira no assunto. Além de possuir muitos controles, é um dos poucos que oferecem áudio integrado e um software completamente pensado nele. Mais que isso,&lt;a href=&#34;http://www.torq-dj.com/products/index.php&#34;&gt; a M-Audio criou uma laboratório de especialistas chamado SynchroScience&lt;/a&gt;, um time responsável por todo o desenvolvimento de soluções voltadas para DJs na era digital. E, logicamente, a expectativa em cima de um Xponent é enorme. Afinal, até o momento todos os controladores de respeito são feitos por empresas do ramo de equipamentos para DJs: mixers, toca-discos, CDJs, processadores de efeitos, e nenhuma delas está acostumada com os problemas inerentes ao mundo dos computadores. Ou seja, o desafio é grande. &lt;strong&gt;O M-Audio Xponent &amp;ldquo;out-of-the-box&amp;rdquo; (logo que sai da caixa)&lt;/strong&gt; Sempre que você recebe um produto que acabou de comprar, não tem momento mais legal do que a hora de desembrulhar o pacote, não é? Esse momento é tão mágico pra tantas pessoas que &lt;a href=&#34;http://unboxing.gearlive.com/&#34;&gt;um site gringo se especializou na arte de filmar e fotograr produtos sendo abertos: o Unboxing&lt;/a&gt;. Seja um mixer, um celular, aquele box de DVDs da temporada de sua série favorita, até mesmo um Ferrorama, é sempre um momento legal.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>A música digital no combate ao aquecimento global</title>
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      <pubDate>Mon, 15 Oct 2007 20:49:16 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#34;http://blogactionday.org&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;Bloggers Unite - Blog Action Day&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;http://blogactionday.org/images/action_250x250.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt; O &lt;a href=&#34;http://blogactionday.org&#34;&gt;Blog Action Day&lt;/a&gt; é uma campanha viral que envolve blogs do mundo todo na &lt;a href=&#34;http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global&#34;&gt;conscientização sobre o aquecimento global&lt;/a&gt;, que está rolando durante o dia de hoje, 15/10/2007. Nós aqui do Submusica &lt;a href=&#34;http://feeds.feedburner.com/submusica&#34;&gt;estamos o tempo todo relatando os avanços&lt;/a&gt; na forma como a música é &lt;a href=&#34;../../2007/05/10/275/&#34;&gt;produzida&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;tocada&lt;/a&gt; e &lt;a href=&#34;../../2007/06/18/minimal-techno-gratis-para-download-em-mp3/&#34;&gt;consumida&lt;/a&gt;, e como o formato digital, que dispensa o uso de mídia física, está finalmente mexendo com a &lt;a href=&#34;../../category/equipamentos&#34;&gt;indústria de equipamentos&lt;/a&gt; e de &lt;a href=&#34;../../2007/10/09/nine-inch-nails-manda-as-gravadoras-se-roerem/&#34;&gt;distribuição de música&lt;/a&gt;. Independente de gosto,&lt;a href=&#34;../../2007/05/29/traktor-scratch-final-scratch-serato-ou-torq/&#34;&gt; hoje já não tem mais desculpa pro antiquado DJ não se adaptar&lt;/a&gt;. Se tem uma coisa indiscutível sobre a música digital, é que ela dispensa gastos de matérias primas como vinil, acrílico, silício, papel, tinta e plástico, que compõem discos de vinil, fitas e CDs. E mais: muito petróleo e energia elétrica são desperdiçados com fabricação, armazenagem, transporte e comercialização destes pedaços de plástico que fazem apenas uma ponte entre ondas sonoras que são, por sua natureza, desprovidas de mídia física, tanto na sua origem (instumentos, vozes) como no seu fim - &lt;a href=&#34;../../2007/05/30/binaural-recording-som-51-em-fones-de-ouvido/&#34;&gt;ondas sonoras que adentram seu ouvido e viram impulsos elétricos que são interpretados pelo nosso cérebro&lt;/a&gt;. Então, chega desse papo de atrelo à matéria, pois o que você realmente ama, a música, não tem corpo. É e sempre será etéreo. Medialess.&lt;/p&gt;</description>
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