Hercules toma vergonha na cara com o DJ Console Rmx

Depois de muitos anos fabricando o fraco Hercules DJ Console e dúzias de outros brinquedos que nunca puderam ser levados a sério, a Hercules resolveu fazer o dever de casa e lançar um controlador um pouco mais profissional – ou seria menos amador? O Hercules DJ Console Rmx (sic) é uma alternativa bem mais interessante pra quem deseja brincar em casa ou em festinhas com os amigos. Não possui muitas funcionalidades, mas pelo menos agora possui um layout mais organizado e menos infantil. Vamos ver, mas pelo preço de 450 dólares, vai ter muito o que entregar frente à concorrência. Para saber mais e ver fotos em alta, visite o site da Hercules ...

2008-01-18 · 1 min · 113 words · Submusica

Vestax anuncia mais um controlador midi, o VCM-600

Mais uma novidade pra NAMM 2008 que acontece neste final de semana: o mixer midi VCM-600, que parece ser um peso-pesado pra competir com o excelente Korg Zero8, lançado ano passado. Não há muitas informações disponíveis ainda. Provavelmente foi só um teaser colocado pra fazer barulho antes do evento. Definitivamente esta NAMM está ainda mais explosiva e soterrando de vez não só o vinil como também os CDs, que com certeza morreram em 2007. Vamos ver o que vem por aí. Eu ando meio chateado com a Vestax, mas o aparelho parece muito bom tanto pra DJs como pra estúdios de produção. Mas definitivamente não é pra DJs mobile, uma tendência em todos os lançamentos até agora. Se bem que pra quem carregou cases de discos de vinil até hoje, nada disso chega perto. Interessante ver como uma marca tradicional como a Vestax caiu com tudo no mundo midi. Algo me diz que as vendas dos seus excelentes toca-discos não estavam indo bem das pernas… ...

2008-01-18 · 1 min · 165 words · Submusica

Serato parte para os controladores com o Serato ITCH, mas sem midi

Mais um fabricante se aventura no mundo dos controladores, e dessa vez é a Serato, co-responsável pelo “unânime” Serato Scratch Live (a outra ponta é a Rane, tradicional fabricante de equipamentos de áudio que faz o hardware do SSL). Depois de 3 anos fazendo constantes mas pequenas atualizações no Serato, mas sem atualizar o danado (que ainda é uma caríssima caixa preta USB 1.1), o Serato ITCH é uma plataforma de software feita para ser integrada a controladores com comunicação direta no hardware, sem usar o protocolo midi. Isso mesmo. Diz o press release que a idéia é ter um protocolo de comunicação eficiente, já todo mapeado de fábrica, em que você tira da caixa, espeta numa porta USB e sai usando, e com performance superior aos controladores midi. Diz ainda que quando os fabricantes de hardware (Vestax e Numark) perguntaram “quanto espaço de dados na conexão USB vocês precisam?”, a resposta foi “o máximo que vocês puderem deixar pra gente”, algo que os surpreendeu pois os outros fabricantes de software (leia-se Native Instruments) solicitaram muito pouco. Vamos ver o que vai acontecer. De cara, eu fico cético pois: - Não usar o padrão MIDI? Isso é loucura. Mais uma vez eles pensam em hardware proprietário. Você gasta sua grana com um controlador que só vai rodar no programa deles, como era o Serato SSL no começo (até que, sob pressão, eles finalmente liberaram o mesmo pra funcionar como placa de som). - Vestax e Numark como parceiros iniciais. Estranho, deveria ser a Rane, que é um dos grandes pontos fortes do SSL, pelo excelente fabricante de hardware que é. Vestax está se mostrando uma empresa muito incompetente pra lidar com hardware digital, e a Numark tem feito tantos produtos novos que dá até vontade de rir, pela falta de foco. - Mais uma vez, a Serato parte pra fazer uma solução estanque, que não anda com as próprias pernas. Como aconteceu na parceira da Stanton e da Native Instruments no FS2, comprar soluções que dependam de terceiros pra funcionar é algo muito complicado. Basta uma briga e pronto, você fica na mão. A indústria já mostrou que soluções mais amarradas só trazem benefícios pro usuário, pois o suporte e as decisões importantes vêm de um lugar só. É assim no mundo Apple, no mundo dos games, de muitos celulares e palms. Me dou a liberdade de especular: eu acho que a Rane está pulando fora do barco. Indícios não faltam. A Serato é fabricante apenas de software, aliás, um excelente fabricante (exceto na parte das interfaces, porque meu deus, será que na Nova Zelândia não existem designers? Duvido). Pra ela, o negócio é fazer programas, e a prova está aí. Depois de ver a Native dominar o mercado dos controladores midi ano passado com o Traktor 3 LE e o selo Built For Traktor, onde fechou parcerias com Behringer, Numark, Vestax, Allen & Heath, Hercules e tantos outros, era mais que natural que a Serato partisse pra uma solução assim. Já a Rane ganha grana é montando a caixa preta do SSL. E é engraçado que um sistema de simulação de vinil que venda tão bem e já tenha conquistado tantos adeptos não tenha sofrido um upgrade sequer. É muito dificil você se manter 3 anos atualizando software, drivers e mantendo uma mesma linha de montagem sem arrancar um centavo dos seus clientes. Não tem plano de negócios que feche assim. A Rane deveria estar doida pra soltar uma versão nova da caixa preta do Serato SSL, mas isso não aconteceu até hoje. E motivos não faltam: o protocolo USB foi atualizado pra 2.0 (se a Serato diz que precisa tanto de largura de banda assim, porque não atualizar o bicho?), a caixa continua grande, existem esquemas de cabos hoje muito mais práticos como no Conectiv e no Traktor Scratch, e mais entradas e saídas seriam algo muito legal também. Mas nada disso aconteceu. Só o TTL-56M (bela sigla, PQP), que pelo preço deve ter vendido uma dúzia no máximo, hehe. Agora, veio essa. E sem MIDI. Eles vão agora alimentar o mito da performance, fechando a plataforma. Burrice danada, é como se o protocolo MIDI não tivesse sido inventando pra tocar instrumentos ao vivo, ou seja, ele entrega velocidades animais, e eu nunca vi um controlador que sofresse de latência – normalmente esse problema está no computador ou na placa de som. Bom, em todo o caso, a novidade é sempre bem vinda. E assim o mercado se aquece, só temos a ganhar! ...

2008-01-18 · 4 min · 755 words · Submusica

SC System: Stanton levanta do túmulo e revoluciona o mercado de DJs

Neste fim de semana começa a NAMM 2008, o grande evento onde os fabricantes de equipamentos de áudio revelam suas novidades para o ano. E é justamente agora que eu volto das minhas férias e começo a trazer as novidades. A primeira fica por conta da Stanton, que revela o tal produto que fez ela abandonar o Final Scratch 2: o Stanton SC System. Se você é DJ profissional ou amador, e independente do que você usa, vinil, CDs, mp3, vale muito a pena conferir este lançamento, pois estamos falando de algo que vai ser um grande passo na forma como se toca, diferente de tudo que já saiu até hoje. Que entender o motivo? Ano passado, quando a Stanton detonou de vez o Final Scratch 2, ela o fez porque supostamente iria lançar um produto revolucionário. 2007 passou e ela ficou morta em seu canto, sem lançar absolutamente nada. Pra mim, a Stanton já era passado. A NAMM 2008 começa amanhã. Ano passado foi o ano dos controladores midi, com soluções vindas de todos os lados, como já vimos aqui no Submusica. Mas o fato é, todas as soluções vieram de novos e pequenos fabricantes, ou então do pessoal que fabrica instrumentos para produção de áudio, como a M-Audio. As únicas exceções foram a Vestax e a Numark. A Stanton resolveu esperar todos arrebentarem a cara e entrou de sola com um equipamento, que, nas palavras dela, “ao contrário dos outros controladores pra DJ, ela oferece qualidade de construção profissional, sem comprometimentos. Cada knob, fader, led e tela de lcd utilizam componentes de qualidade, e mesmo a carcaça é desenhada para suportar anos de uso exigente na vida real, tanto em estúdio como ao vivo”. “Enter The System” lembra o “Enter The Matrix” O site oficial do SC System responde no endereço www.enterthesystem.com, que me faz lembrar o velho e bom “Enter The Matrix”. Ao mesmo tempo que quer dizer “apresentando a Matrix”, também quer dizer “entre na Matrix”. E o caso aqui é: este é O sistema. Stanton: entre no sistema. Note que usaram um laptop Acer, o mais popular entre os DJs no momento O sistema consiste em dois módulos, 100% midi. O primeiro chama-se SCS.1M, e substitui o mixer, e o segundo é um deck virtual com um prato de vinil motorizado (giratório), que pode ser usado para controlar mais de 1 deck, o SCS.1D. SCS.1M, o mixer midi O SCS-1M é um controlador em forma de mixer, com áudio firewire profissional – se for igual ao do ScratchAmp do Final Scratch 2, vai deixar toda a concorrência no chinelo. Além de oferecer inúmeros controles que você pode mapear livremente ao gosto do freguês, ele também tem entradas e saídas para as necessidades do seu estúdio. O módulo principal do sistema, o controlador em forma de mixer, SCS.1M Possui controles totalmente flexíveis e adequados para trabalho com software. Por exemplo: os knobs são do tipos de voltas infinitas, ou seja, eles giram 360 graus. A posição deles é marcada por leds. Isso acaba com aquela pentelhação de ter que acertar a posição dos knobs com o que está na tela do software, comum em todos os controladores do mercado. • Primeiro mixer 100% dedicado a DJs digitais e mobile • 4 canais com knobs e leds de volume similares aos mixers analógicos • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Mapeamento fácil para a maioria dos programas de DJing e VJing • Seção de navegação para escolha de músicas e arquivos • Entradas de microfone, line in e phono, para uso nos mixes e conversão digital • Som firewire compatível com Mac e Windows • Pode ser usado sozinho ou em conjunto com o deck SCS.1D • Saídas TRS balanceadas para o PA, saída RCA estéreo para o retorno (booth) e plug de 1/4" para fones de ouvido • Entrada para controlador de pedais midi Controles midi: • 24 Potenciometros (MIDI CC) • 37 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 4 faders de 45mm (MIDI CC) • 1 crossfader de 45mm (MIDI CC) • 1 codificador rotacional (MIDI CC ou Incremental CC) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 6 medidores de led de 9 segmentos. Um para cada canal e um par para a saída master (L & R), tudo controlável por MIDI Dimensões • 2,71 kg • 10.75" x 3" x 16.75" (LAP) SCS.1D, o deck virtual com disco de vinil motorizado O SCS.1D é um deck virtual, que usa um chassis e formato parecido com os atuais CDJs da Stanton. A diferença é que ele é totalmente MIDI, mas possui um prato motorizado, que utiliza um disco de vinil de verdade para controle dos scratches, no tamanho 10 polegadas – algo que eu acho perfeito para a finalidade: nem muito grande, nem muito pequeno. O SCS.1D, diferente do seu irmão SCS.1M, não tem placa de som. Ele é apenas controlador midi, mas que oferece o esquema de controle mais preciso do mercado. Ele possui um pitch motorizado, que acompanha as modificações feitas via software, e que se ajusta automaticamente conforme o deck que você selecionou. Imagine que você está usando apenas um deck SCS.1D para controlar as músicas dos players A (cujo pitch está no +3%) e B (cujo pitch está em +1%). Ao usar um pedal para mudar qual player você está comandando, o slider do pitch vai automaticamente para a posição correta, do +3% para o +1% (se você mudou o controle do player A para o B). SCS.1D: simplesmente o melhor controlador midi já inventado até o momento. Vamos ver como fica na prática O deck é bastante completo e promissor. Pode ser o acessório ideal pra quem já possui um belo mixer e um par de decks em casa, e quer apenas colocar o laptop pra tocar junto, já que ele pode ser usado com qualquer programa que suporte midi (Traktor, Virtual DJ, Mixvibes, Deckadance, etc), e que pode ser usado com qualquer placa de som (com um pouco de latência se você usar o som onboard do seu computador, claro). Vamos às especificações: • Primeiro deck motorizado totalmente midi e compatível com qualquer programa de DJing ou VJing • Prato motorizado de alto torque de 10" e com superfície de vinil • Pitch motorizado de 100mm que se ajusta para se manter em sincronia com o software • Pads com sensibilidade de velocidade para disparo de samples e quick cues • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Seção de transporte da música com controles tradicionais (play, pause, etc) • Permite controlar mais de um deck ao mesmo Controles midi: • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 1 fader motorizado de 100mm (MIDI CC) Botões e chaves • 4 pads de trigger com sensibilidade de velocidade (MIDI Note On) • 46 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 1 display de posição do cue, com o indicador do deck controlado atualmente (MIDI SysEX controllable) Dimensões • 6,29 kg • 16,75" x 3,25" x 14,5" (LAP) Prato motorizado: • Tipo de motor: 16 poles, 3 phases, sem escovas • Velocidades: 33 1/3 ou 45 rpm • Torque: >4.5 kgf/cm • Tempo de start: 0,2 seg • Tempo de break: 0,2 seg Flexiblidade na hora de montar o seu estúdio Essas são as primeiras peças do sistema SC da Stanton. Provavelmente vem mais por aí, mas o grande legal do projeto (que está há 4 anos no forno) é que você tem fexlibilidade total para comprar somente as peças que precisa e integrar totalmente ao setup do seu estúdio. Veja alguns exemplos: O SC System permite que qualquer DJ ingresse no mundo midi da maneira que achar melhor Realmente se enquadra em qualquer setup, conforme o gosto do freguês. E permite que o DJ faça uma transição suave pro mundo digital, sem ter que vender tudo de uma vez e comprar tudo de uma vez – isso é, se ele realmente quiser migrar 100% pro mundo digital. Conclusão: agora sim, temos um fabricante pegando no batente Até então, só nomes menores fizeram as coisas acontecerem até agora. A Stanton, fabricante do qual ainda guardo uma certa mágoa pelo que fizeram com o Final Scratch 2, mostra que pensou bem no que estava fazendo e entregou um pacote bastante promissor. Isso mostra uma análise que já tinha feito nos comentários da notícia sobre o CDJ-400, e mostra bem que a coisa vai caminhando para o que o Memê profetizou aqui no Submusica, na entrevista que ele nos deu ano passado: estamos ainda num perído de transição, onde os grandes fabricantes ainda vão entrar nesse mercado de MIDI, e muita coisa há de mudar. Se o SC System entregar o que está sendo prometido, ele é um forte concorrente a colocar de novo o nome da Stanton na história da mudança de como os DJs trabalham. Ela fez isso no passado com o Final Scratch, e tem tudo pra fazer com o SC System. Porém, este é um mercado competitivo, onde se você der mole, ser pioneiro não adianta muito – vide que hoje a referência em simuladores de vinil é o atrasado Serato Scratch Live, da Rane/Serato. Eu acredito na visão do Memê que, no final, vamos ter apenas uma “caixa”, onde você joga seus arquivos e faz tudo nela, sem conectar cabos, computadores, parafernálias, e etc. O iDJ2 foi um grande passo nesse sentido, e o SC System, apesar de depender de um laptop, permite que um DJ tenha um sistema mais integrado, e sem aquela pinta de “brinquedo” que os outros controladores têm até agora. Talvez o melhor desse sistema é que você pode ingressar aos poucos. Eu vou observar mais um pouco, mas acredito que, hoje, dia 17 de janeiro de 2008, eu montaria um setup em casa composto de 2 decks SCS.1D com um SCS.1M, e um laptop. Ou então apenas um SCS.1M e um par de Technics MK2 com o Conectiv ou o Traktor Scratch, caso eu ainda prefira usar os pouco vinis que ainda me restam – mas é pouco provável, pois é uma solução bem cara. Pra mim o mais legal é que, no meu caso, onde trabalho 100% com arquivos digitais, o SCS.1M matou mixers elaborados como o DJM700 e DJM-800. Ainda pretendo passar meu Xponent pra frente (depois de fazer um review mais completo) e pegar um iDJ2 da Numark. Depois, quem sabe não vou pro SC System da Stanton. Temos que esperar, pois o mercado está em constante mutação. O fato é, quem está preso ao vinil ou ao CDJ está com os dias contados, não adianta chorar. É como tentar pegar um emprego sem saber mexer em um computador e no MS Office… Para saber mais, visite o site: www.enterthesystem.com ...

2008-01-17 · 9 min · 1879 words · Submusica

Curso, loja e estúdio para DJs e músicos: conheça a DJBAN

Entrar no mundo da produção musical e da discotecagem nunca foi tão fácil como hoje. Equipamentos estão cada vez mais acessíveis e com uma qualidade mais do que bacana pra quem vai se aventurar dentro do seu quarto. Mas será que é apenas uma questão de comprar equipamento? Basta ligar aquele par de decks na tomada ou instalar programas no computador e sair fazendo mixes ou tunes dignas dos top DJs e produtores? Definitivamente, não. Além de saber o que comprar, conforme seu orçamento e seu nível técnico, é preciso aprender e treinar muito. Se enfiar em um estúdio, conversar com alguém que entende muito de equipamentos, ou ter aulas com um artista de verdade, com dicas que você não vai pegar em nenhum site ou manual em PDF. O Submusica visitou a DJBAN, um verdadeiro centro para DJs e músicos localizado no bairro da Consolação, em São Paulo. Conheça um pouco do que um lugar especializado para músicos e DJs pode fazer por você. Conhecendo a DJBAN: loja, estúdio e curso para DJs e músicos Sabe aquela sensação de chegar no parque de diversões e ficar desesperado pra andar em todos os brinquedos, de tanta coisa legal que você vê por lá? É assim que eu fico quando entro na DJBAN. O motivo é simples: é um espaço que tem tudo pra quem é fã de música, independente do estilo. Iniciada em 2001, a DJBAN é capitaneada pelo incansável DJ Bunnys, um veterano de longos e longos anos de estrada. No currículo do grupo tem de tudo: desde a tradicional venda de discos como também a venda de equipamentos, indo da agulha às caixas de som (algo difícil de encontrar em um lugar só); até a sonorização e produção de eventos de grande porte, como as quatro edições da E-Center, que aconteceu no Playcenter de SP, que reuniu mais de 70.000 pessoas. Seu negócio não é música eletrônica? Ora, não tem problema: a DJBAN tem um estúdio dedicado para gravação de instrumentos acústicos A DJBAN é um espaço onde qualquer pessoa pode chegar sem saber nada e vai encontrar todas as ferramentas para desenvolver seu talento e se tornar um profissional. Além do material de trabalho (equipamentos e discos), a DJBAN oferece estúdios para cursos de discotecagem e produção, e também para ensaios e masterização – ideal para quem tem vizinhos de “audição sensível” como os meus… Diversos DJs e produtores de renome já passaram por ali, e muitos vivem passando por lá para conferir as novidades, ou utilizar os serviços dos estúdios. É comum você encontrar feras como Pet Duo, Camilo Rocha e Alex S dando as caras por lá, entre muitos outros. Estúdios de mixagem e masterização: uma “lan house” de DJs e produtores Estúdio de masterização e sonorização da DJBAN. O único detalhe que falta na foto é a belíssima mesa ProjectMix I/O, da M-Audio Um dos principais atrativos da DJBAN são os estúdios para ensaios e masterização, o que, na minha opinião, é uma sacada de gênio para quem mora em apartamentos, como o meu caso. Sabe aquele dia em que você quer fazer aquela gravação de um mixtape e os vizinhos começam a reclamar do barulho execessivo? Pois é, muito prazer, sofremos do mesmo problema. Pensando nisso, a DJBAN disponibiliza algumas salas com ótimo isolamento acústico e um pequeno mas possante PA, com equipamento de primeira, os quais você pode alugar por hora, no melhor estilo “lan house”. É chegar com seus discos ou laptop e sentar a lenha no som, sem medo de ser feliz, e aproveitar pra pilotar os decks ou a mesa de masterização com o volume alto e claro. Um dos booths para DJs, que pode receber mais equipamentos conforme a necessidade do DJ Eu por exemplo, estou mergulhado em controladores midi e sem espaço pros tradicionais toca-discos. Mas vira e mexe dou um pulo lá e pego duas horas nos decks, para manter a prática e ouvir música como ela foi feita pra ser escutada: tremendo as paredes! Brincadeiras à parte, este por si só já é um dos motivos pelos quais vale a pena visitar o espaço. Mas ainda tem muito mais. Curso DJBAN: o único que oferece pós para DJs e produtores Sala de aula da DJBAN, com recursos de sobra para todo tipo de aula em turma A DJBAN oferece cursos ministrados por grandes profissionais da música, como Bungle, Demu Mix e o próprio DJ Bunnys, entre outros. Além do tradicional curso de formação de DJs (que possui modalidade intensiva, pra quem quer mergulhar no assunto), tem também o curso de performance, voltado para o turntablism, onde se aprende as manhas de scratch, back2back, backspins e cia. Já na área de produção musical, tem Reason, Cubase e Sonar, além de cursos de sonorização, para quem deseja ficar fera na montagem de equipamentos e PAs, e de produção sonora, onde o foco é a criação de spots e vinhetas para rádio e televisão. Mas o grande destaque que diferencia a DJBAN dos demais cursos é que ela oferece cursos pós-formação. Pois é, ao contrário do cursinho perto da sua casa que só vai te ensinar a mexer nos equipamentos e depois vai te largar na selva musical, a DJBAN tem módulos que você pode fazer e que focam exclusivamente nas características de toca-discos, CDJs, Final Scratch, Serato, masterização musical e muitos outros. Estes módulos extras já dão a deixa sobre a preocupação constante do grupo DJBAN em oferecer recursos pra todo o tipo de situação. Mesmo DJs veteranos com vários anos de discotecagem na bagagem encaram os módulos de upgrade para atualizar suas técnicas, principalmente agora em época de migração para os meios de discotecagem digital. Eu sei de muito DJ bom por aí que precisa se atualizar, pois ainda se encontra tocando com vitrola movida à manivela. Loja VIP DJBAN: onde o nome VIP não é à toa Quem é leitor assíduo do Submusica já deve ter me visto indicando compra de equipamentos na DJBAN nos comentários dos artigos. E não é pra menos: a DJBAN oferece todo o tipo de equipamento que você possa precisar: de fones e agulhas de toca-discos a controladores e caixas de som e monitoração profissional. Todo o material vendido na DJBAN é ofertado com preços competitivos, nota fiscal e garantia, sem piruetas e esquemas. Eles oferecem condições de pagamento facilitadas, e se por um acaso o equipamento que você quiser não estiver disponível lá, é só dar um toque que o pessoal corre atrás pra você. Vale a pena, pois não tem coisa pior do que você procurar importar algo “naquele esquema” e depois seu produto dar defeito (algo que acontece demais hoje em dia). Se você comprar pela DJBAN, pode ficar sossegado com relação a isso. A BAN trabalha com fornecedores oficiais no Brasil, e também trabalha com venda de equipamentos usados e reformados, sempre com garantia e flexibilidade na hora de comprar. Conclusões finais Mais um dos estúdios voltados para produtores musicais fazerem masterização de seus trabalhos Bom, vou deixar claro uma coisa: este não é um artigo pago. Ao contrário, se temos uma política aqui no Submusica é de sermos completamente livres e só falarmos de coisas que gostamos e que valham a pena ser informadas para nossos leitores. Eu mesmo já deixei de publicar muita coisa aqui por concluir que não valeria a pena, como a cobertura do evento do Serato no Brasil, que aconteceu em novembro. Assim como tenho prazer em noticiar um novo equipamento, um novo software ou um novo disco, a mesma coisa acontece no caso da DJBAN. E pelo que vejo nos comentários das dezenas de artigos daqui do Submusica e nos tópicos do nosso fórum, o SubDJs, muita gente se mete em problemas na hora de comprar equipamentos e procurar cursos. O motivo é simples: falta informação. Já conheci muitas lojas de discos, equipamentos e estúdios, mas nunca conheci um lugar que concentre isso tudo e muito mais, e principalmente, feito com honestidade e caráter, com amor ao ofício como o pessoal da DJBAN faz. As idéias e as diferenças falam alto e defendem o que estou dizendo: são serviços e atendimento que só poderiam ser oferecidos por quem realmente gosta da coisa. Eu recomendo muito uma visita se você estiver em São Paulo, ou um contato por e-mail ou telefone. Converse, diga que foi indicado pelo Submusica, e tenho certeza que você receberá tratamento VIP. Mesmo se você é daquele tipo metido à malandro que sempre procura levar vantagem no preço, ainda assim, faça uma força e procure ter uma experiência de compra com o pessoal da DJBAN, e eu garanto que você vira cliente assíduo. Enfim, fica aqui a análise sobre a DJBAN, loja de equipamentos e discos, cursos, estúdio e sonorização para DJs e músicos. Esta o Submusica recomenda! Serviço: DJBAN http://www.djban.com Rua Vinicius de Moraes, 2.777 - Consolação - São Paulo (ver mapa) Telefone: (11) 6854-5870 E-mail: djban@djban.com Horário: Seg. a Sexta das 10 às 22:00h - Sábados até 20:00h ...

2007-12-27 · 8 min · 1503 words · Submusica

Atenção chegou chatuba, ops, Ableton Live 7!

E hoje é o grande dia para usuários do Ableton Live do mundo todo: saiu a versão 7, que promete ser uma das maiores evoluções do produto rumo àsua maturidade. Resumidamente, a lista de novidades é seguinte: - A engine de áudio foi refeita do zero, produzindo sons e efeitos com qualidade muito superior, com especial destaque para o compressor; - O Live agora aceita instrumentos físicos que podem operar como se fossem plugins. Agora você já pode usar aquele seu rack de efeitos e equalização junto com o software; - Função “nudge”, também conhecida como pitch bend, pra alegria de quem se apresenta ao vivo. Isso mesmo, você pode mapear o jog wheels do seu controlador midi favorito; - Um novo rack de bateria que consolida várias etapas de trabalho, desde fatiar as batidas até associá-las a pads no seu controlador, criando cadeias complexas de samples, sintetizadores e efeitos pra cada um dos pads. - Agora são duas versões do Ableton: o tradicional Ableton Live, e o Ableton Suite, que vem com algumas centas de instrumentos e efeitos, a exemplo do Logic Studio 8, da Apple. Claro, tem muito mais novidades. Mas a real é essa: a versão 7 do Ableton Live tem uma sonoridade muito melhor, consegue agora atender DJs do jeito que eles precisavam, e introduz um novo esquema de edição de bateria que vai atrair fãs do Recycle no Reason, e tantos outros. Acesse agora o site da Ableton e baixe a versão demo. [Via Create Digital Music] ...

2007-11-30 · 2 min · 252 words · Submusica

Pioneer CDJ-400: com scratch, midi e USB, pra quê CDs?

E a Pioneer continua descendo a ladeira com lançamentos consecutivos. Depois do DJM-700 e do SVM-1000, chegou a vez do CDJ-400, que foi apresentado ao público semana passada, durante o evento BPM, na Inglaterra. Basicamente uma evolução dos CDJ-100 e CDJ-200, desta vez o CD player da série econômica trouxe duas inovações àsérie: uma porta USB e um jog wheel com função de scratch. Apesar da alcunha “CDJ” no nome, o CDJ-400 se posiciona como “deck digital”. Ele pode ser espetado na USB de um computador e ser usado como controlador midi para o programa Pioneer DJS e o Serato Scratch Live, entre outros. Continue lendo para saber mais, assistir a um vídeo do pessoal do site Skratchworx, ver fotos e uma rápida análise pra saber se a brincadeira vale à pena. E o CDJ mais econômico encostou no mais caro Pode parecer bobagem, mas adicionar capacidades de scratch em um CDJ econômico é um passo importante na indústria de equipamentos. Em 2001, quando do surgimento do CDJ-1000, o aparelho assombrava com a capacidade de fazer scratches usando os tradicionais CDs. Era e sempre foi a assinatura do aparelho. Tivemos o CDJ-800, mas este não vingou, por ser apenas uma versão econômica com uma diferença de preço muito baixa ao ponto de não justificar. Agora, ao ofecer scratch no modelo mais básico, a Pioneer vai forçar uma forte mudança no mercado de aparelhos de CD players para DJs. Graças aos simuladores de vinil e controladores midi e a mudança na forma de consumir música, o CD está agonizando, e é preciso oferecer mais recursos por um preço melhor para sobreviver. A tendência é que agora função de scratch seja obrigatória em qualquer aparelho, além de oferecer portas USB, que fazem do CDJ um mero controlador quando utilizada. A concorrência que se cuide. Como diria Jack, O Matador, “todo mundo aqui vai dançar”. Neste momento, contudo, várias perguntas ficam sem resposta. O que vai acontecer com o CDJ-200? Ainda existe uma demanda fortíssima pelo CDJ-100, que por mais simples que seja, dá conta de boa parte do mercado. Afinal, se o negócio é realmente tocar CDs, o resto é apenas adicionais. E aí que mora o perigo pra Pioneer. O CDJ-200 começa a ampliar sua base agora, com muitos descobrindo a maravilha que é tocar com um CD-R repleto de arquivos mp3, e acabando com o troca-troca de mídias, a coisa que mais irrita qualquer DJ – mesmo os mais ágeis, já habituados com a rotina de trocar de disco a cada música, quando se toca com vinil, usam de estratégias de organização de seus cases para não perderem mixes por não conseguir achar uma música específica. Mas será que o danado é bom mesmo pra scratch? Sem dúvida, o grande atrativo mesmo é a funcionalidade de scratch. O pessoal do Skratchworx (sempre eles) invadiu o stand da Pionner no evento BPM, e meteu a mão na massa pra ver se o deck é bom. Eles gravaram um vídeo rapidamente com as manobras mais tradicionais, e o resultado, você confere no vídeo ao lado, com comentários em inglês. A moral da história: ele é realmente bom pra fazer scratches? Sim. Ele é. Mas com a velha ressalva de sempre: se o seu negócio é scratch mesmo, de verdade, o CDJ-400 é apenas mais um excelente brinquedo. Com seu jog wheel muito pequeno, assim como em controladores midi e todas as outras tentativas, você pode fazer algumas manobras mais básicas, mas nada muito avançado. É difícil sair de um discão de vinil de 12 polegadas para meter a mão em um disquinho de plástico de poucas polegadas de largura, a agilidade não é a mesma, é preciso muita adaptação por parte do DJ. Porém, se suas intenções nunca foram de tornar um DJ Q-Bert, pode cair dentro do CDJ-400 no que depender das capacidades de scratch. É realmente bem legal se considerarmos que este aparelho é voltado para orçamentos mais modestos que não podem encarar o já lendário CDJ-1000. O veredito: vamos esperar pegar um em mãos pra ver, mas… Eu acredito que este modelo vai ser, assim como os simuladores de vinil, um aparelho ideal para a transição de quem não tem muita intimidade com tecnologia. O lance da porta USB parece apetitoso, mas só que é apenas um quebra galho pra tocar uma musiquinha ou outra. Se você quisesse fazer um set inteiro só com arquivos digitais, precisaria de dois pen-drives com as mesmas músicas em cada. Tem que ter muito cuidado e fazer as contas antes de mais nada. Hoje um CDJ-200 sai na casa dos 1.200 reais, eu chuto que este CDJ-400 vá ficar na casa dos 1.500. Some um mixer básico como o Behringer VMX-300, cerca de 500 reais, e dois dois pen drives de 8 GB, de 200 reais cada, e chegamos a 3.900 reais. E sim, você ainda vai precisar de uma placa de som, pois pelo que eu entendi, este aparelho é apenas controlador, sem disponibilizar áudio. Por esse preço você pode comprar um laptop de segunda mão com potência de sobra para rodar qualquer programa de DJing (basta ter 512 MB de RAM, 1GB sendo o ideal), e um M-Audio Xponent. Enfim, o negócio é esperar pra ver. Eu acho legal o que a Pioneer vem fazendo, adotando midi de maneira sutil com todos os seus aparelhos atuais. Como eu sempre digo aqui, ela já está metida com o software, o Pioneer DVS, então falta apenas debutar no mercado de controladores. Porém, parece que está faltando algum pulo do gato. Vamos aguardar 2008. ...

2007-11-25 · 5 min · 974 words · Submusica

Duelo de controladores: Vestax VCI-100 versus M-Audio Xponent

Ultimamente não tenho escrito muito aqui no Submusica. Estou de férias cuidando de assuntos pessoais, mas fazendo um dos comparativos mais esperados: o duelo entre os melhores controladores midi do mercado, o Vestax VCI-100, que já analisei aqui, e o M-Audio Xponent, que recebi pela DJ Ban, loja de São Paulo especializada em equipamentos e cursos para DJs e produtores. Seria complicado dar um veredito agora. Afinal, já estou com o VCI-100 em mãos há muito tempo, e domino o Traktor há quase 10 anos. Falta debruçar mais sobre o Xponent e o software Torq. Mas já rola tirar algumas conclusões interessantes. Se você está em dúvidas sobre qual controlador comprar, este artigo é pra você. Controladores midi: o que são, e o que esperar de um Antes de começar: já falamos aqui no Submusica sobre os diversos tipos de controladores midi voltados pra DJs que começaram a pipocar no mercado de equipamentos neste ano de 2007. Se você chegou por aqui sem saber do que se trata, recomendo ler o artigo Midi, a revolução sem volta, e também a parte 2 do mesmo artigo. De todos os controladores apresentados até o momento, o M-Audio Xponent é o mais completo, o mais caro e também o mais promissor. Afinal, trata-se da M-Audio, um dos maiores fabricantes de controladores midi do mercado, uma verdadeira pioneira no assunto. Além de possuir muitos controles, é um dos poucos que oferecem áudio integrado e um software completamente pensado nele. Mais que isso, a M-Audio criou uma laboratório de especialistas chamado SynchroScience, um time responsável por todo o desenvolvimento de soluções voltadas para DJs na era digital. E, logicamente, a expectativa em cima de um Xponent é enorme. Afinal, até o momento todos os controladores de respeito são feitos por empresas do ramo de equipamentos para DJs: mixers, toca-discos, CDJs, processadores de efeitos, e nenhuma delas está acostumada com os problemas inerentes ao mundo dos computadores. Ou seja, o desafio é grande. O M-Audio Xponent “out-of-the-box” (logo que sai da caixa) Sempre que você recebe um produto que acabou de comprar, não tem momento mais legal do que a hora de desembrulhar o pacote, não é? Esse momento é tão mágico pra tantas pessoas que um site gringo se especializou na arte de filmar e fotograr produtos sendo abertos: o Unboxing. Seja um mixer, um celular, aquele box de DVDs da temporada de sua série favorita, até mesmo um Ferrorama, é sempre um momento legal. ...

2007-11-07 · 15 min · 3060 words · Submusica

Kaoss Pad 3, da Korg, ganha um review pelo site Skratchworx

Objeto de desejo de muitos DJs que não se limitam à apenas tocar músicas, o Kaoss Pad 3, da Korg, é a evolução máxima em termos de processamento de efeitos. Capaz de transformar uma música de ponta a cabeça quando operado pelas mãos certas, o aparelho ganhou um review pelo site Skratchworx -- um pouco atrasado, mas antes tarde do que nunca. O que o maior site especializado em turntablism achou? Simples: tirando uma pequena dificuldade que o KP3 tem com a detecção automática de BPM (coisa que ainda estou pra ver funcionar com precisão quando se trata de batidas quebradas), o aparelho é maravilhoso. Uma sólida construção e um ótimo layout dos controles, aliado a 128 presets de efeitos que podem ser controlados em modo direto (com um knob para controlar o quanto de efeito é adicionado) e compatiblidade com cartões de memória SD de até 2GB, que podem carregar loops e samples editáveis através do software que o acompanha. O Kaoss Pad 3 ainda pode ser usado como controlador midi, fazendo a festa de quem quer ter uma interface sensível ao toque para manipular sons com a ponta dos dedos. Clareza de som e dos efeitos foi outro destaque do review. Resumindo: vale os 400 dólares. Eu já estou namorando um faz bastante tempo. Quer ver a criança em ação? Dá um pulo no YouTube, tem vários vídeos do Kaoss Pad 3 por lá. Conheça mais detalhes do processador de efeitos no review da Skratchworx, e no site oficial da Korg. ...

2007-10-20 · 2 min · 253 words · Submusica

RRAURL: nova versão do maior site de música eletrônica no brasil

![](RRAURL: nova versão do maior site de música eletrônica no brasil) Neste final de semana o maior site de música eletrônica do Brasil tomou um belo banho de loja e passou por uma mudança radical, da cabeça aos pés: estreou o RRAURL versão 5.0. O RRAURL, no batente desde 1997, finalmente resolveu dar o grande salto que até então ninguém havia dado no segmento de guias de música alternativa aqui no Brasil. Fechou parceria com um grande portal, foi à luta e expandiu suas funcionalidades: além da popular seção Guia, com a agenda de eventos da semana, do fórum e dos perfis de DJs, começou a ofercer uma rede social, com direito à blogosfera própria e tudo mais. Mas o destaque mesmo vai para o novo layout (que lembra muito o excelente Resident Advisor), que melhorou demais em relação à versão anterior do site. Assim como aconteceu aqui no Submusica 2.0, a idéia é tornar a coisa mais colaborativa o possível e dar voz a quem realmente tem vontade de falar. Esta foi a experiência que tivemos ao longo destes anos de rádio e blogosfera, e legal ver o RRAURL na mesma sintonia, apesar da grande diferença de foco. Desejamos sucesso! ...

2007-10-15 · 1 min · 201 words · Submusica