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    <title>Hercules on Submusica</title>
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    <description>Recent content in Hercules on Submusica</description>
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      <title>Xponent e Conectiv vão ganhar um banho de loja com o Torq 1.5</title>
      <link>/2008/02/02/xponent-e-conectiv-vao-ganhar-um-banho-de-loja-com-o-torq-15/</link>
      <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 21:54:09 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Xponent e Conectiv vão ganhar um banho de loja com o Torq 1.5&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/novo-torq-1_5.jpg&#34;&gt;Inovação. Se tem uma palavra para definir o trabalho que a M-Audio e seu núcleo de produtos para DJs, o Synchro Science Labs, a palavra é esta. Inovação. Passada a NAMM 2008, o grande evento anual onde fabricantes de equipamentos de áudio mostram suas novidades, e onde vimos inúmeros equipamentos sendo apresentados, tudo o que o pessoal da M-Audio mostrou foi &lt;a href=&#34;../../2008/01/18/m-audio-anuncia-torq-15-upgrade-de-50-dolares-para-xponent-e-conectiv/&#34;&gt;a nova versão do Torq 1.5&lt;/a&gt;. E aí você deve se perguntar: mas onde está então essa inovação sem lançar nenhum equipamento novo? Eu explico. Mas primeiro, vamos assistir aos vídeos que o pessoal do &lt;a href=&#34;http://www.skratchworx.com&#34;&gt;Skratchworx&lt;/a&gt; (sempre eles) gravou com a apresentação do novo Torq 1.5. E aí bater aquele rápido papo sobre as novas features e porquê o Submusica acha que muitas vezes não lançar um produto novo pode ser inovar.  Nos &lt;a href=&#34;http://www.skratchworx.com/news3/comments.php?id=893&#34;&gt;vídeos gravados pelo pessoal do Skratchworx&lt;/a&gt;, o simpático Chad (um dos líderes da divisão Synchro Science, e o mesmo apresentador dos vídeos do site oficial do Torq) dá um passeio pelas principais novidades do Torq 1.5. O áudio está em inglês, mas vale a pena conferir mesmo assim, e já já comentamos sobre eles:  &lt;em&gt;Demonstração do Torq 1.5 e suas novas funcionalidades - Parte 1&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Demonstração do Torq 1.5 e suas novas funcionalidades - Parte 2&lt;/em&gt; Bom, pra quem não pegou as explicações, vamos a uma rápida passada sobre o que vem por aí: - &lt;strong&gt;Novo time stretch/master tempo&lt;/strong&gt; : aquela clássica funcionalidade que temos nos CDJs e faz a alegria de muitos DJs, ao permitir que você altera a velocidade da música em alterar o tom (pitch), era um dos problemas do Torq atual. A nova versão vai vir com a tecnologia Élastique, a melhor que existe no mundo e que é usada no Ableton Live, Acid, Cubase, Traktor, Pro Tools e vários softwares profissionais de áudio. Finalmente vai ser possível acelerar a música aos extremos sem &amp;ldquo;esfarelar&amp;rdquo; o áudio. - &lt;strong&gt;Novo modo de BPM por seção&lt;/strong&gt; : esta é uma das evoluções mais interessantes nos programas de DJing dos últimos anos. Normalmente, todos os programas detectam um valor de BPM (batidas por minuto) pra cada música. Isso funciona muito bem com grande parte das músicas, mas existem aquelas que mudam de velocidade em algumas partes &amp;ndash; em rock isto é muito comum. O Torq vai permitir que você determine BPMs distintos ao longo de uma faixa, e assim seus efeitos e loops jogados por cima da música tocando caem completamente sincronizados e mantém o sincronismo à medida que a velocidade da música muda. - &lt;strong&gt;Barra de botõe&lt;/strong&gt; s: uma nova toolbar permite que você ligue e desligue funcionalidades importantes que ficam escondidas nas opções, como o controle externo (usado com vinis e cds), amputate mode, snapshots e cia. - &lt;strong&gt;Anchor mode&lt;/strong&gt; : apoiado pelas novidades acima, faz com que uma música fique presa em um determinado BPM. Vai ser a alegria dos DJs de rock, pois agora vai ser possível mixar músicas umas nas outras sem ter que se desesperar com a variação de velocidade de bateristas. &lt;img alt=&#34;O novo Torq 1.5, mantendo tudo no lugar e acrescentando novidades&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/torq-1_5.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;O novo Torq 1.5, mantendo tudo no lugar e acrescentando novidades&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Respeito com o seu consumidor, algo que falta atualmente&lt;/strong&gt; E isto é apenas o começo. O novo Torq 1.5 será um upgrade pago, no valor de 50 dólares. Muitos usuários ficaram chateados, mas infelizmente a realidade é que é impossível você continuar evoluindo um programa sem investir nele. Porém, ao contrário da concorrência, a M-Audio não está oferecendo novos equipamentos. Isto é simplesmente genial da parte deles, pois você vai apenas fazer um pequeno upgrade e ter várias funcionalidades novas, sem ter que quebrar mais um porquinho com suas economias. Vestax, Numark, Rane, Serato, Stanton, Hercules&amp;hellip; são vários os fabricantes que se mantém completamente perdidos por não oferecem soluções completas, e o tempo todo se encontram empurrando upgrades pro usuário, seja na forma de hardware ou de software novo. Muitos vão dizer que o Serato Scratch Live (SSL), o simulador de vinil da Rane/Serato, oferece upgrades gratuitos. Mas isso é besteira: primeiro, tudo que foi feito até agora foram pequenas melhorias mais que obrigatórias como melhorar a qualidade do áudio, poder rodar o software sem o aparelho (algo que o Final Scratch 2 e o Traktor oferecem desde 2004), ou mesmo oferecer um modo &amp;ldquo;placa de som&amp;rdquo; (que não funciona direito, afinal o SSL ainda é um limitadíssimo aparelho USB 1.1). As melhores features do Serato, como a recente funcionalidade de tocar vídeos foram lançadas na forma de plugins, uma sacada de gênio para arrancar mais 200 (isso, duzentos) dólares de seus usuários. E ora, o SSL ainda mantém seu preço de 600 dólares, o mesmo de seu lançamento há quatro anos atrás. Compare com o preço do Conectiv, na casa dos 250&amp;hellip; &lt;strong&gt;Alegria não só pros usuários do Xponent, mas do Conectiv também&lt;/strong&gt; As novas funções parecem feitas só pra quem usa midi? Ledo engano, caro leitor. Olha só o que o DJ Revolution fez no booth da M-Audio com o novo Torq 1.5 usando o Conectiv e um controlador M-Audio Trigger Finger:  &lt;em&gt;DJ Revolution em uma demonstração do Conectiv: quem quer pagar o dobro por um Serato?&lt;/em&gt; E aqui vai um bônus pra quem ainda pensa que o Conectiv é pior que o Serato, desta vez nas mãos do DJ Masta Hanksta:  &lt;em&gt;Masta Hanksta @ NAMM 2008, apresentando o Conectiv e o Torq 1.5 - Parte 1&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Masta Hanksta @ NAMM 2008, apresentando o Conectiv e o Torq 1.5 - Parte 1&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Conclusões finais&lt;/strong&gt; Se você ainda tem dúvidas sobre o que comprar, eu posso te dizer: hoje, em fevereiro de 2008, a melhor opção é sem dúvida a plataforma da M-Audio. Por um preço bem mais em conta e honesto, e com um pacote muito bem fechado e amarrado de software e hardware, não há sombra de dúvida que o Torq veio pra ficar. Para saber mais: &lt;a href=&#34;http://www.skratchworx.com&#34;&gt;Skratchworx&lt;/a&gt; &lt;a href=&#34;http://www.torq-dj.com&#34;&gt;Torq - Site oficial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Hercules toma vergonha na cara com o DJ Console Rmx</title>
      <link>/2008/01/18/hercules-toma-vergonha-na-cara-com-o-dj-console-rmx/</link>
      <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 12:24:48 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Hercules toma vergonha na cara com o DJ Console Rmx&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/hercules-dj-console-rmx.jpg&#34;&gt; Depois de muitos anos fabricando o fraco Hercules DJ Console e dúzias de outros brinquedos que nunca puderam ser levados a sério, a Hercules resolveu fazer o dever de casa e lançar um controlador um pouco mais profissional &amp;ndash; ou seria menos amador? O Hercules DJ Console Rmx (sic) é uma alternativa bem mais interessante pra quem deseja brincar em casa ou em festinhas com os amigos. Não possui muitas funcionalidades, mas pelo menos agora possui um layout mais organizado e menos infantil. Vamos ver, mas pelo preço de 450 dólares, vai ter muito o que entregar frente à concorrência. Para saber mais e ver fotos em alta, &lt;a href=&#34;http://www.hercules.com/us/DJ-Music/bdd/p/62/dj-console-rmx/&#34;&gt;visite o site da Hercules&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Serato parte para os controladores com o Serato ITCH, mas sem midi</title>
      <link>/2008/01/18/serato-parte-para-os-controladores-com-o-serato-itch-mas-sem-midi/</link>
      <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 00:07:22 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Tela provisória do software Serato ITCH, a nova plataforma para DJs da Serato&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/serato_itch.jpg&#34;&gt;Mais um fabricante se aventura no mundo dos controladores, e dessa vez é a Serato, co-responsável pelo &amp;ldquo;unânime&amp;rdquo; Serato Scratch Live (a outra ponta é a Rane, tradicional fabricante de equipamentos de áudio que faz o hardware do SSL). Depois de 3 anos fazendo constantes mas pequenas atualizações no Serato, mas sem atualizar o danado (que ainda é uma caríssima caixa preta USB 1.1), o Serato ITCH é uma plataforma de software feita para ser integrada a controladores com comunicação direta no hardware, sem usar o protocolo midi. Isso mesmo.  Diz o press release que a idéia é ter um protocolo de comunicação eficiente, já todo mapeado de fábrica, em que você tira da caixa, espeta numa porta USB e sai usando, e com performance superior aos controladores midi. Diz ainda que quando os fabricantes de hardware (Vestax e Numark) perguntaram &amp;ldquo;quanto espaço de dados na conexão USB vocês precisam?&amp;rdquo;, a resposta foi &amp;ldquo;o máximo que vocês puderem deixar pra gente&amp;rdquo;, algo que os surpreendeu pois os outros fabricantes de software (leia-se Native Instruments) solicitaram muito pouco. Vamos ver o que vai acontecer. De cara, eu fico cético pois: - Não usar o padrão MIDI? Isso é loucura. Mais uma vez eles pensam em hardware proprietário. Você gasta sua grana com um controlador que só vai rodar no programa deles, como era o Serato SSL no começo (até que, sob pressão, eles finalmente liberaram o mesmo pra funcionar como placa de som). - Vestax e Numark como parceiros iniciais. Estranho, deveria ser a Rane, que é um dos grandes pontos fortes do SSL, pelo excelente fabricante de hardware que é. Vestax está se mostrando uma empresa muito incompetente pra lidar com hardware digital, e a Numark tem feito tantos produtos novos que dá até vontade de rir, pela falta de foco. - Mais uma vez, a Serato parte pra fazer uma solução estanque, que não anda com as próprias pernas. Como aconteceu na parceira da Stanton e da Native Instruments no FS2, comprar soluções que dependam de terceiros pra funcionar é algo muito complicado. Basta uma briga e pronto, você fica na mão. A indústria já mostrou que soluções mais amarradas só trazem benefícios pro usuário, pois o suporte e as decisões importantes vêm de um lugar só. É assim no mundo Apple, no mundo dos games, de muitos celulares e palms. Me dou a liberdade de especular: eu acho que a Rane está pulando fora do barco. Indícios não faltam. A Serato é fabricante apenas de software, aliás, um excelente fabricante (exceto na parte das interfaces, porque meu deus, será que na Nova Zelândia não existem designers? Duvido). Pra ela, o negócio é fazer programas, e a prova está aí. Depois de ver a Native dominar o mercado dos controladores midi ano passado com o Traktor 3 LE e o selo Built For Traktor, onde fechou parcerias com Behringer, Numark, Vestax, Allen &amp;amp; Heath, Hercules e tantos outros, era mais que natural que a Serato partisse pra uma solução assim. Já a Rane ganha grana é montando a caixa preta do SSL. E é engraçado que um sistema de simulação de vinil que venda tão bem e já tenha conquistado tantos adeptos não tenha sofrido um upgrade sequer. É muito dificil você se manter 3 anos atualizando software, drivers e mantendo uma mesma linha de montagem sem arrancar um centavo dos seus clientes. Não tem plano de negócios que feche assim. A Rane deveria estar doida pra soltar uma versão nova da caixa preta do Serato SSL, mas isso não aconteceu até hoje. E motivos não faltam: o protocolo USB foi atualizado pra 2.0 (se a Serato diz que precisa tanto de largura de banda assim, porque não atualizar o bicho?), a caixa continua grande, existem esquemas de cabos hoje muito mais práticos como no Conectiv e no Traktor Scratch, e mais entradas e saídas seriam algo muito legal também. Mas nada disso aconteceu. Só o TTL-56M (bela sigla, PQP), que pelo preço deve ter vendido uma dúzia no máximo, hehe. Agora, veio essa. E sem MIDI. Eles vão agora alimentar o mito da performance, fechando a plataforma. Burrice danada, é como se o protocolo MIDI não tivesse sido inventando pra tocar instrumentos ao vivo, ou seja, ele entrega velocidades animais, e eu nunca vi um controlador que sofresse de latência &amp;ndash; normalmente esse problema está no computador ou na placa de som. Bom, em todo o caso, a novidade é sempre bem vinda. E assim o mercado se aquece, só temos a ganhar!&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Faça Você Mesmo: Ajustando a firmeza do pitch</title>
      <link>/2007/11/09/faca-voce-mesmo-ajustando-a-firmeza-do-pitch/</link>
      <pubDate>Fri, 09 Nov 2007 05:55:36 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Faça Você Mesmo: Ajuste a firmeza do pitch&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch.jpg&#34;&gt;Quem já usou os toca-discos Technics SL 1200 sabe muito bem que uma de suas maiores qualidades são os seus controles de pitch. Muito firmes e com uma resistência bem agradável, eles dão uma excelente precisão na hora de fazer ajustes finos, principalmente pra quem sabe mixar usando apenas o pitch, sem colocar as mãos nos discos. E realmente, não tem coisa pior que se acostumar com isto e depois ter que encarar um pitch de plástico molenga como o de um CDJ. Pra alguns chega a ser desesperador, pra outros nem tanto, mas também impede o DJ de abusar um pouco mais nas passagens. &lt;a href=&#34;../../2007/11/07/duelo-de-controladores-vestax-vci-100-versus-m-audio-xponent/&#34;&gt;No comparativo sobre os controladores Vestax VCI-100 e o Xponent&lt;/a&gt;, uma das minhas maiores críticas foi justamente esta questão: o pitch do Xponent é bem melhor por ter maior comprimento e mais precisão. Porém, ele peca por ser extremamente molenga, ao ponto de qualquer toquinho resultar numa mudança na velocidade. Mas calma, pra tudo tem um jeito! Eis aqui uma solução caseira rápida e fácil que muita gente não conhece, e que pode ser feita em alguns minutos &amp;ndash; e sem a necessidade de abrir o equipamento. Esta modificação serve para diversos tipos de decks, sejam eles CDJs, controladores midi ou até mesmo alguns toca-discos como da Stanton e da Numark. Confira aqui no Submusica este tutorial exclusivo, em um passo a passo no melhor esquema &amp;ldquo;receita de bolo&amp;rdquo;, com muitas fotos.  Esta modificação é muito simples, pois ela se baseia no seguinte: os controles de pitch do seu deck são bons, só são soltos, frouxos demais. O que vamos fazer é dar um pouco de aderência ao slider, o controle deslizante. Isso é feito usando algum feltro que vai ficar entre o pegador do slider e a superfície externa. O ideal é você comprar um daqueles feltros auto-adesivos que sempre rolam nas seções de utilidades domésticas de qualquer supermercado, marcenarias e afins. Mas você pode usar qualquer feltro disponível. Vamos ao passo a passo: &lt;img alt=&#34;Passo 1 - Material necessário&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_01.jpg&#34;&gt; Você vai precisar de pouca coisa para fazer esta modificação: um par de feltros auto-adesivos (ou material similar, mas não-aderente), tesoura ou estilete, e uma chave de fenda. &lt;img alt=&#34;Passo 2 - Retirando o pegador do slider&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_02.jpg&#34;&gt; Retire o pegador do slider usando a chave de fenda. Dependendo do seu aparelho, você nem precisará da chave de fenda, mas é melhor utilizá-la como alavanca para evitar forçar o mecanismo do pitch. Não tenha medo, esta peça é removível e não costuma ter nenhum tipo de lacre ou coisa parecida. É só puxar. &lt;img alt=&#34;Passo 3 - Colocando o pegador do pitch lado a lado com o feltro&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_03.jpg&#34;&gt; Retirado o pegador do pitch, o que vamos fazer é cortar um fundo pra ele. Aqui você confere a parte inferior do pegador do pitch do M-Audio Xponent. &lt;img alt=&#34;Passo 4 - Tirando as medidas do pegador do pitch&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_04.jpg&#34;&gt; Coloque o pegador do pitch por cima do feltro, e marque bem as medidas dele. Se preferir, utilize um lápis para marcar as dimensões, facilitando na hora de cortar. &lt;img alt=&#34;Passo 5 - Recorte o feltro na medida do pegador de pitch&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_05.jpg&#34;&gt; Recorte o feltro na medida do pegador de pitch. Dependendo da espessura do feltro que você comprou, você pode cortar mais, deixando ele menor do que o próprio pegador. Quanto mais grosso, maior a tendência a ele se esparramar, então convém cortar ele um pouco menor. No meu exemplo, utilizei um feltro muito grosso, você pode comprar um com 1 milímetro de espessura que dá pro gasto numa boa. &lt;img alt=&#34;Passo 6 - Perfurando o feltro&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_06.jpg&#34;&gt; Lembre-se de perfurar o feltro antes de encaixá-lo, para que você não force o mecanismo do pitch afundando-o na hora de encaixar o feltro. &lt;img alt=&#34;Passo 7 - Conferindo se o corte está bem feito&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_07.jpg&#34;&gt; Antes de prosseguir, confira se o corte está bem feito: compare o calço que você criou usando o feltro com o pegador do pitch, e veja se não tem bordas sobrando. Se tiver, livre-se delas. É preferível que ele fique menor do que mais largo que o próprio pegador do slider de pitch. &lt;img alt=&#34;Passo 8 - Aplicando o feltro no controle deslizante&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_08.jpg&#34;&gt; Agora é hora de aplicar o calço no controle deslizante do pitch. Se você está usando algum tipo de feltro auto-adesivo, primeiro encaixe-o no slider, com a parte adesiva virada para cima, e só depois retire o papel que cobre a cola. Assim você evita que ela se desgaste enquanto manipula o feltro. &lt;img alt=&#34;Passo 9 - Encaixando tudo de volta&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_09.jpg&#34;&gt; Chegou a hora de finalizar a modifiação: retire o papel da parte adesiva e encaixe novamente o pegador do pitch no seu devido lugar, fazendo um &amp;ldquo;sanduíche de feltro&amp;rdquo;. Faça um leve pressão para dar firmeza no encaixe, mas sem exagerar. &lt;img alt=&#34;Passo 10 - Modificação concluída&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/tutorial_pitch_10.jpg&#34;&gt; Pronto! Sua modificação está terminada, e agora você conta com um pitch muito mais firme e mais preciso na hora de manipular! O resultado? Confira no vídeo abaixo a diferença entre um pitch modificado (o primeiro) contra outro sem a modificação:  Viu como é fácil? O mais legal é que isto vale pra todo tipo de controle deslizante de vários aparelhos. Desde toca-discos a CDJs, passando por controladores midi, mesas de som, etc. E você, sabe de outra modificação ou macete parecido? Deixe a dica pros leitores nos comentários abaixo!&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Midi, a revolução sem volta - Parte 2</title>
      <link>/2007/05/20/midi-a-revolucao-sem-volta-parte-2/</link>
      <pubDate>Sun, 20 May 2007 22:05:59 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Midi, a revolução sem volta - Parte 2&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/midi_arevolucao_parte2.jpg&#34;&gt; Depois do sucesso da &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;primeira parte&lt;/a&gt;, chegou a hora de dar continuidade àsérie: vamos ver mais controladores midi, mas desta vez produzidos por fabricantes menos conhecidos, e nem por isso piores. Feena, Faderfox, Mawzer e Cortex apresentam novidades compatíveis com o Traktor DJ Studio, Deckadance e outros programas. Sim, o mundo não vive só de BCD2000!  Todo mundo que é DJ, seja um iniciante ou um profissional com anos de estrada, acaba entrando em contato com as marcas mais populares do mercado: Pioneer, Stanton, Numark, Behringer, Gemini, Allen &amp;amp; Heath, Vestax, Shure. Como vimos na &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;primeira parte da série &amp;ldquo;Midi, a revolução sem volta&amp;rdquo;&lt;/a&gt;, grande parte destes fabricantes já se movimentou e está apresentando soluções na área de controladores midi &amp;ndash; e provavelmente, quem ainda não entrou nesta área, já está se preparando. &lt;img alt=&#34;O DJ General Midi (Inglaterra) é um dos que já excursiona mundo afora usando apenas… midi, claro!&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/djgeneralmidi_australia.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;O&lt;a href=&#34;http://www.residentadvisor.net/dj-page.aspx?id=526&#34;&gt;DJ General Midi&lt;/a&gt; (Inglaterra) é um dos que já excursiona mundo afora usando apenas&amp;hellip; midi, claro!&lt;/em&gt; Mas o grande barato do mundo da tecnologia e do software é que a coisa ficou mais fácil pra quem tem uma boa idéia e deseja oferecer uma solução diferente. Fabricar um aparelho de CDJ ou um toca-discos requer uma fábrica inteira, muitos engenheiros e um projeto de anos. Por isto que a evolução da aparelhagem voltada para DJs ficou estagnada durante tanto tempo, ao ponto de muitos condenarem os CDJs até hoje. &lt;img alt=&#34;Fibra, da Sérvia, é famoso pelos controladores que faz em casa. Acima, um controlador para Traktor feito a partir de um antigo Commodore 64&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/commodore64_midi.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;Fibra, da Sérvia, é&lt;a href=&#34;http://www.flickr.com/photos/fibra/&#34;&gt;famoso pelos controladores que faz em casa&lt;/a&gt;. Acima, um controlador para Traktor feito a partir de um antigo Commodore 64&lt;/em&gt; Porém, existem diversos fabricantes menores que já vêm investindo em projetos bastante interessantes, e hoje vamos conhecer alguns deles. Mesmo em casos onde o acabamento e a beleza não são tão legais quanto poderiam ser, a paixão destes projetos mostram idéias muito legais e que com certeza vão ser absorvidas. Muitos usuários lá fora já se arriscaram a comprar estes controladores, e estão satisfeitos, não só pela qualidade e funcionalidade, mas pela experiência mais pessoal que uma empresa menor pode oferecer &amp;ndash; quer coisa melhor que o próprio cara que desenvolveu o seu controlador responder pessoalmente suas dúvidas em um fórum? Então, vamos a mais um desfile de controladores midi:&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Deckadance, o rival do Traktor</title>
      <link>/2007/05/14/deckadance-o-rival-do-traktor/</link>
      <pubDate>Mon, 14 May 2007 22:02:53 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Deckadance, novo software concorrente do Traktor&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/deckadance.jpg&#34;&gt; Final Scratch, Serato, Torq, Virtual Vinil. Se por um lado pipocam sistemas de mp3 baseados em simulação com vinil, do lado dos softwares, o Traktor DJ Studio da Native Instruments vem reinando sozinho. Até agora: chegou o Deckadance. Antes do &lt;a href=&#34;http://www.stantondj.com/v2/fs/index.asp&#34;&gt;Final Scratch&lt;/a&gt;, existiam diversas opções de programas para mixar mp3: desde o pioneiro &lt;a href=&#34;http://carrot.prohosting.com/&#34;&gt;Virtual TurnTables&lt;/a&gt; (o finado VTT), até o &lt;a href=&#34;http://www.native-instruments.com/index.php?id=traktor3_us&#34;&gt;Traktor DJ Studio&lt;/a&gt;, passando por clássicos como o &lt;a href=&#34;http://www.pcdj.com/&#34;&gt;PCDJ&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://www.bpmstudio.de/&#34;&gt;BPM Studio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://www.virtualdj.com&#34;&gt;Virtual DJ&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&#34;http://www.mixvibes.com&#34;&gt;MixVibes&lt;/a&gt;, entre muitos outros. &lt;img alt=&#34;E tudo começou com o lendário Virtual TurnTables, projeto abandonado desde 1999&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/vtt.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;E tudo começou com o lendário Virtual TurnTables, projeto abandonado desde 1999&lt;/em&gt; Depois que a tecnologia de simulação com vinil do Final Scratch foi desvendada e popularizada, surgiram várias soluções de peso, como o popular &lt;a href=&#34;http://www.rane.com/scratch.html&#34;&gt;Serato Scratch Live&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://www.mspinky.com/&#34;&gt;Ms. Pinky&lt;/a&gt;, e mesmo uma segunda versão do Final Scratch, e até mesmo os recentes &lt;a href=&#34;http://www.torq-dj.com&#34;&gt;Torq&lt;/a&gt; (da M-Audio) e &lt;a href=&#34;http://www.native-instruments.com/index.php?id=traktorscratch_us&#34;&gt;Traktor Scratch&lt;/a&gt;, agora 100% produzido pela Native Instruments. A partir daí, o mercado de softwares para DJing se voltou completamente para a emulação com vinil: PCDJ, MixVibes, Virtual DJ, BPM Studio, todos passaram a perseguir as soluções baseadas em vinil. Mesmo iniciativas menores, como o acessível &lt;a href=&#34;http://www.djdecks.be&#34;&gt;DJ Decks&lt;/a&gt;, só alcançaram popularidade quando passaram a oferecer suporte aos vinis especiais de simulação, também conhecidos como vinis de timecode. Com isto, o programa Traktor DJ Studio, hoje em sua versão 3, alcançou popularidade imensa e conquistou o mercado &amp;ndash; parece que 9 de cada 10 &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;controladores midi&lt;/a&gt; estão vindo com o Traktor 3 LE como software padrão. Até que a empresa &lt;a href=&#34;http://www.image-line.com/&#34;&gt;Image Line&lt;/a&gt;, produtora do famoso programa de produção musical &lt;a href=&#34;http://www.flstudio.com/&#34;&gt;Fruity Loops&lt;/a&gt;, resolveu se meter neste mercado. E agora apresenta sua solução: o software &lt;a href=&#34;http://www.deckadance.com&#34;&gt;Deckadance&lt;/a&gt;. &lt;a href=&#34;../../uploads/deckdance_full.jpg&#34; title=&#34;Deckadance exibindo parte de suas duas skins principais (clique para ampliar)&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;Deckadance exibindo parte de suas duas skins principais (clique para ampliar)&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/deckdance_full.thumbnail.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Deckadance exibindo parte de suas duas skins principais (clique para ampliar)&lt;/em&gt; Sim, mais um programa de DJing. Porém, este tem uma grande diferença: é um programa de DJing, ou seja, não se prende a uma solução de vinil ou controlador midi exclusivo. Ao contrário: o produto promete compatibilidade total com uma série de controladores midi, como o Behringer BCD2000 e 3000, Vestax VCI-100, Allen &amp;amp; Heath Xone 3D, M-Audio X-Session, Hercules DJ Console e EKS XP10 (&lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;leia mais sobre controladores aqui&lt;/a&gt;). E também com diversas soluções de vinil, como o Final Scratch, Serato, MixVibes, Ms. Pinky. Torq e Virtual DJ. Ótimo começo! O programa possui outro diferencial enorme: &lt;a href=&#34;../../2007/05/10/275/&#34;&gt;ele roda efeitos VST&lt;/a&gt;, o que permite expandir ao máximo a gama de efeitos que ele pode produzir. E ele mesmo pode rodar como um instrumento VST! Ou seja, você pode rodá-lo a partir do Ableton Live ou do Cubase, permitindo que o mesmo seja usado como um instrumento dentro de sua faixa ou na sua apresentação ao vivo. Veja por exemplo este vídeo de um usuário brincando com a função de loop usando efeitos VST:  O segredo? Ser um programa de discotecagem desenvolvido por uma empresa que está há anos no mercado de softwares de produção musical em estúdios. E olha que o Fruity Loops é duramente criticado por especialistas. Imagine se fosse algo feito pela &lt;a href=&#34;http://www.steinberg.net&#34;&gt;Steinberg&lt;/a&gt; ou pela &lt;a href=&#34;http://www.propellerheads.se&#34;&gt;Propellerheads&lt;/a&gt;. O site do Deckadance possui &lt;a href=&#34;http://www.deckadance.com/downloads.html&#34;&gt;uma demo para você baixar e experimentar&lt;/a&gt;. Vale lembrar que esta é a primeira versão, e portanto, deve ter seus bugs e defeitos (muita gente está tendo dificuldades em confiigurá-lo com o Behringer BCD2000). Porém vale a pena torcermos muito por ele. Afinal, é uma opção que te dá liberdade para você trabalhar da forma como quiser, com a aparelhagem que você já possui. A liberdade é tanta, que um doido resolveu usar o revolucionário controle do videogame Nintendo Wii para controlar o Deckadance:  Sem dúvidas, depois do mico que foi o desfecho da Stanton com seu Final Scratch Open (que em breve abordo por aqui), o caminho é a plataforma aberta. E quem diria que os programas que são dedicados somente a tocar voltariam a ser tendência.&lt;/p&gt;</description>
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