Numark iDJ2 finalmente dá as caras - Glória, glória, aleluia!

Depois de ter virado motivo de chacota, finalmente a Numark apresenta o tão esperado iDJ2, o mixer para iPod que promete apagar o mico do passado com o primeiro modelo. O iDJ2 vai ser apresentado pela Numark na DJ EXPO, que acontece de hoje à quinta-feira em Atlantic City. Confira as primeiras fotos do danado em “carne e osso”. Depois de praticamente virar uma lenda urbana ao lado do saci pererê e do boitatá, finalmente a Numark liberou umas fotos de verdade do aguardado iDJ2. Antes de continuarmos o bla-bla-blá, vamos às fotos da criança: ...

2007-08-14 · 2 min · 401 words · Submusica

Cortex Dmix: O mixer para iPod

A Cortex anuncia finalmente a chegada às lojas do seu aguardado Dmix-300, o aparelho que promete finalmente transformar o iPod em algo possível de ser utilizado por DJs de verdade, ao contrário do mico que foi o iDJ da Numark. A Cortex é uma empresa americana com muito pouco tempo de vida, mas com uma proposta de gente grande: ajudar os DJs a abraçar o mundo da música digital, mas sem laptops, computadores, controladores midi ou os famigerados CD-Rs. Nada disso. A Cortex vai se empenhar somente no lançamento de aparelhos que toquem mp3 e outros formatos digitais. Aparelhos em que você carrega as músicas e sai tocando, sem configurações ou complicações. O toca-discos digital HDTT-5000 e os players duas HDC-1000 e HDC-3000, sucessos da Cortex A empresa já oferece uma linha de produtos que foi bastante aclamada nas últimas feiras de fabricantes como a NAMM 2006: os players duais HDC-1000 e HDC-3000, similares aos CDJs duais de rack, e a pickup digital HDTT-5000, que toca as mp3 que estiverem em qualquer dispositivo USB. Mas finalmente chegou às ruas o que todos mais esperavam: o Cortex Dmix-300, o melhor mixer para iPod disponível no mercado na atualidade. O Cortex Dmix-300, primeiro mixer para iPod que pode ser levado a sério O Dmix300 promete fazer tudo que a Numark prometeu com seu ridículo iDJ e não conseguiu entregar. Além de funcionar com apenas um iPod, o mixer oferece controles de pitch e um jog-wheel robusto, com tripla funcionalidade: permite não só acelerar ou reduzir a música em ajuste fino, como em qualquer CDJ, mas também oferece funções de scratch e pode ser usado para navegar pelos seus arquivos. Visão superior do Cortex Dmix-300: controles bem dimensionados em um design bem trabalhado Com duas telas, uma dedicada para cada deck, o DJ consegue manipular muito facilmente os arquivos sem correr o risco de carregar a faixa certa no deck que está aberto pra audiência (coisa que até profissionais consagrandos no ramo fazem com seus Seratos). E pra quem adora fazer buscas, sem problemas: o mixer aceita receber um teclado USB para quem quer digitar nomes de músicas ou artistas e encontrar mais facilmente. Basta levar um teclado bem portátil e tudo está resolvido. O mixer possui o kit completo que todo profissional deseja. Desde a saída para fones de ouvido com controle de pré-escuta controlado por fader até entrada para microfone com duas faixas de equalizaçao (graves e agudos), sem esquecer as 3 saídas RCA estéreo para o master (o som principal), booth (retorno) e rec (para a gravação do set). E claro, possui duas entradas line/phono, permitindo acrescentar toca discos e outras parafernálias ao mixer. Conexões de entrada e saída é o que não faltam ao Cortex Dmix-300 O design é bem arrojado e parece dos melhores e mais robustos até então. A Cortex mandou bem ao dar uma cara séria ao que muitos consideravam apenas um brinquedo. E, convenhamos, nunca entendi porque um brinquedo não pode ter uma aparência mais profissional. O Dmix-300 chega agora em junho às lojas dos EUA com o preço de tabela de 600 dólares. Um pouco salgado, mas se você considerar que o DJ não precisa de mais nada além de um iPod (ou qualquer outro dispositivo USB, de pen-drives a HDs externos de alta-capacidade), a coisa sai mais em conta. Você ainda fica livre dos riscos de pane que um computador oferece. Em breve sai a versão mais robusta, o Cortex Dmix-600, que oferece algum tempero a mais, como efeitos individuais para cada deck, e para o master do mixer. Sem controle de pitch e precisando de dois iPod, o iDJ da Numark não passou de um verdadeiro mico A Numark ainda vai contra-atacar com o iDJ2, que foi anunciado no começo do ano passado mas até agora continua sem data para chegar. Semana que vem estarei aqui com o Curupira e o Boitatá, que disseram que o iDJ2 arrebenta, sendo a maior lenda urbana dos últimos tempos… :) ...

2007-06-11 · 4 min · 680 words · Submusica

O que esperar do BCD3000?

O assunto do momento aqui no Submusica é o BCD3000. Anunciado no começo deste ano, o controlador novo da Behringer que veio para substituir o sucesso do BCD2000 está causando burburinho mesmo sem ter saído ainda, mas será que ele é tão melhor assim? Vamos dar uma investigada a fundo no histórico do BCD2000 e cair na real. A febre do BCD2000 O BCD2000 foi anunciado no finalzinho de 2004 pela Behringer, empresa bastante conhecida no ramo de equipamentos de áudio, principalmente por por produzir equipamentos de qualidade um pouco inferior à concorrência, mas com ótimo preço. Era algo revolucionário: um controlador de dois decks com mixer e placa de som embutidos, uma solução completa que deixou fãs do Traktor e de outros programas de DJ babando. O preço era uma pechincha, apenas 150 dólares, algo muito barato pra quem está acostumado com o caro universo dos controladores midi – as mais simples placas de áudio USB profissionais não saem por menos que 150 dólares hoje em dia , em pleno 2007. O BCD2000 demorou por mais de um ano, mas finalmente saiu. E foi revolucionário. Muito se especulou a respeito dele. A Behringer apresentou o BCD2000 na NAMM'05, e pareceu bem interessante. Era só aguardar até maio de 2005. Depois de mais de um ano de atraso, tendo épocas em que o site do produto já tinha mudado a data de lançamento pra clássica sigla TBA (To Be Announced, “A ser anunciado”), eis que em março de 2006 o danado finalmente começou a aparecer nas mãos dos usuários. ...

2007-05-25 · 10 min · 1953 words · Submusica