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    <title>Pioneer on Submusica</title>
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    <description>Recent content in Pioneer on Submusica</description>
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      <title>Saíram os controladores midi da Pioneer: MEP7000 e SEPC1</title>
      <link>/2008/01/18/sairam-os-controladores-midi-da-pioneer-mep7000-e-sepc1/</link>
      <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 03:12:08 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;O controlador midi e CDJ duplo MEP7000, da Pioneer&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/pioneer_mep7000.jpg&#34;&gt; Chegou a hora que muitos esperavam pra ver. A Pioneer anunciou hoje dois controladores midi: um deles, o MEP7000, é no formato dual CDJ de rack, formato favorito de muitos que fazem festas e casamentos. Ele pode usar o módulo com os dois leitores de CD e DVD, ou opcionalmente operar somente com o laptop. A foto dele você vê aí em cima, e &lt;a href=&#34;http://www.skratchworx.com/news3/comments.php?id=866&#34;&gt;no Skratchworx tem várias fotos em alta resolução&lt;/a&gt;. Já o outro controlador é o SEPC1, que ainda não consegui fotos nem info alguma além do press release, no link abaixo. Se alguém souber de alguma noticia mais detalhada sobre eles, dá um toque nos comentários, que no final do dia eu tento dar uma avaliada no que vai rolar. Principalmente sobre o SEPC1. Link pro press release da Pioneer, repleto de infos mas sem nenhuma foto, em arquivo .doc (Word): &lt;a href=&#34;http://www.pioneerprodj.com/images/newsevents/word/MEP7000_SEPC1.doc&#34;&gt;http://www.pioneerprodj.com/images/newsevents/word/MEP7000_SEPC1.doc&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Pioneer CDJ-400: com scratch, midi e USB, pra quê CDs?</title>
      <link>/2007/11/25/pioneer-cdj-400-com-scratch-midi-e-usb-pra-que-cds/</link>
      <pubDate>Sun, 25 Nov 2007 23:12:25 +0000</pubDate>
      <guid>/2007/11/25/pioneer-cdj-400-com-scratch-midi-e-usb-pra-que-cds/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Pioneer CDJ-400: com scratch, midi e USB, pra quê CDs?&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/pioneer_cdj_400.jpg&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a Pioneer continua descendo a ladeira com lançamentos consecutivos. Depois do DJM-700 e do SVM-1000, chegou a vez do CDJ-400, que foi apresentado ao público semana passada, durante o evento BPM, na Inglaterra. Basicamente uma evolução dos CDJ-100 e CDJ-200, desta vez o CD player da série econômica trouxe duas inovações àsérie: uma porta USB e um jog wheel com função de scratch. Apesar da alcunha &amp;ldquo;CDJ&amp;rdquo; no nome, o CDJ-400 se posiciona como &amp;ldquo;deck digital&amp;rdquo;. Ele pode ser espetado na USB de um computador e ser usado como controlador midi para o programa Pioneer DJS e o Serato Scratch Live, entre outros. Continue lendo para saber mais, assistir a um vídeo do pessoal do site Skratchworx, ver fotos e uma rápida análise pra saber se a brincadeira vale à pena.  &lt;strong&gt;E o CDJ mais econômico encostou no mais caro&lt;/strong&gt; &lt;img alt=&#34;O CD player para DJs Pioneer CDJ-400, visto de cima&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/pioneer_cdj400_topo.jpg&#34;&gt;Pode parecer bobagem, mas adicionar capacidades de scratch em um CDJ econômico é um passo importante na indústria de equipamentos. Em 2001, quando do surgimento do CDJ-1000, o aparelho assombrava com a capacidade de fazer scratches usando os tradicionais CDs. Era e sempre foi a assinatura do aparelho. Tivemos o CDJ-800, mas este não vingou, por ser apenas uma versão econômica com uma diferença de preço muito baixa ao ponto de não justificar. Agora, ao ofecer scratch no modelo mais básico, a Pioneer vai forçar uma forte mudança no mercado de aparelhos de CD players para DJs. Graças aos simuladores de vinil e controladores midi e a mudança na forma de consumir música, o CD está agonizando, e é preciso oferecer mais recursos por um preço melhor para sobreviver. A tendência é que agora função de scratch seja obrigatória em qualquer aparelho, além de oferecer portas USB, que fazem do CDJ um mero controlador quando utilizada. A concorrência que se cuide. Como diria Jack, O Matador, &amp;ldquo;todo mundo aqui vai dançar&amp;rdquo;. Neste momento, contudo, várias perguntas ficam sem resposta. O que vai acontecer com o CDJ-200? Ainda existe uma demanda fortíssima pelo CDJ-100, que por mais simples que seja, dá conta de boa parte do mercado. Afinal, se o negócio é realmente tocar CDs, o resto é apenas adicionais. E aí que mora o perigo pra Pioneer. O CDJ-200 começa a ampliar sua base agora, com muitos descobrindo a maravilha que é tocar com um CD-R repleto de arquivos mp3, e acabando com o troca-troca de mídias, a coisa que mais irrita qualquer DJ &amp;ndash; mesmo os mais ágeis, já habituados com a rotina de trocar de disco a cada música, quando se toca com vinil, usam de estratégias de organização de seus cases para não perderem mixes por não conseguir achar uma música específica. &lt;strong&gt;Mas será que o danado é bom mesmo pra scratch?&lt;/strong&gt; Sem dúvida, o grande atrativo mesmo é a funcionalidade de scratch. O pessoal do Skratchworx (sempre eles) &lt;a href=&#34;http://www.skratchworx.com/news3/comments.php?id=810&#34;&gt;invadiu o stand da Pionner no evento BPM&lt;/a&gt;, e meteu a mão na massa pra ver se o deck é bom. Eles gravaram um vídeo rapidamente com as manobras mais tradicionais, e o resultado, você confere no vídeo ao lado, com comentários em inglês. A moral da história: ele é realmente bom pra fazer scratches? Sim. Ele é. Mas com a velha ressalva de sempre: se o seu negócio é scratch mesmo, de verdade, o CDJ-400 é apenas mais um excelente brinquedo. Com seu jog wheel muito pequeno, assim como em controladores midi e todas as outras tentativas, você pode fazer algumas manobras mais básicas, mas nada muito avançado. É difícil sair de um discão de vinil de 12 polegadas para meter a mão em um disquinho de plástico de poucas polegadas de largura, a agilidade não é a mesma, é preciso muita adaptação por parte do DJ. Porém, se suas intenções nunca foram de tornar um DJ Q-Bert, pode cair dentro do CDJ-400 no que depender das capacidades de scratch. É realmente bem legal se considerarmos que este aparelho é voltado para orçamentos mais modestos que não podem encarar o já lendário CDJ-1000. &lt;strong&gt;O veredito: vamos esperar pegar um em mãos pra ver, mas&amp;hellip;&lt;/strong&gt; &lt;img alt=&#34;O CDJ400 possui entrada USB, e vem com um pen drive, de tamanho ainda não revelado.&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/pioneer_cdj400_pendrive.jpg&#34;&gt; Eu acredito que este modelo vai ser, assim como os simuladores de vinil, um aparelho ideal para a transição de quem não tem muita intimidade com tecnologia. O lance da porta USB parece apetitoso, mas só que é apenas um quebra galho pra tocar uma musiquinha ou outra. Se você quisesse fazer um set inteiro só com arquivos digitais, precisaria de dois pen-drives com as mesmas músicas em cada. Tem que ter muito cuidado e fazer as contas antes de mais nada. Hoje um CDJ-200 sai na casa dos 1.200 reais, eu chuto que este CDJ-400 vá ficar na casa dos 1.500. Some um mixer básico como o Behringer VMX-300, cerca de 500 reais, e dois dois pen drives de 8 GB, de 200 reais cada, e chegamos a 3.900 reais. E sim, você ainda vai precisar de uma placa de som, pois pelo que eu entendi, este aparelho é apenas controlador, sem disponibilizar áudio. Por esse preço você pode comprar um laptop de segunda mão com potência de sobra para rodar qualquer programa de DJing (basta ter 512 MB de RAM, 1GB sendo o ideal), e um M-Audio Xponent. Enfim, o negócio é esperar pra ver. Eu acho legal o que a Pioneer vem fazendo, adotando midi de maneira sutil com todos os seus aparelhos atuais. Como eu sempre digo aqui, ela já está metida com o software, o Pioneer DVS, então falta apenas debutar no mercado de controladores. Porém, parece que está faltando algum pulo do gato. Vamos aguardar 2008.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>O monstruoso Pioneer SVM-1000: mixer de áudio e vídeo juntos</title>
      <link>/2007/10/10/o-monstruoso-pioneer-svm-1000-mixer-de-audio-e-video-juntos/</link>
      <pubDate>Wed, 10 Oct 2007 22:36:07 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;O monstruoso Pioneer SVM-1000: mixer de áudio e vídeo juntos&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/pioneer_svm1000.jpg&#34;&gt; A Pioneer segue o ano de 2007 com mais um grande lançamento. Grande, não: enorme. O mixer SVM-1000 é um monstro pra ninguém botar defeito, e é o primeiro no mundo a oferecer uma solução completa para áudio e vídeo. Um mixer que serve pra todo tipo de profissional e que oferece toda a pegada do DJM-800, só que com recursos de ponta para vídeo. Em tempos cada vez mais multimídia, vamos ter DJs que complementam visualmente suas apresentações, e finalmente VJs metendo a mão na massa e fazendo algo mais musical em vez de apenas psicodelias que ninguém dá bola. O grande barato é que mesmo DJs com pouca experiência vão poder adicionar visuais às suas apresentações, graças a um poderoso gerador de efeitos visuais embutido. Continue lendo para ver fotos mais detalhadas do monstrinho e saber mais sobre os recursos que ele oferece.  A parceria entre DJs e VJs está se tornando cada vez mais comum, mas ainda costuma dar muito trabalho. Pra que o resultado fique realmente bom, é preciso muita integração entre ambos, coisa que raramente acontece, até pela limitação dos recursos que o VJ tem pra interagir com o áudio, que na maioria das vezes se limita a abrir um canal do mixer pra que ele possa fazer alguns sons. Desde o lançamento do primeiro DVDJ, o DVJ-X1, a Pioneer simplesmente adoçou a boca de todos os VJs mas deixou o pessoal a ver navios pela falta de um mixer dedicado à função de mixar os vídeos. E eis que três anos depois, chega ao mercado o SVM-1000.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Pioneer apresenta seu mais novo mixer: o DJM-700</title>
      <link>/2007/09/04/pioneer-apresenta-seu-mais-novo-mixer-o-djm-700/</link>
      <pubDate>Tue, 04 Sep 2007 12:19:57 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Pioneer apresenta seu mais novo mixer: o DJM-700&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/pioneer_djm700_123456.jpg&#34;&gt; E eis que finalmente a Pionner completa sua linha de mixers. Depois do lançamento do excelente mas caríssimo DJM-800, e do limitado e &amp;ldquo;econômico&amp;rdquo; DJM-400, chegou a vez de substituir o desvalorizado modelo 500. O Pioneer DJM-700 é um mixer muito interessante, mas parece estar mais pra lá do que pra cá.  Grandes fabricantes costumam ter poucas variações dos seus produtos. Normalmente, você tem uma opção mais econômica, para quem precisa de um custo mais acessível ou de algo mais simplório, e uma opção top de linha, com todos os recursos e o melhor que o fabricante consegue entregar. É assim com a Pioneer: ela sempre ofereceu o DJM-300 e o DJM-600, seus dois principais e mais populares mixers. Mas como a diferença de preço entre eles sempre foi gritante, ela oferecia também o DJM-500, uma versão limitada do DJM-600. Neste caso, as limitações principais eram simples: falta de controles nos efeitos, crossfader sem ajuste de curva, e algumas saídas e entradas a menos. Nada que machucasse, na teoria &amp;ndash; mas na prática, machucou bem, causando uma desvalorização bem maior do que os outros modelos. De 2005 pra cá, a Pioneer vem atualizando toda a sua linha de produtos para DJs, e já tinha lançado o modelo mais econômico (DJM-400) e o mais parrudo (DJM-800). Faltava uma opção intermediária, e agora ela chegou: o DJM-700 está vindo aí.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Os melhores fones para DJs - Parte 1</title>
      <link>/2007/06/14/os-melhores-fones-para-djs-parte-1/</link>
      <pubDate>Thu, 14 Jun 2007 01:01:11 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Os melhores fones para DJs - Parte 1&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/fones_para_djs_parte1.jpg&#34;&gt; Sem dúvidas, o melhor amigo do DJ é o seu fone de ouvido. Independente do que ele use pra tocar, seja de vinil, CDs, mp3, um bom fone de ouvido é vital para qualquer performance. Nesta série vamos conhecer alguns dos melhores fones de ouvido para DJs &amp;ndash; e que também podem servir para quem apenas se liga em equipamentos de qualidade.  Todo DJ, seja ele um total iniciante ou a maior lenda dos decks, precisa de um bom fone de ouvido. Afinal, para mixar músicas é necessário escutar a próxima música (a chamada pré-escuta), para acertar a mixagem com a atual, antes de botar todo mundo pra escutá-la. Mas então qualquer fone de ouvido presta? Negativo. Quando estão tocando, DJs têm necessidades específicas, bem diferentes das que uma pessoa tem quando está escutando seu iPod ou está em casa curtindo aquele som de alta qualidade de uma orquestra sinfônica. &lt;img alt=&#34;Até fones para celulares se inspiram no design de fones para DJs&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/fone_bluetooth.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;Até fones para celulares se inspiram no design de fones para DJs&lt;/em&gt; Por isso, existem fones de ouvido próprios para DJs, que apesar de parecerem comuns, têm características que atendem às necessidades de quem está discotecando.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Midi, a revolução sem volta - Parte 2</title>
      <link>/2007/05/20/midi-a-revolucao-sem-volta-parte-2/</link>
      <pubDate>Sun, 20 May 2007 22:05:59 +0000</pubDate>
      <guid>/2007/05/20/midi-a-revolucao-sem-volta-parte-2/</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Midi, a revolução sem volta - Parte 2&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/midi_arevolucao_parte2.jpg&#34;&gt; Depois do sucesso da &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;primeira parte&lt;/a&gt;, chegou a hora de dar continuidade àsérie: vamos ver mais controladores midi, mas desta vez produzidos por fabricantes menos conhecidos, e nem por isso piores. Feena, Faderfox, Mawzer e Cortex apresentam novidades compatíveis com o Traktor DJ Studio, Deckadance e outros programas. Sim, o mundo não vive só de BCD2000!  Todo mundo que é DJ, seja um iniciante ou um profissional com anos de estrada, acaba entrando em contato com as marcas mais populares do mercado: Pioneer, Stanton, Numark, Behringer, Gemini, Allen &amp;amp; Heath, Vestax, Shure. Como vimos na &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;primeira parte da série &amp;ldquo;Midi, a revolução sem volta&amp;rdquo;&lt;/a&gt;, grande parte destes fabricantes já se movimentou e está apresentando soluções na área de controladores midi &amp;ndash; e provavelmente, quem ainda não entrou nesta área, já está se preparando. &lt;img alt=&#34;O DJ General Midi (Inglaterra) é um dos que já excursiona mundo afora usando apenas… midi, claro!&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/djgeneralmidi_australia.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;O&lt;a href=&#34;http://www.residentadvisor.net/dj-page.aspx?id=526&#34;&gt;DJ General Midi&lt;/a&gt; (Inglaterra) é um dos que já excursiona mundo afora usando apenas&amp;hellip; midi, claro!&lt;/em&gt; Mas o grande barato do mundo da tecnologia e do software é que a coisa ficou mais fácil pra quem tem uma boa idéia e deseja oferecer uma solução diferente. Fabricar um aparelho de CDJ ou um toca-discos requer uma fábrica inteira, muitos engenheiros e um projeto de anos. Por isto que a evolução da aparelhagem voltada para DJs ficou estagnada durante tanto tempo, ao ponto de muitos condenarem os CDJs até hoje. &lt;img alt=&#34;Fibra, da Sérvia, é famoso pelos controladores que faz em casa. Acima, um controlador para Traktor feito a partir de um antigo Commodore 64&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/commodore64_midi.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;Fibra, da Sérvia, é&lt;a href=&#34;http://www.flickr.com/photos/fibra/&#34;&gt;famoso pelos controladores que faz em casa&lt;/a&gt;. Acima, um controlador para Traktor feito a partir de um antigo Commodore 64&lt;/em&gt; Porém, existem diversos fabricantes menores que já vêm investindo em projetos bastante interessantes, e hoje vamos conhecer alguns deles. Mesmo em casos onde o acabamento e a beleza não são tão legais quanto poderiam ser, a paixão destes projetos mostram idéias muito legais e que com certeza vão ser absorvidas. Muitos usuários lá fora já se arriscaram a comprar estes controladores, e estão satisfeitos, não só pela qualidade e funcionalidade, mas pela experiência mais pessoal que uma empresa menor pode oferecer &amp;ndash; quer coisa melhor que o próprio cara que desenvolveu o seu controlador responder pessoalmente suas dúvidas em um fórum? Então, vamos a mais um desfile de controladores midi:&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Deckadance, o rival do Traktor</title>
      <link>/2007/05/14/deckadance-o-rival-do-traktor/</link>
      <pubDate>Mon, 14 May 2007 22:02:53 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&#34;Deckadance, novo software concorrente do Traktor&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/deckadance.jpg&#34;&gt; Final Scratch, Serato, Torq, Virtual Vinil. Se por um lado pipocam sistemas de mp3 baseados em simulação com vinil, do lado dos softwares, o Traktor DJ Studio da Native Instruments vem reinando sozinho. Até agora: chegou o Deckadance. Antes do &lt;a href=&#34;http://www.stantondj.com/v2/fs/index.asp&#34;&gt;Final Scratch&lt;/a&gt;, existiam diversas opções de programas para mixar mp3: desde o pioneiro &lt;a href=&#34;http://carrot.prohosting.com/&#34;&gt;Virtual TurnTables&lt;/a&gt; (o finado VTT), até o &lt;a href=&#34;http://www.native-instruments.com/index.php?id=traktor3_us&#34;&gt;Traktor DJ Studio&lt;/a&gt;, passando por clássicos como o &lt;a href=&#34;http://www.pcdj.com/&#34;&gt;PCDJ&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://www.bpmstudio.de/&#34;&gt;BPM Studio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://www.virtualdj.com&#34;&gt;Virtual DJ&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&#34;http://www.mixvibes.com&#34;&gt;MixVibes&lt;/a&gt;, entre muitos outros. &lt;img alt=&#34;E tudo começou com o lendário Virtual TurnTables, projeto abandonado desde 1999&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/vtt.jpg&#34;&gt; &lt;em&gt;E tudo começou com o lendário Virtual TurnTables, projeto abandonado desde 1999&lt;/em&gt; Depois que a tecnologia de simulação com vinil do Final Scratch foi desvendada e popularizada, surgiram várias soluções de peso, como o popular &lt;a href=&#34;http://www.rane.com/scratch.html&#34;&gt;Serato Scratch Live&lt;/a&gt;, &lt;a href=&#34;http://www.mspinky.com/&#34;&gt;Ms. Pinky&lt;/a&gt;, e mesmo uma segunda versão do Final Scratch, e até mesmo os recentes &lt;a href=&#34;http://www.torq-dj.com&#34;&gt;Torq&lt;/a&gt; (da M-Audio) e &lt;a href=&#34;http://www.native-instruments.com/index.php?id=traktorscratch_us&#34;&gt;Traktor Scratch&lt;/a&gt;, agora 100% produzido pela Native Instruments. A partir daí, o mercado de softwares para DJing se voltou completamente para a emulação com vinil: PCDJ, MixVibes, Virtual DJ, BPM Studio, todos passaram a perseguir as soluções baseadas em vinil. Mesmo iniciativas menores, como o acessível &lt;a href=&#34;http://www.djdecks.be&#34;&gt;DJ Decks&lt;/a&gt;, só alcançaram popularidade quando passaram a oferecer suporte aos vinis especiais de simulação, também conhecidos como vinis de timecode. Com isto, o programa Traktor DJ Studio, hoje em sua versão 3, alcançou popularidade imensa e conquistou o mercado &amp;ndash; parece que 9 de cada 10 &lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;controladores midi&lt;/a&gt; estão vindo com o Traktor 3 LE como software padrão. Até que a empresa &lt;a href=&#34;http://www.image-line.com/&#34;&gt;Image Line&lt;/a&gt;, produtora do famoso programa de produção musical &lt;a href=&#34;http://www.flstudio.com/&#34;&gt;Fruity Loops&lt;/a&gt;, resolveu se meter neste mercado. E agora apresenta sua solução: o software &lt;a href=&#34;http://www.deckadance.com&#34;&gt;Deckadance&lt;/a&gt;. &lt;a href=&#34;../../uploads/deckdance_full.jpg&#34; title=&#34;Deckadance exibindo parte de suas duas skins principais (clique para ampliar)&#34;&gt;&lt;img alt=&#34;Deckadance exibindo parte de suas duas skins principais (clique para ampliar)&#34; loading=&#34;lazy&#34; src=&#34;../../uploads/deckdance_full.thumbnail.jpg&#34;&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Deckadance exibindo parte de suas duas skins principais (clique para ampliar)&lt;/em&gt; Sim, mais um programa de DJing. Porém, este tem uma grande diferença: é um programa de DJing, ou seja, não se prende a uma solução de vinil ou controlador midi exclusivo. Ao contrário: o produto promete compatibilidade total com uma série de controladores midi, como o Behringer BCD2000 e 3000, Vestax VCI-100, Allen &amp;amp; Heath Xone 3D, M-Audio X-Session, Hercules DJ Console e EKS XP10 (&lt;a href=&#34;../../2007/05/01/midi-uma-revolucao-sem-volta-parte-1/&#34;&gt;leia mais sobre controladores aqui&lt;/a&gt;). E também com diversas soluções de vinil, como o Final Scratch, Serato, MixVibes, Ms. Pinky. Torq e Virtual DJ. Ótimo começo! O programa possui outro diferencial enorme: &lt;a href=&#34;../../2007/05/10/275/&#34;&gt;ele roda efeitos VST&lt;/a&gt;, o que permite expandir ao máximo a gama de efeitos que ele pode produzir. E ele mesmo pode rodar como um instrumento VST! Ou seja, você pode rodá-lo a partir do Ableton Live ou do Cubase, permitindo que o mesmo seja usado como um instrumento dentro de sua faixa ou na sua apresentação ao vivo. Veja por exemplo este vídeo de um usuário brincando com a função de loop usando efeitos VST:  O segredo? Ser um programa de discotecagem desenvolvido por uma empresa que está há anos no mercado de softwares de produção musical em estúdios. E olha que o Fruity Loops é duramente criticado por especialistas. Imagine se fosse algo feito pela &lt;a href=&#34;http://www.steinberg.net&#34;&gt;Steinberg&lt;/a&gt; ou pela &lt;a href=&#34;http://www.propellerheads.se&#34;&gt;Propellerheads&lt;/a&gt;. O site do Deckadance possui &lt;a href=&#34;http://www.deckadance.com/downloads.html&#34;&gt;uma demo para você baixar e experimentar&lt;/a&gt;. Vale lembrar que esta é a primeira versão, e portanto, deve ter seus bugs e defeitos (muita gente está tendo dificuldades em confiigurá-lo com o Behringer BCD2000). Porém vale a pena torcermos muito por ele. Afinal, é uma opção que te dá liberdade para você trabalhar da forma como quiser, com a aparelhagem que você já possui. A liberdade é tanta, que um doido resolveu usar o revolucionário controle do videogame Nintendo Wii para controlar o Deckadance:  Sem dúvidas, depois do mico que foi o desfecho da Stanton com seu Final Scratch Open (que em breve abordo por aqui), o caminho é a plataforma aberta. E quem diria que os programas que são dedicados somente a tocar voltariam a ser tendência.&lt;/p&gt;</description>
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