Vestax anuncia mais um controlador midi, o VCM-600

Mais uma novidade pra NAMM 2008 que acontece neste final de semana: o mixer midi VCM-600, que parece ser um peso-pesado pra competir com o excelente Korg Zero8, lançado ano passado. Não há muitas informações disponíveis ainda. Provavelmente foi só um teaser colocado pra fazer barulho antes do evento. Definitivamente esta NAMM está ainda mais explosiva e soterrando de vez não só o vinil como também os CDs, que com certeza morreram em 2007. Vamos ver o que vem por aí. Eu ando meio chateado com a Vestax, mas o aparelho parece muito bom tanto pra DJs como pra estúdios de produção. Mas definitivamente não é pra DJs mobile, uma tendência em todos os lançamentos até agora. Se bem que pra quem carregou cases de discos de vinil até hoje, nada disso chega perto. Interessante ver como uma marca tradicional como a Vestax caiu com tudo no mundo midi. Algo me diz que as vendas dos seus excelentes toca-discos não estavam indo bem das pernas… ...

2008-01-18 · 1 min · 165 words · Submusica

C.A.B.L.E. solta os dubplates em um set de drum and bass de peso

O ano de 2008 começou bem para o brazuca Daniel Acorsi, mais conhecido como C.A.B.L.E.. Sua faixa “New Infection” explodiu na cena de drum and bass mundial, sendo executada por top DJs do mundo todo. Ele, que já havia assinado faixas em selos de renome como a Renegade Hardware, C.I.A., Timeless, 31 e agora pela Innerground, do DJ Marky, está pronto pra encarar a demanda e entregar ainda mais hits. Prova disso está no promo mix que você confere aqui. Carregado de dubplates dele e de outros artistas, inclusive brazucas como BTK (Identity) e S.P.Y., o set pega pesado do começo ao fim, e é repleto de surpresas agradáveis como a versão VIP da própria New Infection, agora com vocais, e a One More Time, faixa que sairá em breve pelo selo Ohm Resistance. Então, chega de lero-lero: clique, ouça, baixe, jogue no iPod ou queime aquele CD pra ouvir no carro ou no trabalho, e deixe seu comentário sobre o que achou do set. Tracklist logo depois do tradicional “leia mais”. [podcast]/download/57[/podcast] [download=57] C.A.B.L.E. 2008 New Year Promo Mix (Janeiro de 2008) SPY - Brain Bug (dub) C.A.B.L.E. - One More Time (Ohm Resitance dub) Aspect - Its your (aspect & gremlinz vip) (Audio Decay dub) C.A.B.L.E. - Stiches (dub) Break - Surroudings (Symmetry) C.A.B.L.E. - New Infection (vocal V.I.P) (dub) SPY - Activate (Med School dub) Submerged - Gutter (C.A.B.L.E. remix) (Ohm Resitance dub) Identity - Dinossaur Bite (dub) Mindscape - No Escape (Noisia remix) (Citrus) Marky Sonic & Makoto - Holly Tuesday (Inneground dub) Total Science - Rate X (C.A.B.L.E. remix) (CIA dub) Upbeats & MVS - Deadbeat (Bad Taste) C.A.B.L.E. - 3 Blocks form Shots and Music (sub) )EIB( - Tendon (BC) C.A.B.L.E. - Unconscious (CIA dub) Subsonik - Tanker (Urban Takover dub) MSI - Shut em Up (C.A.B.L.E. & S.P.Y remix) (dub) Para mais informações e ouvir produções de C.A.B.L.E., acesse: www.myspace.com/iamcable ...

2008-01-18 · 2 min · 317 words · Submusica

SC System: Stanton levanta do túmulo e revoluciona o mercado de DJs

Neste fim de semana começa a NAMM 2008, o grande evento onde os fabricantes de equipamentos de áudio revelam suas novidades para o ano. E é justamente agora que eu volto das minhas férias e começo a trazer as novidades. A primeira fica por conta da Stanton, que revela o tal produto que fez ela abandonar o Final Scratch 2: o Stanton SC System. Se você é DJ profissional ou amador, e independente do que você usa, vinil, CDs, mp3, vale muito a pena conferir este lançamento, pois estamos falando de algo que vai ser um grande passo na forma como se toca, diferente de tudo que já saiu até hoje. Que entender o motivo? Ano passado, quando a Stanton detonou de vez o Final Scratch 2, ela o fez porque supostamente iria lançar um produto revolucionário. 2007 passou e ela ficou morta em seu canto, sem lançar absolutamente nada. Pra mim, a Stanton já era passado. A NAMM 2008 começa amanhã. Ano passado foi o ano dos controladores midi, com soluções vindas de todos os lados, como já vimos aqui no Submusica. Mas o fato é, todas as soluções vieram de novos e pequenos fabricantes, ou então do pessoal que fabrica instrumentos para produção de áudio, como a M-Audio. As únicas exceções foram a Vestax e a Numark. A Stanton resolveu esperar todos arrebentarem a cara e entrou de sola com um equipamento, que, nas palavras dela, “ao contrário dos outros controladores pra DJ, ela oferece qualidade de construção profissional, sem comprometimentos. Cada knob, fader, led e tela de lcd utilizam componentes de qualidade, e mesmo a carcaça é desenhada para suportar anos de uso exigente na vida real, tanto em estúdio como ao vivo”. “Enter The System” lembra o “Enter The Matrix” O site oficial do SC System responde no endereço www.enterthesystem.com, que me faz lembrar o velho e bom “Enter The Matrix”. Ao mesmo tempo que quer dizer “apresentando a Matrix”, também quer dizer “entre na Matrix”. E o caso aqui é: este é O sistema. Stanton: entre no sistema. Note que usaram um laptop Acer, o mais popular entre os DJs no momento O sistema consiste em dois módulos, 100% midi. O primeiro chama-se SCS.1M, e substitui o mixer, e o segundo é um deck virtual com um prato de vinil motorizado (giratório), que pode ser usado para controlar mais de 1 deck, o SCS.1D. SCS.1M, o mixer midi O SCS-1M é um controlador em forma de mixer, com áudio firewire profissional – se for igual ao do ScratchAmp do Final Scratch 2, vai deixar toda a concorrência no chinelo. Além de oferecer inúmeros controles que você pode mapear livremente ao gosto do freguês, ele também tem entradas e saídas para as necessidades do seu estúdio. O módulo principal do sistema, o controlador em forma de mixer, SCS.1M Possui controles totalmente flexíveis e adequados para trabalho com software. Por exemplo: os knobs são do tipos de voltas infinitas, ou seja, eles giram 360 graus. A posição deles é marcada por leds. Isso acaba com aquela pentelhação de ter que acertar a posição dos knobs com o que está na tela do software, comum em todos os controladores do mercado. • Primeiro mixer 100% dedicado a DJs digitais e mobile • 4 canais com knobs e leds de volume similares aos mixers analógicos • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Mapeamento fácil para a maioria dos programas de DJing e VJing • Seção de navegação para escolha de músicas e arquivos • Entradas de microfone, line in e phono, para uso nos mixes e conversão digital • Som firewire compatível com Mac e Windows • Pode ser usado sozinho ou em conjunto com o deck SCS.1D • Saídas TRS balanceadas para o PA, saída RCA estéreo para o retorno (booth) e plug de 1/4" para fones de ouvido • Entrada para controlador de pedais midi Controles midi: • 24 Potenciometros (MIDI CC) • 37 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 4 faders de 45mm (MIDI CC) • 1 crossfader de 45mm (MIDI CC) • 1 codificador rotacional (MIDI CC ou Incremental CC) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 6 medidores de led de 9 segmentos. Um para cada canal e um par para a saída master (L & R), tudo controlável por MIDI Dimensões • 2,71 kg • 10.75" x 3" x 16.75" (LAP) SCS.1D, o deck virtual com disco de vinil motorizado O SCS.1D é um deck virtual, que usa um chassis e formato parecido com os atuais CDJs da Stanton. A diferença é que ele é totalmente MIDI, mas possui um prato motorizado, que utiliza um disco de vinil de verdade para controle dos scratches, no tamanho 10 polegadas – algo que eu acho perfeito para a finalidade: nem muito grande, nem muito pequeno. O SCS.1D, diferente do seu irmão SCS.1M, não tem placa de som. Ele é apenas controlador midi, mas que oferece o esquema de controle mais preciso do mercado. Ele possui um pitch motorizado, que acompanha as modificações feitas via software, e que se ajusta automaticamente conforme o deck que você selecionou. Imagine que você está usando apenas um deck SCS.1D para controlar as músicas dos players A (cujo pitch está no +3%) e B (cujo pitch está em +1%). Ao usar um pedal para mudar qual player você está comandando, o slider do pitch vai automaticamente para a posição correta, do +3% para o +1% (se você mudou o controle do player A para o B). SCS.1D: simplesmente o melhor controlador midi já inventado até o momento. Vamos ver como fica na prática O deck é bastante completo e promissor. Pode ser o acessório ideal pra quem já possui um belo mixer e um par de decks em casa, e quer apenas colocar o laptop pra tocar junto, já que ele pode ser usado com qualquer programa que suporte midi (Traktor, Virtual DJ, Mixvibes, Deckadance, etc), e que pode ser usado com qualquer placa de som (com um pouco de latência se você usar o som onboard do seu computador, claro). Vamos às especificações: • Primeiro deck motorizado totalmente midi e compatível com qualquer programa de DJing ou VJing • Prato motorizado de alto torque de 10" e com superfície de vinil • Pitch motorizado de 100mm que se ajusta para se manter em sincronia com o software • Pads com sensibilidade de velocidade para disparo de samples e quick cues • Encoders com knobs de 360 graus de mapeamento livre • Telas de LCD para a seção de encoders • Seção de transporte da música com controles tradicionais (play, pause, etc) • Permite controlar mais de um deck ao mesmo Controles midi: • 4 knobs “virtuais” 360 graus com 18 LEDs cada (MIDI CC ou Incremental CC) • 1 fader motorizado de 100mm (MIDI CC) Botões e chaves • 4 pads de trigger com sensibilidade de velocidade (MIDI Note On) • 46 botões de iluminação temporária (MIDI Note On) Painéis (displays) • 4 painéis LCD multi-coloridos e alfa-numéricos, com 8 caracteres de resolução e controle de contraste (controláveis via MIDI SysEX) • 1 display de posição do cue, com o indicador do deck controlado atualmente (MIDI SysEX controllable) Dimensões • 6,29 kg • 16,75" x 3,25" x 14,5" (LAP) Prato motorizado: • Tipo de motor: 16 poles, 3 phases, sem escovas • Velocidades: 33 1/3 ou 45 rpm • Torque: >4.5 kgf/cm • Tempo de start: 0,2 seg • Tempo de break: 0,2 seg Flexiblidade na hora de montar o seu estúdio Essas são as primeiras peças do sistema SC da Stanton. Provavelmente vem mais por aí, mas o grande legal do projeto (que está há 4 anos no forno) é que você tem fexlibilidade total para comprar somente as peças que precisa e integrar totalmente ao setup do seu estúdio. Veja alguns exemplos: O SC System permite que qualquer DJ ingresse no mundo midi da maneira que achar melhor Realmente se enquadra em qualquer setup, conforme o gosto do freguês. E permite que o DJ faça uma transição suave pro mundo digital, sem ter que vender tudo de uma vez e comprar tudo de uma vez – isso é, se ele realmente quiser migrar 100% pro mundo digital. Conclusão: agora sim, temos um fabricante pegando no batente Até então, só nomes menores fizeram as coisas acontecerem até agora. A Stanton, fabricante do qual ainda guardo uma certa mágoa pelo que fizeram com o Final Scratch 2, mostra que pensou bem no que estava fazendo e entregou um pacote bastante promissor. Isso mostra uma análise que já tinha feito nos comentários da notícia sobre o CDJ-400, e mostra bem que a coisa vai caminhando para o que o Memê profetizou aqui no Submusica, na entrevista que ele nos deu ano passado: estamos ainda num perído de transição, onde os grandes fabricantes ainda vão entrar nesse mercado de MIDI, e muita coisa há de mudar. Se o SC System entregar o que está sendo prometido, ele é um forte concorrente a colocar de novo o nome da Stanton na história da mudança de como os DJs trabalham. Ela fez isso no passado com o Final Scratch, e tem tudo pra fazer com o SC System. Porém, este é um mercado competitivo, onde se você der mole, ser pioneiro não adianta muito – vide que hoje a referência em simuladores de vinil é o atrasado Serato Scratch Live, da Rane/Serato. Eu acredito na visão do Memê que, no final, vamos ter apenas uma “caixa”, onde você joga seus arquivos e faz tudo nela, sem conectar cabos, computadores, parafernálias, e etc. O iDJ2 foi um grande passo nesse sentido, e o SC System, apesar de depender de um laptop, permite que um DJ tenha um sistema mais integrado, e sem aquela pinta de “brinquedo” que os outros controladores têm até agora. Talvez o melhor desse sistema é que você pode ingressar aos poucos. Eu vou observar mais um pouco, mas acredito que, hoje, dia 17 de janeiro de 2008, eu montaria um setup em casa composto de 2 decks SCS.1D com um SCS.1M, e um laptop. Ou então apenas um SCS.1M e um par de Technics MK2 com o Conectiv ou o Traktor Scratch, caso eu ainda prefira usar os pouco vinis que ainda me restam – mas é pouco provável, pois é uma solução bem cara. Pra mim o mais legal é que, no meu caso, onde trabalho 100% com arquivos digitais, o SCS.1M matou mixers elaborados como o DJM700 e DJM-800. Ainda pretendo passar meu Xponent pra frente (depois de fazer um review mais completo) e pegar um iDJ2 da Numark. Depois, quem sabe não vou pro SC System da Stanton. Temos que esperar, pois o mercado está em constante mutação. O fato é, quem está preso ao vinil ou ao CDJ está com os dias contados, não adianta chorar. É como tentar pegar um emprego sem saber mexer em um computador e no MS Office… Para saber mais, visite o site: www.enterthesystem.com ...

2008-01-17 · 9 min · 1879 words · Submusica

Curso, loja e estúdio para DJs e músicos: conheça a DJBAN

Entrar no mundo da produção musical e da discotecagem nunca foi tão fácil como hoje. Equipamentos estão cada vez mais acessíveis e com uma qualidade mais do que bacana pra quem vai se aventurar dentro do seu quarto. Mas será que é apenas uma questão de comprar equipamento? Basta ligar aquele par de decks na tomada ou instalar programas no computador e sair fazendo mixes ou tunes dignas dos top DJs e produtores? Definitivamente, não. Além de saber o que comprar, conforme seu orçamento e seu nível técnico, é preciso aprender e treinar muito. Se enfiar em um estúdio, conversar com alguém que entende muito de equipamentos, ou ter aulas com um artista de verdade, com dicas que você não vai pegar em nenhum site ou manual em PDF. O Submusica visitou a DJBAN, um verdadeiro centro para DJs e músicos localizado no bairro da Consolação, em São Paulo. Conheça um pouco do que um lugar especializado para músicos e DJs pode fazer por você. Conhecendo a DJBAN: loja, estúdio e curso para DJs e músicos Sabe aquela sensação de chegar no parque de diversões e ficar desesperado pra andar em todos os brinquedos, de tanta coisa legal que você vê por lá? É assim que eu fico quando entro na DJBAN. O motivo é simples: é um espaço que tem tudo pra quem é fã de música, independente do estilo. Iniciada em 2001, a DJBAN é capitaneada pelo incansável DJ Bunnys, um veterano de longos e longos anos de estrada. No currículo do grupo tem de tudo: desde a tradicional venda de discos como também a venda de equipamentos, indo da agulha às caixas de som (algo difícil de encontrar em um lugar só); até a sonorização e produção de eventos de grande porte, como as quatro edições da E-Center, que aconteceu no Playcenter de SP, que reuniu mais de 70.000 pessoas. Seu negócio não é música eletrônica? Ora, não tem problema: a DJBAN tem um estúdio dedicado para gravação de instrumentos acústicos A DJBAN é um espaço onde qualquer pessoa pode chegar sem saber nada e vai encontrar todas as ferramentas para desenvolver seu talento e se tornar um profissional. Além do material de trabalho (equipamentos e discos), a DJBAN oferece estúdios para cursos de discotecagem e produção, e também para ensaios e masterização – ideal para quem tem vizinhos de “audição sensível” como os meus… Diversos DJs e produtores de renome já passaram por ali, e muitos vivem passando por lá para conferir as novidades, ou utilizar os serviços dos estúdios. É comum você encontrar feras como Pet Duo, Camilo Rocha e Alex S dando as caras por lá, entre muitos outros. Estúdios de mixagem e masterização: uma “lan house” de DJs e produtores Estúdio de masterização e sonorização da DJBAN. O único detalhe que falta na foto é a belíssima mesa ProjectMix I/O, da M-Audio Um dos principais atrativos da DJBAN são os estúdios para ensaios e masterização, o que, na minha opinião, é uma sacada de gênio para quem mora em apartamentos, como o meu caso. Sabe aquele dia em que você quer fazer aquela gravação de um mixtape e os vizinhos começam a reclamar do barulho execessivo? Pois é, muito prazer, sofremos do mesmo problema. Pensando nisso, a DJBAN disponibiliza algumas salas com ótimo isolamento acústico e um pequeno mas possante PA, com equipamento de primeira, os quais você pode alugar por hora, no melhor estilo “lan house”. É chegar com seus discos ou laptop e sentar a lenha no som, sem medo de ser feliz, e aproveitar pra pilotar os decks ou a mesa de masterização com o volume alto e claro. Um dos booths para DJs, que pode receber mais equipamentos conforme a necessidade do DJ Eu por exemplo, estou mergulhado em controladores midi e sem espaço pros tradicionais toca-discos. Mas vira e mexe dou um pulo lá e pego duas horas nos decks, para manter a prática e ouvir música como ela foi feita pra ser escutada: tremendo as paredes! Brincadeiras à parte, este por si só já é um dos motivos pelos quais vale a pena visitar o espaço. Mas ainda tem muito mais. Curso DJBAN: o único que oferece pós para DJs e produtores Sala de aula da DJBAN, com recursos de sobra para todo tipo de aula em turma A DJBAN oferece cursos ministrados por grandes profissionais da música, como Bungle, Demu Mix e o próprio DJ Bunnys, entre outros. Além do tradicional curso de formação de DJs (que possui modalidade intensiva, pra quem quer mergulhar no assunto), tem também o curso de performance, voltado para o turntablism, onde se aprende as manhas de scratch, back2back, backspins e cia. Já na área de produção musical, tem Reason, Cubase e Sonar, além de cursos de sonorização, para quem deseja ficar fera na montagem de equipamentos e PAs, e de produção sonora, onde o foco é a criação de spots e vinhetas para rádio e televisão. Mas o grande destaque que diferencia a DJBAN dos demais cursos é que ela oferece cursos pós-formação. Pois é, ao contrário do cursinho perto da sua casa que só vai te ensinar a mexer nos equipamentos e depois vai te largar na selva musical, a DJBAN tem módulos que você pode fazer e que focam exclusivamente nas características de toca-discos, CDJs, Final Scratch, Serato, masterização musical e muitos outros. Estes módulos extras já dão a deixa sobre a preocupação constante do grupo DJBAN em oferecer recursos pra todo o tipo de situação. Mesmo DJs veteranos com vários anos de discotecagem na bagagem encaram os módulos de upgrade para atualizar suas técnicas, principalmente agora em época de migração para os meios de discotecagem digital. Eu sei de muito DJ bom por aí que precisa se atualizar, pois ainda se encontra tocando com vitrola movida à manivela. Loja VIP DJBAN: onde o nome VIP não é à toa Quem é leitor assíduo do Submusica já deve ter me visto indicando compra de equipamentos na DJBAN nos comentários dos artigos. E não é pra menos: a DJBAN oferece todo o tipo de equipamento que você possa precisar: de fones e agulhas de toca-discos a controladores e caixas de som e monitoração profissional. Todo o material vendido na DJBAN é ofertado com preços competitivos, nota fiscal e garantia, sem piruetas e esquemas. Eles oferecem condições de pagamento facilitadas, e se por um acaso o equipamento que você quiser não estiver disponível lá, é só dar um toque que o pessoal corre atrás pra você. Vale a pena, pois não tem coisa pior do que você procurar importar algo “naquele esquema” e depois seu produto dar defeito (algo que acontece demais hoje em dia). Se você comprar pela DJBAN, pode ficar sossegado com relação a isso. A BAN trabalha com fornecedores oficiais no Brasil, e também trabalha com venda de equipamentos usados e reformados, sempre com garantia e flexibilidade na hora de comprar. Conclusões finais Mais um dos estúdios voltados para produtores musicais fazerem masterização de seus trabalhos Bom, vou deixar claro uma coisa: este não é um artigo pago. Ao contrário, se temos uma política aqui no Submusica é de sermos completamente livres e só falarmos de coisas que gostamos e que valham a pena ser informadas para nossos leitores. Eu mesmo já deixei de publicar muita coisa aqui por concluir que não valeria a pena, como a cobertura do evento do Serato no Brasil, que aconteceu em novembro. Assim como tenho prazer em noticiar um novo equipamento, um novo software ou um novo disco, a mesma coisa acontece no caso da DJBAN. E pelo que vejo nos comentários das dezenas de artigos daqui do Submusica e nos tópicos do nosso fórum, o SubDJs, muita gente se mete em problemas na hora de comprar equipamentos e procurar cursos. O motivo é simples: falta informação. Já conheci muitas lojas de discos, equipamentos e estúdios, mas nunca conheci um lugar que concentre isso tudo e muito mais, e principalmente, feito com honestidade e caráter, com amor ao ofício como o pessoal da DJBAN faz. As idéias e as diferenças falam alto e defendem o que estou dizendo: são serviços e atendimento que só poderiam ser oferecidos por quem realmente gosta da coisa. Eu recomendo muito uma visita se você estiver em São Paulo, ou um contato por e-mail ou telefone. Converse, diga que foi indicado pelo Submusica, e tenho certeza que você receberá tratamento VIP. Mesmo se você é daquele tipo metido à malandro que sempre procura levar vantagem no preço, ainda assim, faça uma força e procure ter uma experiência de compra com o pessoal da DJBAN, e eu garanto que você vira cliente assíduo. Enfim, fica aqui a análise sobre a DJBAN, loja de equipamentos e discos, cursos, estúdio e sonorização para DJs e músicos. Esta o Submusica recomenda! Serviço: DJBAN http://www.djban.com Rua Vinicius de Moraes, 2.777 - Consolação - São Paulo (ver mapa) Telefone: (11) 6854-5870 E-mail: djban@djban.com Horário: Seg. a Sexta das 10 às 22:00h - Sábados até 20:00h ...

2007-12-27 · 8 min · 1503 words · Submusica

Conheça a Mbox2 Micro: o Pro Tools cabendo no bolso

Depois do lançamento do Logic 8, da Apple, era de se esperar que o mercado fosse reagir. Mas confesso que eu nāo esperava uma reaçāo tāo rápida: a Digidesign acaba de dar mais um grande passo em liberar os usuários do Pro Tools da amarraçāo física de suas interfaces de áudio com o lançamento da Mbox2 Micro, que você confere na foto aí ao lado. Com formato de um simples pen drive, a Digidesign vai dar uma boa sacudida no mercado de produçāo com este lançamento. Entenda o motivo. O legado do Pro Tools: ancorado à estaçāo de trabalho Quem é das antigas vai lembrar que ter Pro Tools significava ter que comprar uma placa de som PCI enorme que ficava presa dentro do gabinete de um computador. Como naquela época laptops eram muito, muito caros, e deviam em termos de potência e expansibilidade quando comparados aos computadores desktop, era normal você ter um poderoso PC ou Mac capitaneando um estúdio. A coisa melhorou muito recentemente, com a linha Mbox se tornando um grande alívio pra turma que migrou para os laptops e Macbooks, afinal, rodar Pro Tools passou a ser muito mais fácil, pois bastava carregar uma caixinha a mais na mochila, e pronto. Você está livre pra poder ir até a casa daquele seu parceiro e trabalhar em conjunto com ele, sem grandes perdas de tempo. Mas agora a Digidesign deu o passo certo: colocou uma Mbox2 dentro de um pen drive, a grosso modo. Pra quem já tem uma Mbox2, pouco importa esse novo lançamento. Afinal, elas já estāo acostumadas com a rotina de trabalhar apenas em estúdio, e pra quem vem pilotando Pro Tools desde a década passada, carregar uma Mbox2 nāo é inconveniente algum. ...

2007-10-28 · 4 min · 793 words · Submusica

Apple lança o Logic 8 em versões Studio e Express

E eis que hoje de manhã a Apple Store estava fechada. Normalmente, quando versão online da loja do fabricante do iPod fica assim, significa que vem novidades. E não deu outra: surge a versão 8 do ambiente de produção de áudio Logic, em suas versões Studio (completa) e Express. A suíte Logic é uma das favoritas da turma do Mac, ao lado do Pro Tools. Mesmo os que não o utilizam costumam respeitá-lo não só pela excelente qualidade sonora do resultado final de trabalhos feitos com ele, mas também por ser um produto oficial da Apple – se você produz músicas e é fã das interfaces e do workflow dos produtos Apple, provavelmente já futucou no Logic. Uma carência que o Logic tinha, entretanto, era uma interface boa, mas ainda um pouco datada. Ainda mais com o Garage Band incluso de graça em todo Mac, programa este que dá um banho na concorrência em termos de interface gráfica – eu mesmo conheço muitas pessoas que preferem forçar uma barra no Garage Band a migrar pro Logic justamente por conta disso. Não só pelo visual, mas pelo jeito todo de se trabalhar. Pois bem, problema resolvido: a Apple acaba de colocar na praça o Logic 8, em suas duas versões. Tem muitas novidades em todos os campos, mas acho que a principal são as telas, que já falam muito por si só. Então, vamos à elas: ...

2007-09-12 · 2 min · 381 words · Submusica